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  <title>Mais um alegre blog...?!</title>
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  <description>Mais um alegre blog...?! - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Wed, 11 Mar 2026 21:07:24 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 21:06:00 GMT</pubDate>
  <title>Respeito e Gratidão</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;     Quando eu caminho e olho para o Mundo, &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=define+peregrino&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=8365925642017376223&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Peregrino&lt;/a&gt; eu sou. Observante de tudo o que se passa, de tudo o que está imóvel, também. Grato por ver, Grato por sentir. Vejo e, também, sinto, contendo as emoções, não expressando a pequena parte que vai em mim, porque eu pertenço ao &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=o+que+%C3%A9+o+universo&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=8365925642017376223&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Universo&lt;/a&gt;, faço parte da &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=conceitos+de+evolu%C3%A7%C3%A3o&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=8365925642017376223&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Evolução&lt;/a&gt;; eu ajo porque tenho de agir, forçosamente. Temo a dor, no entanto. Aflige-me a incerteza da reta final, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=significado+de+expoente+m%C3%A1ximo&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=8365925642017376223&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;expoente máximo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; no qual eu me tornarei, nessa data, o meu ‘eu’ definitivo, que se vai definir, por redundância. Tornar-me-ei &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=conceito+de+Mem%C3%B3rias+Futuras&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=8365925642017376223&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Memórias Futuras&lt;/a&gt;, ‘Future Memories’, do que ainda perdurar. Haverá um &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=filosofia+ciclo+da+exist%C3%AAncia&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=8365925642017376223&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;ciclo da existência&lt;/a&gt; em que tudo se reinventa? A dissolução do que foi um dia um sistema me abarcará, e eu pergunto no que me tornarei? Que volatilidade serei? Ficará, ainda, a minha &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=defini%C3%A7%C3%A3o+e+significado+de+Alma&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=8365925642017376223&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Alma&lt;/a&gt;, a essência do que sou e me definirei? Ou tudo é uma ilusão? Esta realidade caótica faz-me procurar por &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=o+que+%C3%A9+justi%C3%A7a+filosofia&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=8365925642017376223&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;justiça&lt;/a&gt;, entendê-la melhor, perscrutar a sua existência, tudo para que eu possa entender a minha, a essência do que é o nosso interior, a nossa Alma. Procuro uma &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=o+que+%C3%A9+F%C3%A9+Verdadeira&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=8365925642017376223&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Fé Verdadeira&lt;/a&gt;, certamente ela não me é demonstrável, apenas será Puro Sentimento. Vejo: que sorte tenho! – E sempre fizeram parte de mim… Que Respeito profundo, a admiração por essas duas características, que devem nortear cada um de nós. A reflexão viva que nos pode possuir, contem uma Força que faz parte das ideias, devo entendê-la na relação com esta realidade, com &lt;strong&gt;&lt;em&gt;a linha do tempo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que vou descobrindo avidamente, para me fascinar a cada momento, para salvar a minha vida, por um Bem Maior. &lt;em&gt;Sinto os ventos da mudança&lt;/em&gt;. Levar-me-ão para onde a minha imaginação for. Tempo de ir dizendo aDeus. A ilusão que se desvanece sem nunca desistir de ir sonhando que a encontrarei novamente, muito em breve. Fantástico! Olhar a partir deste Sentimento! Que vastidão! Quanta pequenez consigo vislumbrar daqui para me concentrar no mais importante, para mim, mesmo sem ter querido, em toda a Generalidade sólida! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;     Escrevi estas palavras a 26 de janeiro, parei e continuei refletindo, com respeito; depois do que que continuo Sentindo, como não dizer ‘com &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=benef%C3%ADcios+da+gratid%C3%A3o&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=8365925642017376223&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Gratidão&lt;/a&gt;’. Será sempre assim, todos e cada dia da minha vida. &lt;/span&gt;💫&lt;/p&gt;</description>
