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Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

Contagem decrescente de e para os grandes momentos da minha vida

Abro os meus sentidos para a minha vida interior. Exteriorizo o que sou e quem sou.

Não sei por onde começar, constantemente me acontece isso (repito-o constantemente, como se fosse uma espécie de prólogo para inicio de um texto que pretendo que faça algum sentido) quando por exemplo me deparo com uma folha em branco, ou com uma espécie de feedback que não me faz concentrar a minha mente (constantemente dispersa) em determinado fio de ligação para prosseguir um tema, ou ainda num multiplexidade de fontes de informação. Alguns dizem que a mente é capaz é capaz de processar vários tipos de informação e tarefas ao mesmo tempo, mas eu ainda não me convenci bem disso, pelo menos até que ponto podemos ser especificamente bons em algo concreto se não dedicamos todo o nosso espírito num (nessa função e objectivo concreto) determinado halo de funções que a nossa mente é capaz de processar. A prova viva de que é possível tocar muitos burros e perder bastantes pelo caminho sou eu, em primeira instância (eu que me analiso e me conheço perfeitamente e cada vez melhor, ou não fosse eu um auto-controlador e conhecedor, ansioso - por saber mais, na tentativa de me compreender e compreender a minha existência -, dos sentimentos que em mim circulam e que devem ser muito parecidos aos de outros). Mas sei, indirectamente que há muita gente assim. No meu caso, quis ter, por vários motivos da minha existência que me levou a isso, um conhecimento amplo do mundo e do Universo e nunca me apeguei às coisas concretas da vida, a saberes concretos ou aplicação concreta de conhecimentos, nada em particular me seduzia, ou melhor, tudo me seduzia tal como ainda agora seduz dessa forma, em grande parte, apesar de estar a convergir e a ser capaz de assimilar tanto conhecimento que circula por ai. Assim tenho um conhecimento generalizado sem ser especialista em nada, a não ser nisso mesmo, em análise geral, de tudo um pouco, o conhecimento dos sentidos e da semântica geral dos sentimentos dos homens, - a não ser que em particular sinto-me especialista em análise do auto-conhecimento que tanto cultivei e cultivo, devido à minha introversão primeiramente e à minha circunspecção de seguida, que a vida me faz ter, ainda sem perceber bem o porquê disso -. Assim, não sou produtor de nada, ‘compro tudo feito’, como por vezes dizemos na brincadeira. Compro feito mas analiso aquilo que compro feito sempre com espírito crítico e de reflexão, imaginando como isso, que ‘compro feito’, podia estar melhor do que foi feito, ou seja, analisando as coisas, desse modo. Já me senti o homem mais infortunado do mundo, mas neste momento sinto-me num ranking bem mais alto daquele em que já estive, inclusive um homem com bastante sorte pelo menos, depois de ver que estava perdido no mundo, preso nas minhas angústias existenciais, a querer ir mais além, ultrapassar, compreender, e por consequência sentir-me preso num atoleiro e ver que não dependia inteiramente de mim (e, se calhar, ainda bem que foi assim) sair desse atoleiro. A depressão e a confusão completamente apoderadas de mim – e ao dizer isto sinto-me tão liberto que neste momento sinto-me um homem livre dentro dos possíveis.  