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Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

Despertares na vida

 

      Nos diferentes estados da vida, surgem novos despertares na vida e para a vida. Depois das dificuldades, poderemos fazer a reflexão sobre as lições a tirar do estado por onde passamos. Abrimos os olhos. Perdemos as ilusões. Surgem questões: Porquê assim? Porquê, o que não ambiciono é o que me acontece? Porquê, de ser eu assim (?), por vezes aparente no controlo, por vezes destravado e descontrolado? Porque menosprezas a minha boa-fé? Porque indignas a minha bondade? – A marginalidade do desprezo tende a atacar, resta a esperança de horas melhores, de um novo despertar, que dê novo alento a este coração solitário.

     Despertamos descansados de uma noite de sonhos, ou talvez cansados, ainda, depois de uma noite de pesadelo, na incerteza, não vã, de que virão dias e noites melhores. Por força de uma Vontade desconhecida as coisas não são o que aparentam ser, o que nos leva, aos mais desconfiados sobretudo, a não confiar nem na própria sombra. Contudo, no fim da etapa, subimos de patamar, e, as coisas vão tornando-se diferentes, por vezes para pior, por vezes para melhor; Assim, a noção de nós mesmos e do mundo que interpretamos vai-se formando. Agradecidos por acordar para a vida.

 

 

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Confinado

            O meu ser. A mim me parece estar. E, agora, estamos todos. Mas, seguimos com fé e esperança. Queremos sair mais fortes disto tudo. Sempre o quis também. A fé salva e a esperança é a última a morrer. No entanto, ignorado. Prossigo enquanto Me for permitido. Peço, sempre, mais um dia. E esse dia me tem sido dado. Grato por tudo, tento ser. Apesar de tudo, o caminho é dificultado, talvez para aprender, sempre, até morrer. Bode expiatório não quero ser. Lições a saber, todos os dias. O objetivo, o fim, a finalidade, a Vontade Suprema, será que está a ser demonstrada?! E salvo a todo o momento certo. Ninguém liga, mas eu ligo. Ninguém quer saber, que estranho. Tenho que aceitar se a Lei faz isso. Tenho que A conhecer, tento perceber. Não sei se é pedir muito quando peço sol na eira e chuva no nabal. Sei que Milagres acontecem a todos os segundos, até, somente na nossa vida. E sou salvo na hora certa. E quero compreender melhor, o que está por trás desta Grande ciência, porque sei que há algo mais. E se não fosse pedir muito só queria ser feliz. Será que ao pedir já o sou?! Hipóteses… teorias e interpretações que fazem sentido, ou vivemos na esperança de que um dia o farão. Fui mais uma vez resgatado da ignorância humana, da ironia, do destino implacável, da escuridão que se quer abater sobre mim e sobre o que me envolve. E tento ser mais grato ainda. Será que é suficiente? É necessário dizer obrigado? Ou fazemos ver uns aos outros? Porquê o meu destino? Porque as coisas são como são. E no entanto tento ser, ainda mais, grato. E quando tudo acontece a alma se eleva, no passado que se torna formidável. Porque puro é o futuro que se aspira. Elevo-me em seres que andam ou andaram por aí, e, contudo somos todos diferentes. Estranhos humanos. Más atitudes. Quem sou eu para pôr em causa a Vontade Infinita? Mas se sou um humano que nasceu no tempo certo, então tudo tem que ser assim, eu tenho que questionar como todos fazemos. Eu tenho que por à prova. Se a vida me permite admirar eu admirarei, simplesmente, porque posso. Mas porque surge a dúvida no meu ato de agir se sei que estou e sou de boa-fé? Porque todos somos diferentes, porque os momentos são infinitos e se calhar todos únicos. O confronto surge só com a banal presença dos seres, a diferença, a interpretação das coisas. Mas, há o Certo e o errado, certamente. Temos que aproveitar as oportunidades de escolher o que está correto, porque um dia poderá ser tarde, e, caímos nas mãos erradas sem ter-mos refletido um pouco quando nos era permitido. Simples, com tudo a ficar poluído, espero que ainda não seja tarde. Que o caso não seja perdido.

