Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

01 de novembro de 2025

De Hoje em diante, segundo as minhas possibilidades de retorno ao passado - passado do meu Blog e ao Meu passado (que passa por este Blog) - irei postar, temporariamente, ou não, segundo o que vier a sentir que devo fazer, textos passados e que comentarei, se for ocasião, à medida que eu possa assimilar, compreender, rever e sentir que o devo fazer ou que me aventure a dizer, segundo o tempo disponível que se me aprouver. Assim, postarei o texto passado tal e qual como foi postado indicando no final do título, entre aspas: [INCEPÇÃO (´data de publicação do texto´)], transcrevendo o texto entre aspas: «Narrativa do texto», seguido de algum comentário ou ideia etc., se surgir ou eu desejar.

Adeus antigo Persona [2005] [INCEPÇÃO (26.03.07)]

<< Novembro 05

 

 

 

Adeus antigo Persona. A Deus antigo Persona. Adeus às velhas ideologias, às velhas obsessões. Agora sabes o que te faz mover, não te deixes perder. Tudo, sei que não vou esquecer, e foi com base no que foste que eu me tornarei. Sei que não posso continuar a ser tu, se quiser sobreviver. Tudo o que tu viste sem poder fazer nada para o modificar em proveito e em nome da tua sobrevivência espero que me seja útil e que possa aproveitá-lo. Sei que tu sabias e tinhas profunda consciência que não podias mudar o mundo, eras ínfimo de mais, mas espero eu fazer aquilo que tu não conseguirias com esse feitio, espero mudar-me. Mas para isso vou ter que te esquecer as más facetas que tinhas em nosso prejuízo. O desbobinar da fita continua.

Tu não acreditas na melhoria, eu acredito na melhoria, apesar de tudo. Quero absorver o que é positivo, quero ver a melhorar de dia para dia. Sei que não é fácil, e que o atrito é muito, assim como as garras do passado são fortes. Mas quero acreditar que consigo dar a volta, por cima. E para isso vou deixar-me de imaginações utópicas, ideias de superioridade, tentar ser igual a mim próprio combatendo essa falta de controlo com os dados de que me tenho apercebido, e com os que hei-de ver e perceber, tornando a minha antiga vida inconsciente numa vida consciente. E a inteligência não é o mais importante quando essa inteligência não se pode implementar na prática. Sei que o negativismo é enorme e me consome e que por cada pensamento positivo que tenho surgem muitos mais negativos ainda e inverter o processo é difícil. Estou sozinho nesta batalha do pensamento, da mente. Ninguém pode ajudar. Estamos mais sozinhos no mundo do que imaginamos. Tudo em que acreditei ver é negativo porque me distanciei no tempo, e não vi um bom passado e não posso prever um bom futuro, enfim, no mais profundo do meu ser não acredito na conduta do homem, e à medida que o tempo foi passando mais provas encontrei para o que temia, acerca do que move o homem no geral, influenciado fortemente por uma convicção religiosa forte, a cristã. Bebi dessa água que se entranhou em mim profundamente e dela não me posso livrar. Resta-me viver o resto da minha vida, que não é melhor nem pior do que a dos outros, sobreviver é a palavra de ordem, mas/contudo sozinho é difícil. >>

Jóia [INCEPÇÃO (26.11.08)]