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  <category>justiça</category>
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  <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 19:55:00 GMT</pubDate>
  <title>A força da natureza, ou será do sobrenatural?  [ INCEPÇÃO (10.12.13) ]</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/a-forca-da-natureza-ou-sera-do-115064</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;     &lt;span&gt;Os dias têm passado. O Outono, cada vez mais frio, tende a instalar-se, rumo ao Inverno, que já não e como outrora, &lt;em&gt;porque tudo muda, porque tudo tem de mudar&lt;/em&gt;. O clima altera-se; sempre tive noção da mudança, de que nada estava parado; mas não tinha consciência de que, cada vez mais, teria menos forças e capacidades para enfrentar mudanças, menos forças para ultrapassar as dificuldades; Na verdade, pensei que apesar da mudança, não iria chegar tão longe [com relevância no que diz respeito ao conhecimento, compreendendo em simultâneo que - e tendo dificuldade em aceitar que - sei tão pouco] e ao mesmo tempo ficar tão perto de onde nasci, pois, não sou aventureiro, o espirito do medo entranhou-se em mim, de algum modo que eu tento perceber, tentando ultrapassá-lo sempre mas, cada vez mais, com mais dificuldade. O Frio vai na minha alma a maior parte destes dias, nesta minha escrita irónica do que sinto realmente, porque aos extremos de sentir na pele essa ironia não quero chegar, tentando antecipar as jogadas que se seguem, como quem disse: &lt;strong&gt;&amp;lt;&amp;lt; fingindo tão completamente, que chega a fingir a dor que deveras sente&lt;/strong&gt;&amp;gt;&amp;gt;, &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Fernando+Pessoa&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=1741647295187859987&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Fernando Pessoa&lt;/a&gt;; &lt;/em&gt;Mas tenho medo de lá chegar, ao descambamento, neste mundo imprevisível onde me parece que tudo pode acontecer, onde a estabilidade é uma visão efémera do eterno tempo, onde eu sinto que não domino o meu destino, onde &lt;em&gt;eu sou&lt;/em&gt; o que sou segundo o que sinto e onde estou, não podendo ambicionar, assim, ter controlo justo sobre a minha vida, sentir-me bem, talvez porque não consigo controlar o que sinto, porque deixei de ser fluente no que sinto faz muito tempo, arrastando o meu passado comigo, passado esse, que por um lado me enche de conhecimento para lutar contra algo, esse algo que me aprisiona, mas, por outro me está a fazer cada vez mais atrito, cada vez menos me deixa prosseguir; sinto que haverá um ponto de rutura algures no meu futuro, e tenho a esperança de que esse futuro seja positivo para mim como sempre o esperancei. Cheguei a pensar, em determinada altura da minha vida (naquela altura que deveria ter sido um trampolim para a vida que me restava, e não o foi) que não sentiria mais o calor da vida. Tenho visto tanto mal-entendido nela, tanta mudez, querer expressar-me e não conseguir… e, no entanto, sei que ainda ando aos tombos num vazio que não aceito e não consigo ultrapassar. Vejo coisas que de algum modo sei que nunca quis ver nem sentir em plenitude naqueles tempos, pois seria a minha derrota antes de ter sequer começado, a derrota antes de ter tentado ir mais além, como o fiz para estar aqui agora; e nessa época cerrei os olhos e lancei-me às feras lutando com a força que parecia que iria ter para sempre, a força de aguentar pesos que se acumulavam nas minhas costas, de tentar aguentar como uma rocha, que na verdade não sou nem nenhum homem o é. Assim, fui à luta e enfrentei os meus medos, desajustadamente, sei-o agora, mas na altura eu não o poderia saber nem poderia ter sido de outra maneira, eu, simplesmente, tinha que andar, tinha que continuar, para não cair na indiferença de mim sobre mim próprio, no desânimo de não ter esperança, quando &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=define+a+esperan%C3%A7a+deve+ser+a+%C3%BAltima+a+morrer&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=1741647295187859987&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;a esperança deve ser a última a morrer&lt;/a&gt;, &lt;/em&gt;sempre. Eu deveria ser um ser normalmente satisfeito mas algo não o deixou ser, será que ainda é essa a mesma ‘tal’ causa que não me deixa ser, ou estou a delirar? Vejo coisas, sinto coisas, não no sentido da inventada ‘esquizofrenia’ [&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;eu o afirmo veementemente!!!