 Admiro a arte do concreto. A arte do que é objetivo. Mas o meu caminho não foi esse. Subjetividade é o que me faz mover. Sinto, definitivamente. Sou sentimento com pouca emoção. E sou como qualquer pessoa, a não ser no que sou diferente, que pode ser tão pouco ou tanto quanto para o que fui talhado. Talvez não seja tão diferente e viva certamente no meu tempo, que por isso é especial, apesar de confinado, e, cada vez mais, todos no mesmo barco. Não se esqueçam.

 

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Fronteiras da Vida [Áudio]

Fronteiras da Vida [Áudio]

Áudio do texto:

https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/fronteiras-da-vida-99107

 

 

 

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É, simplesmente, da maneira que é.

    

                ‘’That’s the way it is’’. Assim continua a vida. Aqui estou eu, vivendo, não manifestamente. Pensando, sonhando, mas, antes de tudo, observando, tentado fazê-lo atentamente. Voltando ao mesmo ponto, porque há algo que nos define e faz ser quem nós somos, como se houvesse uma predestinação, um objetivo, do qual, façamos o que fizermos, trilhemos os trilhos que trilharmos, tudo nos leva a ele. A observância correta nos eleva os patamares do sonho e do pensamento. E, ainda, por mais que saiba e que a experiência me preencha, não encontro as ideia concretas que sempre busquei, como se essas ideias não existissem, não se pudessem concretizar. Todo um Mundo se me revela, gradualmente, no entanto é como se me não fosse permitido falar concretamente acerca dessa maneira que o vejo, talvez não seja o momento certo, ainda, talvez as palavras que se hão - de dizer tem que ter um contexto oportuno, talvez seja de mim e nunca o farei. Talvez não se possa dizer tudo o que se pensa, como se isso me fizesse perder o meu, pelo menos aparente, próprio controlo. É com surpresa que dou comigo, facilmente, a ser abordado pela vida com uma comunicação ainda não interpretada por mim, mesmo que já tenham acontecido mais vezes essas situações, à qual associo logo o medo e o desentendimento, que se apodera de mim, quando me parecia que tinha tudo entendido e sobre o controlo. Perco-me nas músicas, alguém já o saberá. Perco-me na procura dos momentos especiais, quando depois, muitas vezes, o que acontece é que parece que tudo me há-de cair em cima; grandes dores de cabeça e problemas não letais me cercam. Queria-me perder neste mundo de Ideias e Ideais, sentir a chama pulsante na maioria da minha vida sem que isso me pudesse afetar de um modo que me causa atrito e que me sinta atrapado por esta vida Real. Mas o que é o Real? O certo é que ele se mostra quando nos sentimos fracos, e, nesses momentos, até parece que todo o sentimento de Grandiosidade alguma vez sentido não tem significado e nunca mais o terá; Então, mais uma vez, entristeço, restando-me, senão, contritamente, entregar-me ao Destino, pensando coisas como: não sou igual a ninguém, e, certamente, serei igual a tanta gente. Perco o controlo no calor da noite, mas virá novo dia para me iluminar e me levar a alma por mais algum tempo, e isso me consolará. Respeito é o que sinto acima de tudo, medo, no sentido de respeito, sim, isso. Como pode um homem ser perfeito? (sempre o questionei). Ainda assim evoluímos desde que eramos como os macacos, que, diga-se clara e sucintamente, são seres tão belos quanto qualquer um outro por maior ou mais ínfimo que seja, não tenho dúvida no íntimo do meu Ser. Os que nos antecederam nos tornaram no que somos hoje, e nós faremos com que os que vierem sejam quem serão, diretamente ou não.

               Disfarça.

 

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Cientistas de todo o mundo alertam para perigosa aproximação de desastre climático

 

 

Vejam a noticia no site oficial:  http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2015-07-07-Cientistas-de-todo-o-mundo-alertam-para-perigosa-aproximacao-de-desastre-climatico

 

Desastre climatico.jpg

 

 

 

Transcrição:

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Quase 2.000 cientistas iniciaram hoje em Paris um encontro de quatro dias para recordar aos políticos que ainda é possível reverter o aquecimento global do planeta.

 

A reunião ocorre cerca de cinco meses antes da data limite para o pacto histórico de contenção de carbono.   