 <<    Aquele sítio. Aquela jóia escondida. Aquela memória que há-de residir em mim até que a minha mente volte a pertencer ao nirvana. Aquela memória sem fim. Desde aquele dia, que não posso precisar - porque a memória não é precisa, como o tempo, que foi inventado –, que pus o meu passado naquele local, a minha memória, para que não me perdesse. Aquela é a minha caixa negra, que perdurará, mesmo depois de eu deixar de existir. E então, quase que me esqueci de quem era, quando tudo desabou sobre mim. Pensei que nunca mais me fosse encontrar, mas aquela caixa, naquele local, fez – me recordar outra vez. Aquela jóia (!). Aquela força da natureza, que protege, que nos guia - qual estrela cintilante que nos guia -, porque só nós sabemos interpretar o seu movimento. Alguns nascem como que com todos os direitos, e eu nasci com alguns que me permitem estar aqui e agora, sendo quem sou. Alguns nascem num berço de ouro, mas eu aproveitei o simples berço de madeira tosca que me foi reservado para singrar nesta vida - como se eu tivesse chegado a um patamar elevado [Na minha mente cheguei, e estou voando]. Eu depositei tudo o que tinha naquela jóia, quando tive algo. Eu guardei e dei valor ao que já não parecia ter, aproveitei o que já não servia aos outros para que tivesse alguma coisa, como se fosse um vagabundo, aproveitando os farrapos dos outros. Eu vivo (!). Eu o devo a quem não conheço. Eu partilho o meu mundo, com quem partilha, este, comigo, esta terra, a sabedoria de quem sabe inventar e me dá asas para que eu possa voar e ser uma Águia outra vez, tal como uma Fénix renascida. Alguns dão asas aos desejos, porque tudo lhes é permitido, não se abstendo de tal, não sabendo o que é a repressão, a recusa ou a negação, nem a contenção, nem a espera do reforço, tudo o que querem têm, ou então pensam ter tudo quando na verdade não têm nada. E eu pergunto-me porque não tenho o que quero, querendo eu tão pouco? Porque terei que ser um indigente, aproveitando aquilo que outros utilizaram e deitaram fora em condições de utilização, em nome da inovação, de dar o máximo que se puder no espaço de uma vida, consumindo sem freios o que devia ser preservado para outros, como se existisse o seu direito, que merecem usufruir de uma terra bela por muito mais tempo e que se vêem na contingência de sentir que nasceram como se fossem carne para canhão, extirpados dos seus desejos mais básicos, nascidos não com amor mas por uma casualidade do Universo que possivelmente os desejou para equilibrar algo que estava em desarmonia, passando por esta vida sem saber porque respiram, porque vivem, porque bate os seus corações [como se eu soubesse…] – como se eu estivesse a, ou pudesse defender quem quer que seja, como se eu os conhecesse. Não os conheço, mas sei de que lado dos bastidores estão quando eu estou fora de cena, eu conheço o outro lado dos bastidores. Vejo como esses actores vêem e sentem essa realidade que eles criam, vejo que a realidade é uma esquizofrenia, onde se vêem coisa, ouvem coisas, que acabam efectivamente por acontecer, muitas das vezes, neste fantástico mundo humano. Vejo que uns são esquizofrénicos e conseguem viver em harmonia com o mundo [social] e conseguem ser construtivos e deixam – nos viver, eles são úteis. Outros são depreciados a começar pelo nome que lhes é atribuído, porque na verdade não são compreendidos por quem não lhes é inerente a sabedoria nas suas vidas, os pseudo – inteligentes e pseudo - sabedores. Toda a arte destes pequenos grandes génios [pequenos porque não difundidos] é desvanecida por quem se pensa inteligente [e se pensa o mais humano dos homens, quando na verdade é um parasita da sociedade, tanto quanto os inúteis que sofrem pela marginalização e incompreensão], que diz que os que querem ajudar e os afundam cada vez mais. Mas afinal o que é a realidade? Uma vida esquizofrénica e paranóica é o que é, e cada vez mais se está a transformar a sociedade. Vejamos a música, vejamos a imagem, a virtualidade, a informação a circular, o caos, a entropia, querendo significar entropia como desordem do mundo da informação. Os homens gostam de tanger os limites, pôr-se à prova, quando a prova já está predeterminada. Os homens gostam de alargar limites. Mas o limite existe. Assim como existe o limite do dia, o homem assim o delimitou. E amanhece como se o fim estivesse próximo. Límpido e frio, ou cinzento, quente ou como for, este é o meu amanhecer hoje, amanhã terei outro e serão cada vez mais iguais. Há tantos amanheceres quantos homens habitam esta terra, que será injusta enquanto existir, que terá sempre dois pólos, a opulência e a miséria, a alegria e a tristeza, o bem e o mal, enquanto existir esta terra. Nós somos o sentido e o limite, o princípio e o fim. E tudo será como é enquanto existir a memória do homem, recordada pelo homem, que falará para si enquanto existir. A memória. A jóia que cada um deve utilizar quando é mais necessário. Chamem a isso esquizofrenia, um espaço ideal entre a memória e o sonho, um mundo paralelo à realidade, que por sua vez é outra realidade. >>

 

 

INCEPÇÃO [Rever o meu passado, as minhas palavras, o nosso Mundo (01 de novembro de 2025)]

            De Hoje em diante, segundo as minhas possibilidades de retorno ao passado - passado do meu Blog e ao Meu passado (que passa por este Blog) - irei postar, temporariamente, ou não, segundo o que vier a sentir que devo fazer, textos passados e que comentarei, se for ocasião, à medida que eu possa assimilar, compreender, rever e sentir que o devo fazer ou que me aventure a dizer, segundo o tempo disponível que se me aprouver. Assim, postarei o texto passado tal e qual como foi postado indicando no final do título, entre aspas: [INCEPÇÃO (´data de publicação do texto´)], transcrevendo o texto entre aspas: <<TEXTO>>, seguido de algum comentário ou ideia etc., se surgir ou eu desejar.

Estas Palavras

            Deixa que te diga estas palavras, como um sentimento pessoal especial que quero partilhar sem pretensão, mesmo que o não pareça. Espero não ser aborrecido.

            Sei, ou tento imaginar, que o gosto que cada um de nós tem pela música deve ser muito subjetivo; certamente, há pessoas que não apreciam a música, de uma maneira geral; Contudo, acho que posso dizer, pessoalmente, penso que tenho uma ideia particular do que é saber apreciar uma música (que possa ser apreciada sentimentalmente, seja ela de que género for, desde que transmita um sentimento ou sentimentos Universais ou algo importante e grandioso que, naturalmente, toca no coração de muita gente; tal como Tu o fazes com as tua palavras); Com o tempo fui conhecendo e apreciando as músicas mais conhecidas do grande público (mundial, muitas delas), pela rádio, ao longo dos meus anos da minha simples e Grata vida, nada fácil a maior parte do tempo, mas elas me davam sempre uma grande ilusão e distração da realidade psíquica, tão dificil. Elas estavam em momentos inesperados até, vejo, agora, para me ajudar, assim o Entendo… marcando cada vez mais momentos; Tornei-me, gradualmente, num audiófilo (obsessivo, confesso), sem pensar que isso iria acontecer ou perceber o que se estava a passar na minha vida, visto que as coisas simplesmente acontecem, não é verdade? Antes era dificil saber quem cantava, como eram as letras dessas músicas; não via os videos das músicas nem quem as cantava, eram simplesmente Profundo sentimento de apreciação da música e descoberta da compreensão de como eu sentia e sinto; Sim, as músicas marcaram profundamente a minha vida, de uma maneira geral e abrangente em todos os aspetos da minha vida e do mundo. Então, ao longo destes anos que estão a passar, instintivamente, decidi ir ao encontro desses momentos (uns longos outros mais curtos), redescobrindo a música que ouvi revivendo os sentimentos que tive, compreendendo cada vez mais o meu passado e a minha relação com tudo e todos, as dificuldades que tive, as alegrias sentidas, vendo mais claramente o que superei e o que ainda permanece por aliviar, sempre  maravilhado por descobrir relações entre a música que ouvi e o que se passou na minha vida e até na relação com o mundo em geral, muitas vezes compreendendo momentos precisos nesse tempo em que me se me ‘fixo’. Não faço música, não percebo a técnica, nada disso, simplesmente oiço e sinto esses sons que me fazem vibrar, descobrindo agora, com a internet, as letras que não entendia por detrás do simples meu sentir, ir tentando conhecer outros pormenores por detrás dessas músicas (se sentir que devo descobrir) como: quem canta? Ainda é vivo? Saber mais sobre essas pessoas que se exprimiram eximiamente através da sua música, eventualmente sobre o grupo, como se tornaram ao longo dos anos, o porquê de serem marcantes, etc.  