Tenho chegado a tão grandes conclusões (!), conhecimentos (auto - conhecimentos que fazem sentido - pelo menos para mim, e que me demonstram o porquê da minha vida -). E isto são desabafos que por vezes introduzo no meio da conversa como quem não quer ou não sabe como dizer as coisas directamente. Isso (!), talvez não queira e não saiba como dizer as coisas. Talvez as coisas tenham uma altura própria para se dizerem, uma altura em que já as sabemos e podemos dizer, e além do mais dizer com o tom de voz (de escrita neste caso) adequado, com o tom de voz de quem ultrapassou aquilo, o bom ou mau acontecimento vivido, por exemplo. Ou talvez eu tenha medo de falar. Isso (!), medo de falar… porque, as palavras, ditas por certas pessoas, com certas entoações, atingem espaços longínquos na nossa vida e na vida das pessoas e de tudo o que existe no mundo. Eu tenho medo de ser mal interpretado, um medo de morrer a defender o desconhecido, teorias que me cansariam ao ser transmitidas a muitos (homens) que fazem da vida uma ‘republica das bananas’, o caos, a ignorância, como se de nada fossem culpados. A ignorância faz os homens erróneos neste mundo, apressam a sua destruição, e se eu tiver um poder dentro de mim não quero ser autor da destruição do que quer que seja. Em última e derradeira análise, da minha destruição quando ainda posso desfrutar da passagem por esta vida. É certo que gostava de fazer algo específico na minha vida, em especial virado para as letras e o conhecimento, baseado nesta minha pretensa capacidade de analisar o mundo e o Universo de uma maneira tão particular e tão especial (para mim pelo menos). Gostava de ser livre de me dedicar livremente a esta maneira de ser, aproveitar o meu tempo em liberdade, económica (em particular, para fazer o que pretenderia), em prol da afirmação daquilo que sei, que em mim vai, em prol de um ideal de fascínio pelo que senti e sinto e tenho vivido, um prazer supremo de estar bem comigo próprio e de transmiti-lo aos outros através da comunicação, preferencialmente escrita, mas sonhando ir muito mais além oralmente, e activo fisicamente, dentro da normalidade. Não quero ser político, não (!), nada disso. Não gostaria de seguir falsos ideais, elitismos, posições que não podem ser defendidas. Não acredito no mundo tal como ele era e se apresenta. Opus-me ao sofrimento e à solidão, algo que ninguém está livre de sentir, devido às voltas de mudança que o mundo dá, nem mesmo eu que já vi e senti como vi e como senti, nem mesmo os homens com mais poder e conhecimento do mundo. Para mim o poder é uma invenção, tal como tudo o que o homem inventa e que passa a fazer parte de uma cultura, à qual se subjuga quando não se rebela, porque o homem pacífico por natureza não se rebela, ele fascina-se com o mundo e com os seres e tudo o que mundo e Universo significa. O homem mau, tende a rebelar-se, sem razão, logo também não tem o motivo do lado dele, a maioria das vezes, porque, no homem mau, está também na sua natureza rebelar-se sem razão. Poderá haver então homens que nascem pacíficos, a querer acreditar na beleza do mundo e no bem-estar do próprio e dos outros, a acreditar numa inteligência superior, que são constantemente maltratados pelos que nascem com a maldade dentro deles - aqueles que lutam a dizer que é pelo bem que agem, que deve ser feito o que eles dizem, que é o correcto -, e que maltratados por estes com má natureza se rebelam mas com motivo? Caberão os justos neste mundo? Ateando, eles, fogo contra fogo, luta com motivo verdadeiro pela luta falsa, para destruir aquilo que não está correcto, aqueles que, não se deixando levar pelas culturas impostas, seguem o caminho da vida e lutam para que esse caminho seja uma realidade, a cultura verdadeira que é o da tolerância e liberdade individual até ao ponto onde começa a liberdade dos outros, o respeito para consigo mesmo e para com tudo o que o envolve, a inteligência de querer compreender de uma maneira justa tudo o que nos envolve, aqueles que não se deixam levar pelo mundo do faz ver, das aparências. Existirão esses homens?