"O mundo encontra-se perante uma crítica encruzilhada", foi a mensagem que o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, transmitiu aos académicos.

Enquanto as nações se comprometeram a limitar o aquecimento global a dois graus Celsius acima dos níveis da era pré-industrial, a investigação científica mostra que o mundo está a atingir o dobro ou mais desse valor devido às atuais emissões de gases de efeito estufa.

Concomitantemente, os níveis das emissões acordados até agora não serão suficientes para o objetivo da redução dos dois graus Celsius, alertou Ban Ki-moon, acrescentando ser "necessário atuar com determinação".

A reunião iniciada hoje na capital francesa servirá também para preparar a próxima conferência climática da ONU, agendada para 30 de novembro a 11 de dezembro, em que 195 países negociarão um novo pacto climático global.

Sob o lema "O nosso futuro comum sujeito à mudança climática", a reunião de académicos, provenientes de quase 100 países, irá reavaliar os conhecimentos científicos mais recentes sobre os desafios climáticos e possíveis soluções para sustentar o encontro iniciado hoje em Paris.

"Não cabe aos cientistas dizerem aos governantes o que deve ser feito em dezembro, mas sim iluminar as possibilidades a seguir", salientou o organizador do comité científico, Chris Field, evidenciando sobre as diversas escolhas que cada uma delas terá os seus "diferentes custos e riscos, assim como oportunidades de contribuir para a robustez da economia e maior vitalidade das comunidades".

Desde 2010 que se tem apontado para a redução das emissões de gases de efeito de estufa que "até 2050 que têm que baixar cerca de 40 a 70%", sublinhou o secretário-geral da ONU, alertando para a existente distância a que o mundo se encontra do objetivo definido.

"Para encurtar essa distância é fundamental ultrapassar as faltas de financiamento na ciência, na tecnologia, na capacidade e na confiança", insistiu, concluindo que a ciência contribui para colmatar as lacunas no conhecimento e na tecnologia.

Por sua vez, o responsável da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Michael Jarraud, alertou para a subida dos níveis dos mares e para as frequentes subidas das temperaturas num globo cada vez mais sobreaquecido, dizendo que ainda é possível reverter a situação para níveis razoáveis.

Porém, "o tempo está a ficar limitado", finalizou.

O pacto de Paris, que entrará em vigor em 2020, apoiar-se-á no compromisso dos Estados para a redução de emissões de carbono, que serão apresentadas até ao final do ano. 