Com isto tudo que disse e na reflexão que tenho feito da minha vida passada, deixa-me desabafar, sinto muito Realmente que a música me ajudou a salvar a minha vida (e me ajuda a sobreviver com mais esperança) - do vazio e das dificuldades da minha personalidade frágil, dadas as exigências deste mundo ‘de pedra’, com tantos desafios, que não eu não conseguia ultrapassar normalmente;

 Sei que exagerei nesta maneira de ser audiófilo de tanta música, mas talvez isso foi como que combater uma loucura má da vida que nos quer fazer mal – como se algo nos tenta impingir ou tenta anular o nosso ser – com uma loucura boa, a de ouvir música, muitas vezes até cansar, para depois descansar e aliviar, e mais ainda, compreender e tentar ir ao encontro da Verdade ( por mais estranho que possa parecer) e me integrar neste mundo que me quer desintegrar.

 

Muitas e muitas músicas me Elevam a alma, mas sou eclético, vou ouvindo, perscrutando o Universo, e os Céus me vão dedicando momentos de memória na minha vida, uma ligação, também, com tanta gente no mundo.

Tu és o Maior

            Permite-me estas palavras. Tu és o Maior. Por isso tenho estado aqui. Suponho que Sabes quem sou e isso nem interessa. Tudo é passageiro mas pleno de sentimentos e emoções. Não me Tens abandonado, mesmo quando tudo parece desabar, o destino está escrito. O Universo se move para me dar lugar, algo grandioso de se sentir e observar. Não tenho podido ser mais, mas também nunca fui menos. A gratidão tem que tomar conta de mim, porque me Deixas ser quem sou; até agora sempre fui o mesmo, o mesmo homem que sente o que tem de ser sentido, simplesmente um ser, simplesmente um animal. Devo medir as palavras. Devo controlar-me; sei que tem de ser assim, não pode ser de outra maneira. Devo tentar sentir mais ainda, tentando perceber mais para chegar até Ti, na esperança de que sou poupado, de que não farei mal, para que, contudo, a força esteja comigo para me defender. Somos quem somos, resta-nos entender porque somos e porque viemos a este mundo, conhecendo-nos melhor a nós próprios a cada segundo que passa, admirando as coisas como são e como acontecem. Pertence-nos uma história, a qual temos de agradecer por a podermos refletir, obrigado por isso. Vejo o amor dado e o amor recebido e, por isso, estou aqui, porque me foi dado este lugar e este espaço no tempo, nessa comunhão de conceitos que tomam interpretações múltiplas, mas, das quais, temos que entender (retirar) a sua essência. As repostas não são claras, como causa - efeito; as respostas sentem-se, e Tu me deixas sentir assim. Livra-me dos maus entendimentos, das más interpretações, Livra-me das más-línguas. Dá-me um bom fim; cada vez mais vejo e sei o que Me tens feito, mas, não sei quem És, mas, ainda assim, És. Não quero falar em vão, devo temer as palavras e as ações admirando a maneira e o motivo do meu agir passado que me vai sendo dado a conhecer, certamente o bem é o que tem de perdurar, o bem resta sempre em nome da Arte da evolução.

Talvez (04 de janeiro de 2005) - Replay

Talvez se seja mais feliz sendo louco. Talvez valha mais a certeza do
incerto do que a incerteza do que é certo. As minhas memórias da
loucura estão escondidas através do dia-a-dia. Talvez tenha que mudar
de método, talvez tenha que mudar o meu discurso, talvez tenha que
mudar o meu pensamento. Talvez eu consiga ser outro sendo quem sou.
Tenho que me agradar a mim próprio para andar bem. Talvez eu deva
desistir de pensar que tenho de fazer qualquer coisa. Talvez eu tenha
que dar o braço a torcer. Talvez este mundo não me pertença. Tenho
que sair das sombras, estou farto desta escuridão. Tenho um longo
caminho a percorrer até ao sítio onde eu me vou encontrar bem, não
posso parar. Eles vão ganhar, vão levar a deles avante. Terei que me
vencer a mim próprio. EU SOU NORMAL. Não ando pelas regras dos
outros, eu próprio criei as minhas regras. Eu quero ser independente.
Eu parei no tempo em muitos aspetos. Eu sou finito. Todo o homem é
finito. Eu não poderei mudar o mundo. Mas porque a imagem pode?
Porque pode a palavra? Porque o muda o som? Porque o muda a técnica?
Porque eu não possuo um desses meios de mudar o mundo? É só sentir,
só absorver, é só esconder, como um bicho do mato. Como se o mundo
parasse de rodar quando eu desfalecesse, como se eu fosse ponto
fulcral, se é que o já não fui. Tudo o que fui a apagar-se, o tempo a
passar, e eu perco a partida. Como dar a volta, eis a questão?
A minha imagem não é a imagem de aparência. Ela é o retrato
de quem eu gostava de ser. A minha imagem traduzia-se pela perfeição.
Mas como eu posso ser perfeito se eu sou simplesmente um
humano? "Heaven is a place on earth". Talvez isso seja verdade,
talvez o paraíso seja um lugar na terra. Não, não sou feliz, não sou
bem-humorado, sou sério, a minha imagem não é o `faz ver'. Será que o
homem só pode estar ao pé do outro estando bem-disposto, com uma boa
imagem? Porque teima o homem em andar no mundo da ilusão? Já não é o
suor que une os homens, mas sim a boa aparência, a falsidade das
palavras. E a cada momento que passa ponho em hipótese se as minhas
palavras transmitem algo com sentido. Até parece que o Outono deixou
de ser Outono. Até parece que o Inverno se transformou em Verão e
vice-versa. Mas isso já não me preocupa. Talvez o que mais me
preocupa neste momento seja a minha sobrevivência.
As flores desabrocham, o sol nasce, a lua aclara a noite. A
noite mantinha o ritmo, a noite quebrou o ritmo. O mundo tem
perspetivas e perspetivas, as variáveis são imensas, as palavras já
serão poucas para descrever tudo. O mundo nunca será mais o mesmo. A
vida nunca mais será a mesma. Eu preciso de sobreviver, mas já não
sei como me aproximar dos homens, porque será que assim acontece? O
meu mundo desabou e não tem mais sentido como era. Mas novos mundos
podem surgir. Talvez eu já tenha perdido tudo o que tinha a perder.