 

 

 

Sentir como sinto

     Tento, na maioria dos meus escritos, escrever algo com cabeça, corpo e membros. Não sei se o consigo fazer, não sei como são interpretadas as minhas ideias. O mundo da semântica e da subjectividade pode ser coerente ou pode não ser, mas acho que isso depende de quem o interpreta. Por trás de uma frase podem estar milhentas ideias ou simplesmente estar um vazio delas (pode dizer-se aquilo por dizer ou porque a ‘natureza’ assim nos faz dizer sem que tenhamos ideias conscientes subjacentes ao que dizemos). Sei que nas minhas ideias acontecem as duas situações, por vezes digo frases que têm imensas ideias por trás daquela frase, mas também digo ‘por dizer’ outras vezes – e, não é curioso que, algo dito ‘no vazio do sentido’ pode tomar sentido(!), tal como algo que só tem corpo tome vida(?!), tal como o ‘hardware’ do computador ganha vida, ganha sentido, com o ‘software’ -. Quando digo uma frase que tem as tais ‘milhentas’ ideias subjacentes sinto-me perdido ao rever essa frase tal a diversidade semântica, de interpretação variada da frase, do sentido da frase. Até certo ponto da minha vida eu não sentia assim essa revisão das minhas frases, até essa altura esses enunciados tinham ideias claras para mim – talvez isso fosse o tal ‘dizer porque a natureza nos faz dizer’ essas frases -. E, talvez, a esta ambiguidade de interpretação que eu sinto agora chamemos também capacidade de abstracção que ganhamos com o tempo e que faz marcadamente diferença do homem inteligente e culturalmente e ideologicamente estimulado (e o que define essa cultura é a capacidade da palavra, da escrita, e da abstracção de conceitos) que varia entre si [os próprios homens] e os animais. A verdade é que  o meu pensamento salta de ideia em ideia a um ritmo frenético, ao mesmo tempo que o tento captar essas ideias e desenvolvê-las de maneira coerente). E com a cabeça a fervilhar de ideias diversificadas como está, por exemplo, a minha, frequentemente, construir a ‘tal ideia’ com cabeça, tronco e membros torna-se uma tarefa complicada. Neste momento estou a lembrar-me de uma frase (que forma uma ideia ou ideias em mim) que marca os meus pensamentos, que vem da teoria da relatividade de Einstein [ http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_relatividade ] : ‘A relatividade das coisas’; refira-se ‘coisas’ como algo concreto e ou material, assim como no plano das ideias. Falaria, assim, também, da relatividade daquilo que somos, daquilo que sou eu. É tudo tão relativo (!), e então o mundo das ideias é ainda muitíssimo mais (!). Diria mesmo que o mundo das ideias é volátil, formam-se e desfazem-se, para se tornar a formar ou o mais certo a reformular. Vejamos o mundo das ideias que hoje a internet, em particular e mais recentemente, e os meios de comunicação em geral vieram gerar. O mundo está a dar um pulo ideológico enorme. São incomensuráveis as ideias que são produzidas e/ou formadas e/ou reformuladas a cada segundo que passa, baseadas em factos concretos (como sejam as noticias que nos dizem que tal acontecimento ocorreu em tal parte, por exemplo), ou baseadas em factos mentais, no plano da pura ideologia. Temos a informação a surgir mais que exponencialmente, informação essa tanto escrita como multimédia, e refiro-me em particular na internet. Acho que esse caldo de ideias que navega por mim se deva a todo este mundo de informação que eu comungo, a cada dia que passa, e que vai de encontro à minha predisposição para trabalhar no plano da ideologia e da interiorização dos conceitos, no plano virtual onde se dão os sentimentos [no plano virtual dão-se os sentimentos, no plano concreto, aquilo que se manifesta, o nosso corpo físico, dão-se as emoções]. Sei que não é no plano da escrita que conseguirei digerir todo esse ‘caldo ideológico’ que vai em mim, mas é um plano que faz parte da maneira de trabalhar as ideias. Eu poderia trabalhar as ideias somente para mim, no meu mundo mental, através da associação das imagens, dos sons, dos cheiros, da minha experiência, tudo isso que tenho na mente [no meu plano virtual, o nível dos sentimentos], mas fazer isso fechadamente seria algo que geraria um vazio na minha existência e que ‘me faria rebentar’ se eu não expusesse e transmitisse de algum modo aquilo que eu sinto, aquilo que me espicaça para viver, para me mover para me manifestar [aquilo que é o plano concreto, o plano das emoções]. Fechar-me, com tanto em mim para dar, seria a negação da própria existência, seria contra a natureza, neste caso a minha natureza humana, seria anular-me a mim mesmo. Sei que não sou o mais bonito para fazer da minha beleza a minha forma principal de expressão, sei que não sei tocar instrumentos de música para compor melodias e exprimir-me dessa maneira nem tão pouco tenho a melhor voz para tal. Sei que as minhas formas de expressão estão reduzidas. Mas escrevo neste momento, como o faço em alguns momentos para me exprimir, faço da beleza das palavras e das ideias uma forma de expressão, faço das palavras as minhas notas musicais para compor melodias e me exprimir, faço destes momentos, aqui na internet, uma forma de me dar a conhecer, de me exprimir, mesmo que tenha para mim que tudo é relativo, dar-me a conhecer é relativo a quem me lê, neste caso. Esse equilíbrio entre sentimentos e emoções tem que se dar, para existir uma existência harmoniosa do viver e é isso que me tem faltado, de uma maneira geral, essa adaptação, essa capacidade de ter acomodação para o que se assimila.