Lusa

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Assuntos hodiernos

     Hoje sinto-me internamente, subjetivamente, não manifestamente, eufórico no sentido que me apetece dizer algo. Imagens passam diante meus olhos manifestando-se apenas na minha mente de que algo de grande se pode verbalizar. O mundo está numa mudança acelerada, as nossas mentes andam aceleradas, embora nem todos tenham capacidade para gerir tais mudanças, eu, certamente, sou um dos que não tenho, mas, por breves momentos no tempo, quando me sinto especial novamente, até parece que realmente tenho capacidade e sou realmente especial; o que para mim é evidente, pois não posso escolher outra vida que não a minha, nem outro ser quem não o meu, nem outro tempo que não o que me é permitido viver. As mentes estão de algum modo conectadas, sinto-o, embora não consiga perceber de que modo o estão. Sinto algo fantástico que me é difícil dizer, algo que é sinónimo de compreensão mas que não consigo verbalizar - pensar coerentemente, segundo o senso comum não é comigo, é minha dificuldade original, logo é para mim evidente que o efeito de tal causa seja não conseguir verbalizar facilmente, o que lhe poderá parecer paradoxal ao estar a escrever este texto para si. Compreendo que neste mundo há perspetivas sem fim. Percebo que a minha vida é feita de dificuldades que jamais poderão interessar a alguém. Sei que há coisas que nunca deviam ser questionadas para se viver em conformidade com o ‘espírito da época’, vou chamar assim á usualidade psíquica dos tempos que correm em determinados momentos no tempo; Eu penso que questionamos sem saber o porquê disso, comigo foi assim, tudo começou e não mais parou - talvez a sobrevivência esteja em causa, e por isso o homem pensante pensa, para resolver a dificuldade vital; no meu caso, acomodando-me no certo e conhecido evitando o incerto e desconhecido, tentando ter o meu mundo sobre controlo. Imagino que tenho um deficit emocional, ou melhor, talvez uma perturbação emocional. Constato que o que se diz não sempre é o que se escreve, nem é sempre conversa útil, assim como, a verdade se tende a ocultar para apenas ser revelada aqueles a quem tiver de ser, e por consequência há quem diga e há quem faça, e fazendo mais um ‘mea culpa’: eu digo, não faço, eu vejo mas eu não tenho tato para fazer, nem coordenação psico-motora para executar determinadas tarefas, sobretudo em grupo. Sinto que a minha maneira de ser foge aos tramites da normalidade imposta, e que apesar de me trazer muitos prazeres particulares também me trás dificuldades próprias, não inteligíveis para outras/os pessoas/conhecidos, mesmo os mais próximos – ah! Como eu sinto o egoísmo que grassa pelo mundo! – Sei que sou diferente, sempre o disse que o sou, sei que todos nós somos diferentes, mas unidos por qualquer coisa, por aspetos físicos ou psíquicos, ou por uma mente universal que nos rege a todos em última instância, o topo da pirâmide, o lugar máximo da escala da vida -. Mas porque eu acho que entendo? Será que, realmente entendo muita coisa? Ou sou eu a imaginar que entendo? Se entendo os outros, porque os outros não me entendem a mim? Se não entendo, porque sou tratado como entendendo das coisas? Se entendo porque não tenho eu sucesso na vida? Sou diferente, mas até que ponto? Sou sensível, meu corpo é belo quando sigo em normal segurança pela vida – quando, por exemplo, não tenho stress em demasia, não tenho de apanhar sol a partir de uma tolerância muito baixa, quando não tenho de beber álcool, vinho ou cerveja, em algum encontro festivo em que se põe à prova as capacidades das pessoas, marginalizando (marginalizando-me eu próprio, duplamente), quando consigo alimentar-me normalmente – e, no entanto, não tão belo quanto digo, tornando-se mesmo uma chaga viva quando certas coisas que, para os outros mais fortes não causa sofrimento, a mim causa um sofrimento enorme; e no entanto sobrevivo; o psíquico torna-se mais estranho à medida que o tempo passa, porque, e é um paradoxo, mas parece-me que os males da psique não são considerados manifestamente males, mas feitios, ideias, atitudes que não se devem manifestar na cultura segundo a qual estamos a perspetivar esse ‘mal’ (atenção: não falo em ‘males da mente’ que é diferente, ‘mal da mente’ = problemas fisiológico/neurológico); já os males físicos (exteriores) são evidentes e aceites, relativamente aos interiores já pode não ser bem assim, o que não se vê põe-se em causa a sua veracidade, não é assim? Assim é com o psíquico, não se vê logo não se é para compreender, por quem não necessita de compreender porque, eu estou bem logo não sei o que o outro tem nem quer saber – para uma pessoa comum essa atitude é entendível, já para um médico que supostamente é para compreender e não compreende, isso dá que pensar; será que só interessa ganhar o dinheiro ao fim do mês? Deixo a questão, e digo que falo pelo que sinto em relação a duas médicas onde tenho ido; e vejo mais queixas por ai de gente que não é compreendida nos males que se tem, sobretudo psíquicos em que os médicos não são capazes de dar resposta adequada, longe disso, aos problemas que as pessoas, desesperadamente têm; e ainda, posso contar algo de concreto (embora não me referindo ao psíquico neste caso) - até já fiz um post sobre isso há uns posts atrás, em dezembro de 2013, http://johnybigodes.blogs.sapo.pt/65796.html -, em que eu fiquei a saber por mim próprio que era intolerante à lactose quando já me tinha queixado à médica por varias vezes que tinha mal-estar intestinal, e ela nunca foi capaz de se lembrar, digo assim, de me dizer isso: para evitar o leite. Agora já se fala muito nisso, e já se vai encontrando leite sem lactose. É lamentável acontecer isto, tenho sofrido muito mais do que sofreria na vida por tomar o leite e andar mal dos intestinos, se tivesse sabido há pelo menos 10 anos atrás… simplesmente não percebia o que se passava até que se fez luz. Realmente, as pessoas são irracionais em grandes aspetos da vida, neste mundo, deixem-me generalizar agora um pouco este aspeto (de irracionalidade) porque se recusam a compreender quando estão bem, nada é com elas: o mundo está a caminhar para pior, mas como ‘eu estou bem’ então nada mais interessa saber; é pena que isso aconteça….Se bem que por outro lado há aqueles que tanto poderiam fazer e simplesmente estão, sei lá, economicamente bem, não precisam de se preocupar. E isso leva-me a pensar afinal é verdade que pagam os mais fracos com a injustiça, os mais doentes, que ainda tem de trabalhar mais do que outros saudáveis, muitas vezes. Quem mais precisa é quem é explorado, e a pensar nisto penso também naquilo que me questiono frequentemente, porque acreditei em Deus? Porque não consigo, no entanto, não o negar (?), apesar de haver muitos mais indicativos de que o que ocorre nesta vida é um acaso do que uma ‘vontade maior’, em lugar de haver um Deus bom, que me querem fazer acreditar; vida, esta, num mundo magnífico onde os fracos tem a vida perdida à partida em lugar de ter um lugar reservado por Deus para uma eternidade nunca comprovada, num paraíso além-vida que será infinitamente incerto, vida, esta, onde a vontade do homem é negada à partida segundo uma saúde e uma série de vicissitudes que lhe ditarão o que vai ser, como se fosse um jogo em que quem não consegue jogar já perdeu mesmo sem nunca querer jogar. Podia falar ainda mais na falta de amor, de gente perdida, pessoas em número exorbitante, que falam ser protegidas quando nunca mais terão proteção, porque são elas mesmo fruto da desproteção e do desamor, da irracionalidade, ou tão-somente do acaso, de uma experiência da evolução, por exemplo. Continuarei a questionar-me sobre isto, possivelmente sem nunca encontrar resposta a estas questões, sofrendo sem perceber porquê, e no entanto agradecido a algo desconhecido, se assim for, porque sei que não sou o que sofro mais além de que me posso rever noutros sofrimentos que me dizem que não estou só, pelo menos não sou o único, porque aí qualquer um que esteja só com a sua maleita seria desprezível.