O Paradoxo da Perfeição

            Uma meta a atingir. Um desejo inconsciente de ir até um ponto indeterminado. A superação de cada um de nós, do nosso entendimento, da nossa inteligência, das nossas energias. Querer experimentar tudo… para perceber…o significado das coisas, o significado do correto, para ser-se melhor, para fazer melhor, para ter a mais ampla visão das coisas. Cruzar conhecimento. A memória por detrás de tudo, essa fascinação do saber, a possibilidade alcançada na partida das nossas vidas. A sorte e o azar. O equilíbrio. Como é possível sê-lo? Não é possível, no sentido de continuidade, mas, por momentos mais ou menos longos ou mais ou menos curtos, existe. O desejo mais profundo, que nasce na alma de alguém, que não é possível demonstrar. A existência do bem, mas afinal o que é isso? Esse ‘bem’ fala muito e expressa-se corretamente? É ai que o reconhecemos? Esse ‘bem’ é solidário e empático? É ele saudável e energético? E então, o tempo passa, cruza-se o conhecimento, encontram-se relações onde o homem que não questiona, não ousa buscar, não encontra nada, e tudo é ao sabor das variáveis que empurram esses, eles não fazem atrito no mundo. Esse atrito tem um preço (talvez, por isso, não é qualquer um que arrisca com receio das consequências), assim como tudo o que fazemos para nos levar à perfeição tem um preço, ou melhor, tem uma cobrança, uma cobrança que me extravasa e me leva a pensar que é tudo errado, todas as ideias que pensava ter por boas parecem cair por terra quando a realidade fala mais alto, quando o frente a frente eleva os seres e o espírito, quando as coisas não são para compreender de imediato mas sim para agir de imediato. O futuro não existe, mas o passado sim, o passado e o agir, a obrigatoriedade do movimento que nos leva rumo ao desconhecido mas, com conhecimento suficiente, esse desconhecido futuro torna-se expectável, e ao mesmo tempo espectável também, nem que seja pela sua magnitude. Receio o sofrimento, assim como receio o futuro deste pequeno lar, a terra, como somente meu fosse. Possivelmente temo o que não devia temer, devia ser como a maioria, indiferente, nas mãos do desconhecido, e na mão de outros. Indiferente não sou, mas vejo-me atado, sem fazer o que quer que seja, sem perceber o que é correto ou incorreto, a recear o inevitável caminho que teve um principio e terá um fim, que terá que se aceitar quer se queira quer não, mas primeiro, muito antes da perfeição, do meu fim fujo, sem nunca fugir.

Meia-noite

            Dlim, dlom! Meia-noite. Caminhando ao luar, pensando frescamente numa noite quente de Verão. Boa disposição não faltava. Ao longe via-se incomensuráveis luzes. Estava no ponto mais alto. No ponto onde jamais alguém tinha estado. Dali via o tudo, não ao pormenor, mas via o principal. Via o passado, e o presente quanto baste. Mas estava insatisfeito, queria ver mais, queria ver o futuro. Queria ver os erros para os poder evitar. Queria ver o infinito. Queria, pelo menos senti-lo nos meus sonhos. Queria tocar na utopia. Satisfazer o meu gosto de viver.

            Viver. Somos nós. Queremos demarcar-nos, tomar posição. Mas há uma sociedade, há regras, que nem todos conseguem aceitar [conseguem cumprir]. Há injustiças… nem que sejam só nos nossos olhos. Há palavras sem nexo. Há a vontade de conversar, conversar de tudo, do mais intimo, não só de amor perverso como se pode pensar logo há partida por algumas mentes ufanas, mas do além e ao mesmo tempo da realidade. Mas a realidade é aquilo que um homem quer que seja. A mente pode ultrapassar a realidade e criar outras que parecendo falsas para quem as não criou, são verdadeiras para quem as criou. De maneira que os verdadeiros valores da vida são substituídos por valores mesquinhos, que só podem sair da imaginação mais rasca. E passam-se tempos a criticar os outros como sendo os culpados. A toda esta ordem contrapor-se - á a desordem. Excessos, extremos, extremistas, loucos Ah! Ah! Ah! De tudo corre nas veias do tempo do Universo… até a vida coube. 