1347 palavras que eu vos transmito

Cá estou eu outra vez. Posso começar por dizer que na minha vida ando a vaguear, e por essas vagueações divago frequentemente. Se alguém já tivesse lido as minhas palavras já teria encontrado estas duas palavras que me caracterizam e que até são sinónimas também: ‘vaguear’ e ‘divagar’. Gosto de me perder no mundo das palavras e dos conceitos, gosto de me perder no mundo da semântica, o significado semântico das palavras, o significado metafísico das ideias. Gosto, mas tenho medo de me perder, do descontrolo que a mente tende a seguir em certos momentos, não me deixando agir segundo a normalidade que a cultura ‘me pede’ para ter. E, então, me dou a conhecer, a mim, aqui. É claro que nem sempre me sinto motivado para transmitir uma ideia, nem sempre tenho a energia que tanto desejava para o fazer. Sei que, como toda a gente que escreve ‘se enrola’, torna-se repetitivo naquilo que diz, e assim o é naquilo que se faz. Criamos rotinas na vida para podermos seguir mais facilmente. O meu ‘enrolamento’ dá – se na minha mente. E enrolo, dizendo que tenho algo para dizer, mas para mim o que digo torna-se repetitivo. Houve uma altura, antes do aparecimento da internet, em que escrevia sabendo que era só para mim. Quando foi a princípio, no descobrir das palavras escritas, no mundo das ideias que se transmitem para o papel, isso era magnífico, mesmo sabendo que era só para mim. Mas tudo isso se foi esvanecendo, esse maravilhamento que eu sentia. Eu sentia-me só a cada dia que passava. As minhas palavras eram como sons sem eco, ou então entoavam somente na minha cabeça sem ser transmitidas. Ainda agora eu sei que elas não são lidas por muita gente, quem as encontra não encontra nada que se realce na sua mente, penso eu, ou então talvez não se queira perder por este emaranhado de palavras que parecem fúteis ou ainda não tenha capacidade para as interpretar. Mas a possibilidade de as colocar aqui e saber que alguém as encontrará aqui – e logo me encontrará a mim - muito facilmente num futuro, alguém que procure uma escrita diferente, uma analise da vida, de um ponto de vista de uma pessoa (que sou eu) que foi única na sua maneira de sentir e pensar o mundo e também na maneira de agir, é como se eu já pudesse antever e pressentir o ‘feedback’, o ‘eco’ das minhas palavras no tempo, que não teria nada a ver com as minhas folhas amarrotadas que alguém iria encontrar - se eu não entrasse em paranóia e as destruísse para não serem vistas, como se fossem indignas -. É claro que estas palavras não têm uma cara que as identifique, eu não dou a minha cara a conhecer, as pessoas ‘constroem’ essa face, que é a minha, segundo o que sentem ao ler. E eu, quando falo, falo de dentro de uma profundidade que um ser humano tem, um espírito que está em comunicação com os outros, não sei de que maneira isso se realiza, mas isso acontece. Os espíritos humanos interagem. Posso dizer que navego na génese dos sentimentos, encontro-me muito próximo de compreender mais amplamente a essência dos sentimentos, do sentimento humano, a todo o tempo (e cada vez mais à medida que o tempo passa). A minha mente anda sobreexcitada e onde quer que passe, sobretudo se não conseguir fingir a norma de comportamento que as pessoas têm. Sobretudo em hora de me manifestar, na hora em que não consigo passar sem ser notado, eu capto a atenção dos espíritos que me envolvem, quer para o bem quer para o mal. Os espíritos das pessoas tendem a manifestarem-se de formas muito previsíveis para mim, e levam as pessoas a ter as atitudes mais estranhas de comportamento, e que hoje podemos captar com as imagens televisivas. Por exemplo, quando eu estou em baixo, à minha volta tendem a aparecer pessoas que me atacam a minha personalidade, um conjunto de azares tendem a aproximar-se, pessoas indesejáveis aparecem, a vida deixa de fluir convenientemente e normalmente para