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Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

A persistência de uma vida

            Persiste, eu tento. Converge ou diverge, eu divirjo. Concentra-te ou descentra-te, eu descentro-me; Não tenho gostos particulares, tudo é belo á sua maneira, de modo que até acredito, apesar de me ser difícil enxergar muitas das vezes, que existe beleza no que de mais feio existe, se soubermos procurá-la. Que potência de absorver!!! Que desastrosa pode ser a manifestação do nosso ser, apesar de parecer que temos tudo para sermos os melhores. Que inconsistência inimaginável na relação com os seres próximos. Que desequilíbrio entre absorção, acomodação e expressão, de tudo o que nos envolve. Por vezes penso que sou perfeito, que nasci numa altura perfeita da existência da terra, que tudo aponta para isso, e no entanto sempre tão perto de perder o controlo de tudo o que é equilibrado. Oiço as músicas mais belas, penso, vejo filmes magníficos, aprendo a sentir o mundo de uma maneira correta, e ainda assim sou o mais inseguro, pequeno, frágil, incapaz de construir, como se a energia se dissipa-se em mim. Tudo vem até mim no espaço da minha vida como se um sonho se tratasse, coisas que eu sonhava mas que achava que nunca iriam acontecer, não passavam disso, sonhos, e no entanto, tanto que se concretiza, para minha admiração e incompreensão dentro da minha compreensão. O poder quer me pertencer, ou será tudo uma ilusão? Que falta de amor é este que me faz andar a cambalear? O amor que poderia acontecer e que na realidade não compreendo. Ou será demasiado amor a provocar tudo isto que sinto? Serei eu que sou pobre de espírito ou serei eu extravasado de inteligência? Porque não vejo com claridade, objetividade, concretamente? Penso acerca do modo que vivemos, penso no modo em que eu vivo, se vou sobreviver apenas pensando, se haverá complacência do Criador para comigo e me livre de tanta atrocidade que vejo e me apegue ao que é bom e morra em paz. Talvez eu me compreenda demais, porque está escrito que assim havia de ser, para, assim, perceber os meus limites, e poder sobreviver. Mas se eu compreendo há muitos outros que compreendem muito mais, mas que apesar disso não reduzem a importância do que eu sou capaz de compreender, assim como vice-versa, eu já me apercebi... O paradoxo de amar os desconhecidos e ao mesmo perguntarmos porque havemos de os amar se não sabemos se está ‘o bem’ com eles, estranha-me. Esta vida parece-me que é o caminho a trilhar para purificar as alma de encontro ao infinito depois de virmos do nada, ou do quase nada, do ínfimo. 7 Mil milhões de pessoas a elevarem a consciência humana no sentido de escutar o que é Divino e no entanto tanta discrepância entre os que têm a fé e os que não a têm. Tanta gente que não quer saber, que não quer compreender que é possível ver ‘mais além’, pondo a ideia de indiferença ou derrotista de que é impossível compreender a vida vivendo no concreto, no agora, no palpável. Pois eu sinto que não vivo no presente, como na verdade se prova que ele não existe, vivo no sentimento do passado com a expectativa do futuro. E no entanto dou a razão a esses que serão felizes, ignorantes que convergem na vida, se especializam, sem andar a questionar sobre o inquietante futuro incerto, coisa que têm que amargar ‘os outros’ (neste caso, EU) que antes do tempo ousam saborear as questões do infinito, vivendo numa incompreensão que parece ser compreensão, perdendo a ilusão da felicidade por não saber, numa vivência em conforto enquanto é a casa do vizinho que está a arder. Com isto tudo, falei, como tenho falado, de questões ideológicas, imagináveis, no patamar das ideias, que, aparentemente, nada têm a ver com a realidade, esta, a minha realidade, em que eu queria ser feliz, expressando-me, viver emocionalmente equilibrado.