Mártir

            Poderei eu ser um mártir? Defendo algo muito difícil de definir, defendo os meus ideais que julgo desde sempre serem puros, a favor do equilíbrio por exemplo, a favor do bom senso, da empatia, a favor da defesa da beleza deste mundo que é prejudicado por almas que não sei porquê mas nasceram com um espirito de destruição, de competição desenfreada, longe da harmonia e da paz de espirito, num mundo humano onde a teia dos ideais, das ideias, das palavras, dos conceitos estão entrópicos; admito que os números são excessivos, a população, admito que posso estar a mais, e, se me tivessem dado a escolher, não quereria ter nascido decerto, se bem que fico glorioso quando sinto um bem-estar que não nego, e que me pode suceder, pelo menos por enquanto. Quando falo em ideais puros não significa que eu sou puritano (por exemplo), no sentido de querer dizer que sou contra o sexo por prazer, que apenas deve servir para procriar, mas também não defendo o contrário; não defendo que o casamento deve ser para toda a vida mas também não defendo o contrário - a natureza, tudo o que tenho aprendido sobre ela me diz que não há leis absolutas, muito menos as dos homens o serão com suas culturas feitas como que para deleite de alguns e abominação de outros, e me parecem, muitas vezes, injustas (e não me cabe a mim destrinçar sobre quem são os injustos e os injustiçados, tenho as vistas muito curtas para perceber essas coisas); as leis do homem não estão acima das do mundo e do Universo -; por consequência, não significa que defendo a religião cristã, ou, muito menos, a igreja, mas, não quero dizer que sou contra ela também; substancialmente penso que tudo em si tem algo de bom que se aproveite em maior ou menor grau, em maior ou menor quantidade de bem, pena que o mal, por mais pequeno que seja manche todo o bem facilmente. As leis dos homens são regras que alguns conseguem respeitar e tê-las a seu favor contra outros cuja natureza ou o fato de serem néscios, aliados ao desconhecimento dessas regras os leva a viver em stress numa luta desigual, a meus olhos, que jamais poderei defender; ou então sou eu que estou enganado acerca das leis deste mundo, e então serei eu um mártir? Pessoalmente, sofro por estar fora ‘dessa’ cultura, sofro pela injustiça de não me deixarem ser livre, sofro e vivo por um ideal ou ideais que não querem ser aceites, sofro pela contrariedade a que fui submetido e sei lá que mais poderei exponencialmente dizer, poderei eu ser um mártir então? A questão não está se eu gostaria ou não de ser um, mas reside na forma como a minha vida foi encaminhada, parece-me que no caminho de um mártir, operador de grandes mudanças mesmo que a causa dessas mudanças não se vejam; a vida chamou-me desta maneira, parece que me pede para me reencontrar aqui, como estou fazendo agora, para fazer coisas e estar em sítios que na verdade não deveria estar, não queria estar [Talvez, decerto, eu prefira o isolamento ao sofrimento da minha vida social onde tudo parece querer cair-me em cima na maioria dos dias, como aquela canção de Rui Veloso – Não Há Estrelas no Céu]. A minha mente abriu-se ao mundo talvez desde que fui concebido - sei que é especulação, mas talvez tudo o que nós somos começa lá longe, no passado, sinto-o [note-se que o ‘talvez’ é uma palavra muito importante para mim assim como é o relativismo das coisas, estou longe das certezas deste mundo cientifico de causa-efeito, deste mundo de objetividade em que tudo se pode explicar, não querendo eu ser propriamente apologista do ceticismo; sinto-me como um mediador de todos os extremos isso o digo com toda a certeza, essa é a certeza que me rege, esse é o equilíbrio pelo qual eu sofro também] -. Admito que existe em mim esse sentimento de querer ser um expoente máximo e ao mesmo tempo ser humanamente impotente perante a imensidade do que nos/me envolve, perante aquilo que pensamos/penso controlar mas na verdade não controlamos/controlo. Não tenho dúvida que atrás desta ‘mente aberta ao mundo’, o motivo de eu ter seguido a vida desse modo, está algo ainda indefinível e subjetivo, algo ainda incompreensível para explicar o porquê eu ter nascido com estes sentimentos, por ter seguido este caminho que segui e não outro, por não ter convergido no meu ser, mas, pelo contrário, precisamente, ter divergido no meu caminhar, no meu pensar. Por vezes sinto-me capaz de tudo, sonho acordado que o futuro me há - de correr bem, que hei - de ter sorte… e dou por mim a ter a autodescoberta de que afinal tudo o que peço agora, já o peço, repetidamente, desde bem pequeno, talvez até antes, onde a minha memória sentimental não consegue alcançar (por enquanto pelo menos). Quero mais. Quero viver. Quero viver de acordo com o que acredito, e não consigo aceitar que não posso mudar o mundo a meu bel-prazer, eu não sou Deus para mudar o mundo e transformá-lo ao meu ideal, que penso ser o verdadeiro. Há quantos anos eu sonho com a liberdade do meu espirito, com a paz dele, liberdade e paz, paz e liberdade, será isso uma utopia ou serei decerto um mártir? Aqui estou eu no mesmo sítio de sempre, esta é minha vida, estes são os meus sonhos de sempre, mudarei eu? Mudarei ainda? Serei feliz, ainda que de outras maneiras? Satisfarei o desejo de mudança para melhor? Ainda não me cansei de fazer estas perguntas de modo que acho que ainda me projeto no futuro.