mim, como se um mal atraísse outro. Para que tudo volte ao normal, tenho que normalizar o meu espírito sobreexcitado e tudo volta ao normal a pouco e pouco, se isso for possível, dentro do tempo próprio. Pode parecer normal que assim seja, para muita gente, mas eu analiso isso em profundidade e de que modo isso tem afectado a minha vida ao longo do meu tempo de existência, uma existência feita de mal-entendidos e incompreensões pela parte alheia que eu não consigo ‘corrigir’ e ser assertivo no momento próprio e que se têm acumulado ao longo da minha existência. Auto – compreensão é o que tento ter na minha vida agora, para não entrar em auto comiserações como já aconteceu e acontece a muita gente que se destrói com essa característica. Não temos que ter pena de nós próprios pelo que sentimos e o que nos sucede, porque, acredito, isso leva a que fiquemos mais fragilizados, como se o que sentíssemos fosse indigno, como se não pudéssemos sentir da maneira que sentimos, como se não pudéssemos ser diferentes. E é difícil ser-se diferente, como eu sei isso! Graças ao meu destino, graças à sorte também - que tenho feito por ela -, não tenho tido das piores vidas que há, apesar da enorme solidão que senti, e de ter sentido a minha vida desabar completamente perante a minha pressagiosa e prognóstica mente, perante a assistência da minha auto regulação espiritual, que viu [a mente] todo um futuro de ideias e sonhos a cair que nem baralhos de cartas. O futuro tornou-se tão imprevisível que vi realmente e gradualmente que a vida é ‘um tudo’ que se constrói a cada passo e que tem que se manter com muita energia e inteligência mas que se pode transformar num vazio quando as nossas aspirações são deitadas por terra, quando queremos andar e não nos podemos desprender das amarras com que o passado nos acorrentou. E a música deu-me liberdade no meio desta prisão, é o meu ópio. O meu sentir solitário e inexprimível verbalmente (e inexprimível existencialmente pelo que sou), ou ainda, devido a esta minha incomunicabilidade com os outros seres [porque agora sei que alguém me privou dos bens maiores que se pode ter que é sentir-se livre de transmitir as suas ideias, de manifestar a sua alegria e tristeza e de utilizar humanamente as energias que um jovem tem], aprendeu a sentir a Universalidade dos sentimentos. E, assim, sinto nas palavras dos outros, nos seus sons, nas suas músicas, em toda a manifestação de ideias e sentimentos sob as formas emotivas que se formam [como a música, a informação etç] aquilo que eu não conseguia transmitir. Lembro-me, eu, no princípio deste fechamento sentimental e emocional - em que me refugiei na escrita e no mundo dos pensamentos, num transe que me levou a estar aqui e agora, ainda porque o meu destino é este e não pode ser outro – que já analisava o que eram os sentimentos e as emoções. Para mim, a emoção (ões) é (são) claramente a(s) manifestação (ões) do(s) sentimento(s). Consigo entender a repressão de emoções que tenho tido ao longo da minha vida, a contrariedade de sentimentos e mais, a frustração de sentimentos, com razão de ser, que são reprimidos e não são manifestados porque não convém a alguém que me envolve. Acho que, depois de toda a análise que tenho feito na minha mente, sou um homem privado de liberdade, com défice na manifestação das mais básicas maneiras de a gente dar a conhecer o que se sente, na manifestação e recepção do amor [também incluído nisto]. E só nesta escrita sinto a libertar-me, quando, mesmo que esta mensagem não chegue a um interlocutor, sou capaz de me rever, mais tarde, compreender, formar mais uma ideia que tenha coerência, e seguir inteligentemente o meu caminho, segundo as minhas possibilidades.

Desejo comunicar e encontrar eco. Desejo emocionar-me e sentir o feedback ‘positivo’ dessa manifestação dos meus sentimentos.

Até breve.

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