     Acabei por não dizer nada do que queria =| …talvez diga o que quero depois de amanhã.


Desafio das mudanças

      Há desafios em cada momento das nossas vidas, porque a mudança é uma constante, em maior ou menor grau. E porque a mudança é constante e apenas o melhor tende a perdurar chamamos, a isso, evolução. Acontece que o ‘melhor’ (que a evolução seleciona) é selecionado ou evolui à custa do ‘menos bom’ e ‘pior’, não tendo, assim, menos importância o ‘menos bom’ e ‘pior’ do qual depende o ‘melhor’, apenas o ‘menos bom’ e ‘pior’ dura menos em termos de evolução. Fica aqui mais uma apologia dos mais fracos, porque quando o Sol nasce é para todos. Além disso o melhor também deixará de existir; E mais: se é melhor agora não quer dizer que será melhor amanhã. Além disso, ‘o melhor’, o ‘menos bom’ e o ‘pior’ existirão em maior ou menor grau em todos os seres ao mesmo tempo, apenas sendo mais utilizado, a longo prazo, ‘o melhor’ de cada ser, de cada coisa (generalizando), ao longo da vida de cada um, ao longo da existência do Universo, do ínfimo e do máximo.

            O desafio das mudanças leva-nos a tentar adaptar de qualquer modo; hoje tenho tempo para divagar sobre o ‘desfio das mudanças’ porque a minha direção de adaptação me levou a isso; para muitos, este modo de estar na vida não faz sentido, este observar a vida, divagando, por exemplo, pelo dito tema, isto porque o sentido de adaptação é outro, porque tudo se lhes conjugou de outra forma, de outras formas. Tenho que ser feliz com o que tenho, não com os sonhos desmesurados que não terão lugar na minha vida, e no entanto, sonho, e é esse sonho que me conjugou como eu sou e me conjugará como serei; sou feliz por isso, por ter existido e compreendido; mais, algo me diz que devo lutar contra esses desafios, porque tudo tem que mudar, porque não podem simplesmente apagar o que é bom, ‘o melhor’, é a lei, mesmo que seja provisória, ‘Dura lex, sed lex’ é a lei da vida, quiçá de Deus.