            Já que estou aqui neste ponto, deste Post, e, mesmo, deste blog, ainda vou falar na minha fisiologia e fisionomia e na grande contribuição que têm para que tudo se passe como tem passado na minha vida, talvez na contribuição do caminhar de um mártir, poucas vezes abordo esses lados da minha vida e que na verdade sei que são a causa de tanto atrito nestes problemas que abordo. Mas devo dizer alguma coisa agora, mais alguma coisa, agora: Não, não diria que fui amaldiçoado, sendo eu um monstro, não, efetivamente fico feliz por não o ser, e não desprezo a figura mais feia que ande por esta terra, aceito que há feios e bonitos mas devo constatar a minha situação e ver em que ponto estou desses extremos; efetivamente, já fui mais jovem e sentia-me bonito, não me considero velho mas tenho que aceitar que já não tenho 20 anos e que o horizonte não está aberto à minha frente, ilusionantemente; Apesar de não querer ser imodesto, posso dizer que me sinto uma pessoa de aparência normal, ou melhor deveria sentir-me assim a maioria das vezes, mas, algo se passa que não me deixa sê-lo (e afinal tudo isto também esta relacionado, ou seja, o que somos psíquica e fisicamente está relacionado entre eles); tenho reparado em mim mais atentamente de há poucos anos a esta parte, e tenho reparado coisas fisiológicas e fisionómicas que me têm feito sentir de tal maneira que me levam a escrever muito do que escrevo neste blog, tenho reparado na mudança de maneiras de estar das pessoas que me envolvem onde quer que esteja, já para não falar quando estou com a mente alterada - bem, mas isso dá outro tema; Sempre tentei autoestimular-me, pelo menos até certo ponto da minha vida, tendo pensamentos do tipo ‘sou bonito’ (tal como o fazia em relação a autoestimular a minha força de viver ao pensar ‘sou capaz’, ‘sou [uma pessoa] normal’), ainda tenho recordações que vêm lá do fundo dos sentimentos antigos, onde eu sentia que estava a ser alvo de atração física, sinto que havia capacidade de impressionar com o meu jeito de ser, com o que eu era, afinal, era jovem. Mas, há medida que me vou redescobrindo e montando e entendendo o puzzle da minha vida, eu não era um jovem normal, e sei agora que todo um peso recaia sobre a força da minha juventude e que o levava penosamente, mas, sempre com fé, sempre confiante, de que havia de ser forte além de forçosamente tentar disfarçar e ignorar aquilo que sentia, que não estava bem [o quanto eu fui forte, vendo as coisas como eu as vejo agora, como o sentimento da vida me apelou a viver tão fortemente, e, apesar de tudo, o quanto a vida me foi generosa para que eu vivesse e o quanto algo me apelou para que me esforçasse a seguir de algum modo, porque não se pode voltar atrás, nunca]; O mundo de hoje tem muita pessoa bonita, o padrão de beleza elevou-se, não o posso negar, e acho que muita gente está de acordo comigo e isso é um verdadeiro atrito para quem não tem os padrões mínimos que esta sociedade ‘exige’, é um problema mesmo, tal como o é para mim de muitos modos - explicar em poucas palavras todo este tema que se passa é complicado, e diria mais: ‘impossível em poucas palavras’, por isso não me vou alongar nele, se bem que, admito, rodeio o assunto na tentativa de encontrar melhores ideias com que me possa exprimir; as pessoas estão mais bonitas, pelo menos no ‘mundo mais rico’, digamos assim, as pessoas nascem com menos atritos psíquicos, nascem num berço de ouro por assim dizer, têm a sorte de ser bonitas, de terem um psíquico normal, digamos assim também, e isto tende a tornar-se uma norma, quer a gente veja isso dessa maneira ou não, além disso, os trabalhos são-lhes menos penosos fisicamente o que preserva o físico, e mais, o mundo tende a consciencializar-se de cada individuo deve tratar-se bem, falando de um modo popular, e para mais ainda, o mundo televisivo influência tudo isto, a propaganda da beleza e do bem-estar, com o seu grande poder de encaminhar as atitudes das pessoas, um poder que ainda nunca lhe pude ver a verdadeira dimensão na minha alma, no meu entendimento; desafortunados dos que nascem feios ou fora da norma, como sempre, o atrito, para eles, é sempre maior, e eu serei um deles, fora da norma, marginalizado, quando não marginalizado diretamente, indiretamente, e vou tentar dizer porquê da melhor maneira que puder e com a maior brevidade que conseguir: as ansiedades tomaram conta da minha vida, de tal modo que a minha entrada na vida adulta não foi nada fácil, apesar da força enorme que tive para suportar e levar tudo adiante, como já disse neste post e neste blog [não posso cansar-me de dizer tais coisas, não podem ficar por serem ditas, mesmo que me repita, desculpem o inconveniente]; estou a falar de fisionomia e fisiologia não é? Da minha… tenho pele clara, e a partir de certa altura da minha vida toda essa ansiedade que se acumulou devido a motivos que falo neste blog culminou numa explosão de rubores – tento imaginar o porquê de tudo se passar deste modo comigo constantemente, naquela altura eu descontrolei completamente, pelos meus 18 anos aproximadamente – Digo também que devo ter uma fisiologia muito própria, porque será que o sangue aflora deste modo à flor da minha pele(?), pergunto-me constantemente; Não sei porquê, meu sangue deve estar alterado, imagino, nele deve correr muita informação química que faz transparecer todo o ser que eu sou [e o ser que eu sou é sensível, delicado, estes são dois conceitos fortes que o definem, e é magnificamente belo como tem suportado as adversidades], isto deve de ser de tal modo estranho para muita gente, ouvir falar disto, que lhes deve parecer tolo, eu sei, essa gente não sabe o que é isso, tudo o que está relacionado com isso; A verdade é que tal - não quero descrever isso que se passa, porque me dói, dará para compreender? -, é fator de discriminação em muitas áreas da vida onde eu não devia estar e me tenho encontrado com elas; consigo ver situações e situações onde o olhar das pessoas dizem o que pensam, ‘n’ situações, consigo sentir o senso comum (o sentir comum) de incompreensão, reprovação, a maldade com que tantos deixam fluir seus sentimentos, as palavras que não conseguem conter, o descontrolo que toma conta de uma coisa que não querem aceitar, de sentimentos que até podem ser de superioridade e de gozo para com a minha pessoa - não posso defender os que são como eu, porque não tenho poder, porque não sei onde eles estão... – Enfim, conseguiram fazer-me mal por eu ter algo que não controlo, que não me passa com o tempo como se fosse uma bebedeira que o tempo cura e me aflige frequentemente, demasiadamente frequentemente, e, tal é a superioridade deles perante mim, que me tornam num bode-expiatório, um mártir, restar-me-á fugir? Para onde? Esconder-me? Enfrentá-los na sua incontável maioria? Lembro-me de, primordialmente, não compreender tais situações como se eu fosse um estranho em mim mesmo; posso dizer que, como pequeno exemplo, mesmo hoje a minha cor foi alterada pelo sol que apanhei, que ao invés de me dar um ar bronzeado me queimou e avermelhou o pescoço [que será dos albinos?] e não jorrou a face e o resto do corpo porque tinha boné e as roupas a tapar; Penso para mim, ‘não tenho uma doença demarcada e ao mesmo tempo várias falências tendem a aproximar-se de mim, com as quais eu luto constantemente’  - Black legend – You See The Trouble With Me. Imagino que muitos perguntem como pode o rubor, e o descontrolo dele e da pessoa que o incorpora, alterar a vida dessa pessoa, de tal modo, que seja tão doloroso viver (?) Mais ainda, como pode a minha fisiologia, descontrolada, noutros aspetos também contribuir para o meu martírio, ainda para mais? Pergunto-me. Que complô de destino é este? Porque não me aceitam como sou, e não faço eu o que posso simplesmente fazer, sem ter que andar neste sofrimento que tende a prolongar-se? E se eu jogar no euro milhões (?) e puder ser sortudo e viver em paz como desejo, passar a ser um felizardo anónimo, porque não pode ser de outra maneira. Que um raio de sorte me caia sobre o meu ser. Continua sonhando, continua…