Mais um injustiçado

            Mais um dia quase passado, que, se fosse noutra hora de um outro tempo atrás e de uma outra maneira, poderia dizer que ‘com a esperança renovada’. Assim, agora direi que simplesmente ‘se está a passar’ e o peso dos dias que passam tendem a sobrecarregar meu ser físico e psíquico. O meu intelecto tende regredir de capacidade, a minha mente anda confusa, o meu psíquico anda desnorteado, com uma fome de verdade e de justiça e por não conseguir mudar o mundo, ao menos o meu mundo… mas nem isso. Não me sinto livre e algo (que poderia chamar Deus com convicção, se fosse noutra altura mais antiga) brinca com o meu ser a seu bel-prazer; a minha dignidade de homem está severamente manchada porque, precisamente, me magoaram indelevelmente, não sou um homem livre, não sou um homem mentalmente capaz de ter um bem- estar intelectual, porque meu espirito foi perturbado desde que me formei enquanto humano, muito possivelmente, além de onde a minha memória não pode chegar; à medida que o tempo passa, descubro o porquê de a minha vida ser perturbada, e desde precocemente isso acontece. A minha tristeza é enorme, e não deve ter fim, porque eu procuro o fim dela há já tanto tempo e não o encontro. Sinto uma revolta enorme com os meus progenitores, sinto uma revolta enorme por algo que eu não consigo identificar precisamente e poder lutar contra essas coisas que me perturbaram e perturbam, não sendo capaz de ultrapassar as dificuldades (porque não as consigo identificar claramente), um desejo que há tanto tempo cresce em mim (o de ultrapassar tudo isto); e à medida que cresce mais esse desejo mais me vejo incapaz de o realizar. Desejei a independência e a vingança – no sentido de fazer-se justiça na minha vida – daquilo, daquelas atitudes - que injustamente era alvo, pensei que cresceria e que depois então alguma luz se havia de fazer, me havia de livrar de tudo aquilo que acorrentava a minha humanidade, mas, não sabia eu, que, pelo contrário, o caminho que trilharia para essa independência era errado e que me levou a não ter saído deste mesmo sitio de sempre – falo precisamente de um momento da minha infância em que me apercebi que estava perante algo injusto, perante atitudes diárias de injustiça, pressão psicológica sobre uma inocente criança, assim como nesse dia em que me apercebi da injustiça de meu pai perante mim: sendo eu uma criança e ele tratar-me com tal dureza e crueldade, injusta, repito. Nunca me esqueci desse dia em que fugi à procura de um aconchego, em lágrimas de uma criança que tinha o mundo à sua frente, e o perdeu naquele momento, quiçá [oxalá esteja errado], para sempre, em que tudo passou a ser uma ilusão, porque só na ilusão eu poderia sobreviver com um mínimo de lucidez e normalidade aparente, tendo eu passado a fingir que vivia normalmente, quando eu entrei, na verdade, numa vida em que deixaria de ser eu, para entrar numa espécie de vida etérea, e não compreensível por ninguém que se tem cruzado pela minha vida, sem correspondência real com a vida normal dos outros, daquela no qual faz parte o senso-comum; foi nesse preciso momento que eu enxerguei pela primeira vez a injustiça e tive o sabor amargo da maldade psicológica pura e dura, de quem amava (ainda por cima, e que faz parte de muita gente por esse mundo afora) e que tive de perdoar durante toda a minha evolução para me tornar adulto, um adulto com handicaps aparentemente desvantajosos, para sobreviver, em última análise. Mas quem sou eu para estar acima de todas as outras criaturas que sofrem neste mundo? Sou só um e apenas um, mais um, do qual a injustiça e a inglória se querem apoderar. Por isso sou insignificante, por mais que isso me custe, e a minha vida depende do valor que eu lhe conseguir dar, por um lado, mas de enormes forças desconhecidas, por outro, (forças essas que partem de mim também e que se geram de uma forma muito estranha) além de que eu não consigo dar-lhe o valor mínimo necessário para que eu possa viver com clarividência mental e independência. A essência de quem eu sou foi como que sugada e açambarcada por algo que eu ainda tento desvendar, meu progenitor é um grande culpado disso, e eu não consigo lutar de modo a demarcar-me e ganhar o que ele me tirou, a forças de vida, a essência de quem eu sou. Mas este mundo é feito destas pessoas, más, não só ele mas como ele, com a força que a vida lhes imprimiu e que podem fazer tudo e andar por cima dos outros sem que venha o ‘Deus’ a safar quem é pisado, e a derrubar a maldade que se impõe injustamente.

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