A persistência de uma vida

            Persiste, eu tento. Converge ou diverge, eu divirjo. Concentra-te ou descentra-te, eu descentro-me; Não tenho gostos particulares, tudo é belo á sua maneira, de modo que até acredito, apesar de me ser difícil enxergar muitas das vezes, que existe beleza no que de mais feio existe, se soubermos procurá-la. Que potência de absorver!!! Que desastrosa pode ser a manifestação do nosso ser, apesar de parecer que temos tudo para sermos os melhores. Que inconsistência inimaginável na relação com os seres próximos. Que desequilíbrio entre absorção, acomodação e expressão, de tudo o que nos envolve. Por vezes penso que sou perfeito, que nasci numa altura perfeita da existência da terra, que tudo aponta para isso, e no entanto sempre tão perto de perder o controlo de tudo o que é equilibrado. Oiço as músicas mais belas, penso, vejo filmes magníficos, aprendo a sentir o mundo de uma maneira correta, e ainda assim sou o mais inseguro, pequeno, frágil, incapaz de construir, como se a energia se dissipa-se em mim. Tudo vem até mim no espaço da minha vida como se um sonho se tratasse, coisas que eu sonhava mas que achava que nunca iriam acontecer, não passavam disso, sonhos, e no entanto, tanto que se concretiza, para minha admiração e incompreensão dentro da minha compreensão. O poder quer me pertencer, ou será tudo uma ilusão? Que falta de amor é este que me faz andar a cambalear? O amor que poderia acontecer e que na realidade não compreendo. Ou será demasiado amor a provocar tudo isto que sinto? Serei eu que sou pobre de espírito ou serei eu extravasado de inteligência? Porque não vejo com claridade, objetividade, concretamente? Penso acerca do modo que vivemos, penso no modo em que eu vivo, se vou sobreviver apenas pensando, se haverá complacência do Criador para comigo e me livre de tanta atrocidade que vejo e me apegue ao que é bom e morra em paz. Talvez eu me compreenda demais, porque está escrito que assim havia de ser, para, assim, perceber os meus limites, e poder sobreviver. Mas se eu compreendo há muitos outros que compreendem muito mais, mas que apesar disso não reduzem a importância do que eu sou capaz de compreender, assim como vice-versa, eu já me apercebi... O paradoxo de amar os desconhecidos e ao mesmo perguntarmos porque havemos de os amar se não sabemos se está ‘o bem’ com eles, estranha-me. Esta vida parece-me que é o caminho a trilhar para purificar as alma de encontro ao infinito depois de virmos do nada, ou do quase nada, do ínfimo. 7 Mil milhões de pessoas a elevarem a consciência humana no sentido de escutar o que é Divino e no entanto tanta discrepância entre os que têm a fé e os que não a têm. Tanta gente que não quer saber, que não quer compreender que é possível ver ‘mais além’, pondo a ideia de indiferença ou derrotista de que é impossível compreender a vida vivendo no concreto, no agora, no palpável. Pois eu sinto que não vivo no presente, como na verdade se prova que ele não existe, vivo no sentimento do passado com a expectativa do futuro. E no entanto dou a razão a esses que serão felizes, ignorantes que convergem na vida, se especializam, sem andar a questionar sobre o inquietante futuro incerto, coisa que têm que amargar ‘os outros’ (neste caso, EU) que antes do tempo ousam saborear as questões do infinito, vivendo numa incompreensão que parece ser compreensão, perdendo a ilusão da felicidade por não saber, numa vivência em conforto enquanto é a casa do vizinho que está a arder. Com isto tudo, falei, como tenho falado, de questões ideológicas, imagináveis, no patamar das ideias, que, aparentemente, nada têm a ver com a realidade, esta, a minha realidade, em que eu queria ser feliz, expressando-me, viver emocionalmente equilibrado.