            Sintetizando: O meu ser é uma relação entre um psíquico extremamente ativo, uma mente não satisfeita, uma ansiedade que teve um pico muito alto, que me levou a andar nesta corda bamba desde tal colapso, com uma fisiologia alterada (não me referindo com isto a que sou excessivamente gordo) em interação com o psíquico alterado, baseando-se no fato principal de eu ter pele clara, aflito com rubores incompreensíveis, tendo eu ‘atingido’ entretanto patamares de conhecimento que supostamente não era para ter atingido, e, adquirindo, assim, um autoconhecimento de que tais rubores e ansiedades me estavam a destruir, a compreensão de que estava e sou marginalizado por eles, e quiçá me irão destruir paulatinamente, corroer as minhas fundações que me seguraram até aqui, porque não se pode vencer o mundo, as regras do mundo [malditas regras diria], a regra da sociedade, ou eu tenha muita sorte e veja o caminho certo a seguir sem grandes problemas.

 

 

 

 

 

 

            Este texto foi escrito ao som de:

 

1. Pet Shop Boys - It's A Sin (5:01)

2. Peter Murphy - Cuts You Up (5:28)

3. Roxette - Listen To Your Heart (5:14)

4. Roxy Music - Take A Chance With Me (4:43)

5. The B-52's - Roam (4:54)

6. Chicago - If You Leave Me Now (3:56)

7. Billy Idol - Eyes Without A Face (4:59)

8. Bee Gees - Massachusetts (2:22)

9. Mike + The Mechanics - The Living Years (5:31)

10. Peter Cetera - Glory Of Love (4:20)

11. Prefab Sprout - When Love Breaks Down (4:06)

12. Queen & David Bowie - Under Pressure (4:05)

13. The Korgis - Everybody's Got To Learn Sometime (4:17)

14. Toni Childs - Zimbabwe (6:18)

15. Whitesnake - Here I Go Again 87 (4:33)

16. Whitesnake - Is This Love (4:42)

17. Will To Power - Baby, I Love Your Way / Freebird Medley (Free Baby) (4:07)

18. Yes - Owner Of A Lonely Heart (4:25)

19. Bee Gees - Tragedy (5:01)

20. Pink Floyd - Another Brick In The Wall, Part 1 (3:45)

21. The Eagles - New Kid In Town (5:05)

22. The Pretenders - Brass In Pocket (3:06)

23. Simon & Garfunkel - The Sound Of Silence (3:03)

24. Scott McKenzie - San Francisco (2:58)

25. ABBA - Chiquitita (5:26)

26. Los Bravos - Black Is Black (2:56)

27. Mungo Jerry - In The Summertime (3:29)

28. Ritchie Valens - La Bamba (2:07)

29. Roxy Music - Love Is The Drug (4:09)

 

1. Propaganda - Duel (4:46)

2. Roxy Music - More Than This (4:06)

3. Soul II Soul - Get A Life (3:43)

4. Stevie Nicks - Rooms On Fire (4:33)

5. Talk Talk - Life's What You Make It (4:28)

6. Talking Heads - And She Was (3:39)

7. Ziggy Marley And The Melody Makers - Look Who's Dancing (5:00)

 

1. Jim Diamond - I Should Have Known Better (3:38)

2. Marillion - Kayleigh (3:33)

3. Baby D - Let Me Be Your Fantasy (3:55)

4. R.E.M. - Mine Smell Like Honey (3:12)

5. Rui De Silva - Touch Me (3:28)

6. JX - Son of a Gun (3:13)

7. New Order - Touched By the Hand of God (3:43)

8. The Original - I Luv U Baby (3:28)

9. 11 I Love Your Smile - Shanice (4:22)

10. Roy Orbison - Blue Angel (2:47)

11. Robert Miles - Children (4:01)

12. Eros Ramazzotti - L'ombra Del Gigante (4:41)

13. Capella - Move It Up (3:59)

14. David Guetta - Titanium (feat. Sia) (4:05)

15. Fun Factory - Take Your Chance (3:56)

16. Industry - State Of The Nation (4:25)

17. Dilemma - In Spirit (3:37)

18. U2 - Walk On (Single Version) (4:11)

19. Lenny Kravitz - Stillness Of Heart (4:15)

20. Marillion - Lavender (3:40)

21. Lionel Richie - My Destiny (4:48)

22. Rick Astley - Together Forever (3:26)

23. Black Ledgend - You See The Trouble With Me (3:29)

24. Black Machine - How Gee (3:28)

25. Faithless - Insomnia (3:33)

26. Lenny Kravitz - Are You Gonna Go My Way (3:31)

27. Kaoma - Lambada (Single Version) (3:29)

28. Pete Heller - Big Love (Big Love Eat Me Edit) (2:40)

29. New Order - Regret (4:08)

30. Benni Benassy - Benassi Bros Ft. Sandy / Illusion (Sfaction Mix) (3:33)

31. Kim Wilde - You Keep Me Hangin' On (4:15)

32. Bros - When will I be famous (7" Single version) (4:01)

33. Juventa - Only Us (8:15)

34. Corona - Baby Baby (Lee Marrow Radio Mix) (3:01)

35. Everything But the Girl - Missing (Todd Terry Club Mix) (3:30)

Johnybigodes, há 6 anos a blogar

      PARABENS!  De mim para mim, há seis anos, exactos, a blogar o sentimento de mim: este é o meu hino à introspecção, ao [meu] passado, à vida - a minha, que tem significado e sentido, mesmo que muitas vezes eu não o veja, mesmo que os outros não o vejam muitas vezes -, a um Universo que existe quer seja fora quer seja dentro de mim. Este pode ser um grito meu para o mundo, de entre gritos de silêncio (a maior parte do tempo), mas que creio que fazem mudar o Universo externo a mim, tudo o que me envolve, de uma maneira fantástica e eternamente misteriosa mas intriguista para quem é curioso – e eu sou -, encontrando algumas, por vezes bastantes, respostas, contudo. Aqui se manifesta um ‘eu’ oculto, talvez estranho e difícil de acessar por parte dos outros, ou também, talvez, desinteressante, ou ainda, não compreendido ou não descoberto, ou ainda ‘mais uma insignificância’ nesta infinidade de variáveis do mundo ou na incomensurabilidade do Universo. Mas eu tenho um propósito que não compreendo, mas que anseio compreender cada vez mais, e me foi ou é atribuído pelo Universo que me envolve. Aqui manifesto essa busca, pela compreensão de mim e desse Universo ou nesse Universo externo a mim. Aqui manifesto, nesta minha escrita, um pouco daquilo que eu gostava de ultrapassar e no qual acabo mais envolvido ainda sem compreender o porquê de isto acontecer, mas deitando-me a adivinhar esse porquê. Jamais conseguirei transmitir uma pequena fracção do que o meu espirito rebusca, vê e compreende, pois teria que ter uma energia muito grande para isso, e eu sou um ser muito passivo… acabando por lamentar mais do que activamente poderia executar se actividade e margem emocional e física tivesse para me manifestar. Que a vida seja generosa comigo, pois acredito que sigo convicções do que é a atitude suprema da vida, respeitando-a desde sempre, respeitando o desconhecido, errando também porque sou um ser errante nesta vida. Que encontre as pessoas certas na minha vida com quem conviver porque os seres são difíceis de compreender individualmente, e que as minhas emoções assentem e normalizem. Cumprimentos a todos os que vêm por bem.


ImTranslator - Tradutor (extensão para Firefox e Chrome) - Translator (extension for Firefox and Chrome)

Firefox: Firefox Extension Chrome: Chrome Extension

Pesquisar

 

Player

Como Melhorar performance do blog ! - Blog best performance, how to Do It ! How to TRANSLATE!

Este Blog não contem malware, apenas contadores de analytics pelo que funcionará 100% perfeitamente em qualquer browser que não contenha bloqueadores. Apesar da atualização do Blog e da sua melhor compatibilidade com todos os browsers, tenham atenção às opções de configuração, caso tenham extras como No script, ghostery, Adblock ou outros deste tipo, o ideal é permitir tudo na página. FOR TRANSLATION INSTALL ---> ImTranslator: For other languages to translate, for firefox and Chrome and Opera, use the extra/addon ''ImTranslator''; Se querem ver a página com DARK MODE usem o extra/addon: ''Dark Background and Light Text'' disponivel para Firefox e Chrome. Ativem também o MODO DARK dos BROWSERS

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

DOWNLOAD DO BLOG

Façam o download dos conteudos do Blog em formato xml, incorporado em .zip Atualizado até 01 de Junho de 2025: https://drive.google.com/file/d/1MDRgnqPr6T3yCGd_EE5nrvb13HYLdrHd/view?usp=drive_link

Arquivo

  1. 2025
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2024
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2023
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2022
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2021
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2020
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2019
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2018
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2017
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2016
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2015
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2014
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2013
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2012
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2011
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D
  196. 2010
  197. J
  198. F
  199. M
  200. A
  201. M
  202. J
  203. J
  204. A
  205. S
  206. O
  207. N
  208. D
  209. 2009
  210. J
  211. F
  212. M
  213. A
  214. M
  215. J
  216. J
  217. A
  218. S
  219. O
  220. N
  221. D
  222. 2008
  223. J
  224. F
  225. M
  226. A
  227. M
  228. J
  229. J
  230. A
  231. S
  232. O
  233. N
  234. D
  235. 2007
  236. J
  237. F
  238. M
  239. A
  240. M
  241. J
  242. J
  243. A
  244. S
  245. O
  246. N
  247. D
  248. 2006
  249. J
  250. F
  251. M
  252. A
  253. M
  254. J
  255. J
  256. A
  257. S
  258. O
  259. N
  260. D

Mais sobre mim

foto do autor

Calendário

Dezembro 2025

D S T Q Q S S
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031

subscrever feeds