10 anos de Escuridão

 

  1. Um número que marca mais a minha vida que outros números. Pelo menos, neste momento, merece a minha atenção, em especial, assim como quando o mundo me acolheu e me fez despertar os sentidos da atenção física e psíquica. Temos o Pólo norte e o Pólo sul assim como temos o yin e o yang. Temos os opostos que se complementam. Temos o Pólo negativo e o Pólo positivo. Temos o sexo feminino que se complementa com o masculino. Temos a suposta existência dos antitéticos conceitos do ‘bem’ e do ‘mal’. Temos, de uma maneira geral, definições de factos reais, de coisas palpáveis, como temos definições de conceitos ou coisas abstratas, ou ainda, temos antónimos, paradoxos, mas, sobretudo, os opostos (falando de uma maneira geral) existem e serão norma. No entanto surge algo nesta existência do Universo que o mantem rico e sem se auto anular nessa premissa dos opostos. A existência de algo que provoca o desequilíbrio talvez seja uma bênção. Além do mais, temos o dia e noite, que, assim como que do nada que eu era, o nirvana, surgi para ser tudo o que poderia ser até agora e puder continuar a ser. ‘10 Anos de escuridão’ significam 10 anos de abandono do dia para ter o refúgio, inesperado, da noite, essa, que me levou a juventude para vir a ter uma maioridade confusa com o sentimento de que não sou independente e maior de idade como na era temporal em que realmente estou. Mesmo depois de tanta cogitação que me foi proporcionada por esses 10 anos de noite, de acalmia (pelo menos aparente) eu ainda sou uma criança que grita por liberdade e saúde, que sonha ser uma pessoa normal. Li algures numa revista, nessas longas noites que, (que me parecem que foram tão pequenas, agora, a esta distância), cerca de 10 anos é o tempo que leva o organismo fisiológico humano para se regenerar por completo, célula por célula. Eu me regenerei organicamente, mas muita das coisas que a mente tinha de recordações menos boas transitaram para os novos neurónios, mas acho que não poderia ser de outra maneira, acho. 10 Anos da minha vida em reflexão profunda, coração batendo no vazio, respiração pausada, quando não sem respiração, vermelho muitas das vezes, o sangue completamente alterado, extra sensível à luz solar e ao mesmo tempo necessitando tanto dela, tentando atingir o meu limite do meu entendimento da minha vida, de um Universo que existe ou deveria existir em cada um de nós. A força, que na verdade era uma farsa e não força, e que parecia estar a atingir limites extraordinários, levar-me-ia a novos domínios que agradariam a muita gente. 10 Anos inesperados, com um final inesperado, não fatal, não, graças a Deus, porque a vida persiste e diz que não é a hora, e então o mundo gira e muda as coisas para que tudo vá da maneira, como que, pré-determinada, como se o nosso destino estivesse escrito nas estrelas – enfim, um mundo inteiro de frases feitas prontas para inovar no mundo das ideias. A magia de uma infância, os sentimentos do magnífico sentimento de um mundo a conquistar e saborear com espirito de paz e liberdade ainda paira em mim. Poderias dizer como já eu disse muita vez, que talvez não fosse magia, mas sim ilusão; mas não, afirmo, veementemente que, realmente foi magia. Ainda mais, foi essa magia que me fez continuar, bem ou mal, e foi esse desejo de conquista do mundo (que no fundo é a minha vida) em paz e no bem, no intuito da liberdade que se conquistaram ilusões, que eram na altura tal, para vir a ser algo real, nem que seja virtualmente, uma realidade virtual em muitos aspetos. A ilusão está lá, na infância, mas a magia leva-nos a querer atingir essa ilusão ou muitas dessas ilusões que temos, e o curioso é que vamos atingindo muitas delas fantasticamente. Sei que há muitas crianças que não devem ter essas ilusões, não lhes é permitido por esse mundo afora, pelos mais inúmeros e variados motivos. Sei que vivem na escuridão mesmo que não vivam na noite, não transbordam fronteiras físicas e/ou do conhecimento, e o pior não é isso, vivem mal, não são amadas da maneira que deviam ser, não têm o essencial para ter uma vida que diga que vale um pouco a pena; são muitas vezes filhos e filhas de pais que é como se fossem incógnitos mesmo que não o sejam, quando os têm, as ligações emocionais básicas estão quebradas. Existem estes que não reagem e existem o que reagem mal, lutando da maneira errada. Também há aqueles que não sabem nem querem saber, e mesmo que saibam não querem acreditar, apesar de tudo o que a vida lhes dá e mostra e demonstra, em abundância. Mas há momentos que, para lá da escuridão, o que se procura é o que é justo, o que é belo, saúde, liberdade que vem com a tolerância que por sua vez procede a inteligência e o amor pela vida e pela sua fragilidade, do mundo, do planeta terra, da nossa mãe terra. Mas inteligência não calha a todos, e em 7.000.000.000 de pessoas na verdade, apesar de escrever o que escrevo, eu não conheço uma que seja, ou… talvez um dia, as conheça todas. Sim, se na verdade tudo levar a um só coração batendo em uníssono, respeitando a diferenças e agir em liberdade um com os outros, coisa que me é difícil de alcançar, como se fosse uma ilusão que a magia que me resta deseja alcançar. Então seremos livres, de noite ou de dia, porque mesmo de noite não haverá mais escuridão.

 

Talvez (04 de janeiro de 2005) - Replay

Talvez se seja mais feliz sendo louco. Talvez valha mais a certeza do
incerto do que a incerteza do que é certo. As minhas memórias da
loucura estão escondidas através do dia-a-dia. Talvez tenha que mudar
de método, talvez tenha que mudar o meu discurso, talvez tenha que
mudar o meu pensamento. Talvez eu consiga ser outro sendo quem sou.
Tenho que me agradar a mim próprio para andar bem. Talvez eu deva
desistir de pensar que tenho de fazer qualquer coisa. Talvez eu tenha
que dar o braço a torcer. Talvez este mundo não me pertença. Tenho
que sair das sombras, estou farto desta escuridão. Tenho um longo
caminho a percorrer até ao sítio onde eu me vou encontrar bem, não
posso parar. Eles vão ganhar, vão levar a deles avante. Terei que me
vencer a mim próprio. EU SOU NORMAL. Não ando pelas regras dos
outros, eu próprio criei as minhas regras. Eu quero ser independente.
Eu parei no tempo em muitos aspetos. Eu sou finito. Todo o homem é
finito. Eu não poderei mudar o mundo. Mas porque a imagem pode?
Porque pode a palavra? Porque o muda o som? Porque o muda a técnica?
Porque eu não possuo um desses meios de mudar o mundo? É só sentir,
só absorver, é só esconder, como um bicho do mato. Como se o mundo
parasse de rodar quando eu desfalecesse, como se eu fosse ponto
fulcral, se é que o já não fui. Tudo o que fui a apagar-se, o tempo a
passar, e eu perco a partida. Como dar a volta, eis a questão?
A minha imagem não é a imagem de aparência. Ela é o retrato
de quem eu gostava de ser. A minha imagem traduzia-se pela perfeição.
Mas como eu posso ser perfeito se eu sou simplesmente um
humano? "Heaven is a place on earth". Talvez isso seja verdade,
talvez o paraíso seja um lugar na terra. Não, não sou feliz, não sou
bem-humorado, sou sério, a minha imagem não é o `faz ver'. Será que o
homem só pode estar ao pé do outro estando bem-disposto, com uma boa
imagem? Porque teima o homem em andar no mundo da ilusão? Já não é o
suor que une os homens, mas sim a boa aparência, a falsidade das
palavras. E a cada momento que passa ponho em hipótese se as minhas
palavras transmitem algo com sentido. Até parece que o Outono deixou
de ser Outono. Até parece que o Inverno se transformou em Verão e
vice-versa. Mas isso já não me preocupa. Talvez o que mais me
preocupa neste momento seja a minha sobrevivência.
As flores desabrocham, o sol nasce, a lua aclara a noite. A
noite mantinha o ritmo, a noite quebrou o ritmo. O mundo tem
perspetivas e perspetivas, as variáveis são imensas, as palavras já
serão poucas para descrever tudo. O mundo nunca será mais o mesmo. A
vida nunca mais será a mesma. Eu preciso de sobreviver, mas já não
sei como me aproximar dos homens, porque será que assim acontece? O
meu mundo desabou e não tem mais sentido como era. Mas novos mundos
podem surgir. Talvez eu já tenha perdido tudo o que tinha a perder.

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