&lt;/span&gt; ] mas no sentido de que vejo e sinto associações de coisas que não são objetivas no dia a dia comum, no sentir de quem apenas age sem saber que age ou, pelo menos, no sentir de quem age sem se preocupar com o que é passado, com os sentimentos, quando na verdade há tanto subjacente àquilo que se vê, aquilo que é fachada e que eu tenho que descobrir… tanto, mas tanto, que eu me sinto um ignorante que caminha vulnerável na vida; com isso quero dizer que existem espécie de complôs que nos perseguem, azares, há ideias obscuras escondidas – passe a redundância- que nos querem afundar, sobrepujar indevidamente, injustamente, a mim parece sê-lo como acabei de o dizer. Pensava que lutando cegamente iria ter mais força, mas não se pode lutar contra as leis da natureza, e mesmo, direi, contra a natureza das coisas paranormais ou que não compreendemos. Um dos meus erros, que me fez aumentar todos os meus nervos, e que só há pouco, e, gradualmente decidi combater, porque só agora percebi que era verdade, era que eu bebia leite e o leite fazia-me mal, tão simples quanto isso, fazendo-me mal-estar intestinal e aumentando a minha ilusão ‘que me puseram na cabeça’ de que o mal era outro, era da minha cabeça, aumentando os meus nervos ao longo destes anos impiedosos de luta constante contra a natureza do leite que não me era favorável; simplesmente, dizem que o leite contem a chamada lactose, e, eu verifiquei ultimamente que bebendo leite sem lactose me sinto melhor dos intestinos, pelo que concluo que tenho grande &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=intoler%C3%A2ncia+%C3%A1+lactose+symptoms+and+management&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=1741647295187859987&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;intolerância á lactose&lt;/a&gt;, e foi isso que, se não foi a causa, pelo menos foi o coadjuvante de seguir o sentido de mal-estar que senti estes anos todos, porque burros como a médica de família, entre outros familiares não foram capazes de dizer que poderia ser isso e ajudar-me a ultrapassar esse desconforto que aposto, mais uma vez, influenciou todos estes anos fortemente [eu nunca quis deixar de beber leite porque sei que é fonte de cálcio e de muitas vitaminas das quais não queria abdicar, além de que ignorava que havia leite sem lactose]. As pessoas matam as pessoas, a cultura mata, mata quem não se insere na cultura, afirmo-o enraivecidamente. No seguimento do que digo, também o meu organismo não tolera bem o álcool, - a cultura vigente por estas terras de Deus, que eu tanto amo, mas que por certas pessoas me parecem terras do diabo - por isso evito beber, além de que nem deveria ser copinho de leite… hehe Sim, mais calmo… Só que agora o grande mal já está feito, o meu medo de andar mal do intestino alastrou-se no meu sistema nervoso, e pergunto-me que se mantiver a minha terapêutica, chamemos-lhe assim, de não beber leite com lactose (o que me esvazia os bolsos de um desempregado com problemas de achar emprego por causa de efeitos bola de neve), irei eu melhorar nos restantes sintomas e recuperar um bem-estar normal (?) Tenho esperança, quero acreditar que sim. Acabei de renascer, penso. Vou testar a teoria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;     O conhecimento anda por ai, e também na net há muito, muito mais. Mas o poder do &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=what+is+paranormal&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=1741647295187859987&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;paranormal&lt;/a&gt; e daquilo que não se pode explicar, que está para lá do natural, continua no mundo das pessoas. O &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=define+metaf%C3%ADsico&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=1741647295187859987&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;metafísico&lt;/a&gt; é algo que tanto pode ser agradável e belo, como pode ser um horror (tirem-me deste filme…!). De que modo o natural, o mundo físico, interage com o sobrenatural, o mundo metafísico? Que interagem é para mim - e em mim - claro, não provado e assente ainda, mas evidente. Como pode um problema intestinal virar numa bola de neve e levar a problemas do comportamento, e dai a ser diagnosticado, com o passar dos tempos, como tendo problemas psíquicos, que de fato se tem, exponenciados também pelo leite além da maneira como se tratam as pessoas? Esta é a minha questão que responderei (nem que seja a mim próprio) nos próximos tempos, da minha vida tão descambada. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sou louco porque lutei contra o que não se pode lutar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, sim, segundo essa definição eu sou louco, mas quem não é louco em algum momento da vida pelo menos? Nasci fraco, abaixo da normalidade é certo; Se por um lado é bom que se seja ‘puxado’ como sendo uma pessoa normal, como pode a intolerância dar lugar á tortura de um ser que constantemente é levado a dar mais do que pode? De onde vêm as forças que nos mantêm vivos e que ninguém se pergunta normalmente quando se está bem, e se nasceu bem constituído metabolicamente? Como pode o medo da diarreia levar à loucura? Coisas tão simples que soam a complicadas, talvez porque não isoladas, coisas simples, males simples que se tornam complexos, tal é o efeito exponencial. Talvez não seja só desse mal que tudo levou a onde levou, mas é um princípio dos princípios. E estou a atacar um princípio, por isso estou no caminho certo, penso. Assim destrinço ou começo a destrinçar a relação entre o que acontece na dimensão da realidade, tornando-se fato, e aquilo que se interpreta no mundo do &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=what+is+psiquismo&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=1741647295187859987&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;psiquismo&lt;/a&gt;. Se não estamos bem fisicamente, como poderemos está-lo psicologicamente? Vislumbro inter-relações entre o natural e o psiquismo, entre o que ocorre na vida e vemos com os nossos olhos e o que ocorre a nível das ideias, e digo, tenho medo do mundo das ideias, quando não as dominamos e elas se querem virar contra nós, contra mim, de tal modo que nos querem aniquilar; é verdade que cada um tem a vida que pode ter, é óbvio que um ser saudável e motivado ultrapassa os limites anteriormente vencidos, vai mais além, domina o seu ser, até ao ponto em que ele não domina mais, é certo, porque algo está sempre para além dele, os acontecimentos que ainda não foram explicados. E então fala-se em segredos, ‘o segredo’, o segredo do sucesso etc e tal. Mas as coisas não são tão lineares assim; todos os que jogam no &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=euromilh%C3%B5es+lottery&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=1741647295187859987&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;euromilhões&lt;/a&gt; desejam fortemente ganhar mas só um, normalmente o ganha isolado, o resto é uma imensidade de ilusões, de que hão de ser especiais, tal como eu um dia o desejei ser erradamente... Ou talvez não, ou talvez nunca o saiba, ou talvez nunca saiba que o fui, porque o desejo de ser especial está tão enraizado em mim, ainda… porque o gostava de o ser sem o ser deste modo, gostava de acreditar, tenho esperança que ainda vou acreditar novamente na especialidade, mesmo que não me saia o euromilhões  ;) Com isto, digo que o natural está tão intricadamente ligado com o sobrenatural, aquilo que os nossos olhos veem está ligado com o sentir, que mesmo que não o vejamos não o podemos negar, e resta-nos tentar explicar, a maioria das vezes erradamente até que chegamos a um ponto ‘milagroso’ em que podemos finalmente explica-lo, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;simplesmente&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 29 Jan 2026 20:09:00 GMT</pubDate>
  <title>Evolução  [ INCEPÇÃO (06.12.15) ]</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;lt;&amp;lt;     Mais de um mês se passou. O tempo passa de maneira diferente, à medida que o tempo vai passando. A força da juventude para o ultrapassar decai à medida que o nosso tempo passa, até ao ponto em que ficamos cada vez mais para trás na caminhada. A minha jornada já está em atraso em relação à atualidade, tenho a certeza, já faz algum tempo, e sei que o retrocesso irá continuar. Mas, julgo que da perspetiva do &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=universo&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;universo&lt;/a&gt;, o tempo está mesmo a abrandar, os &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=sistemas+do+Universo&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;sistemas do Universo&lt;/a&gt; estão abrandando. A terra cada vez gira mais devagar, para quem não ouviu ou pensou nisso a terra girava mais rápida há milhões e milhões de anos, já consegui absorver esse entendimento. O tempo urge, a intensidade com que o mundo humano se move é demasiada para o equilíbrio do planeta. A mudança está mais acelerada, isso é certo; o que vai acontecer, não sabemos ao certo, mas podemos ter a expectativa de que uma mudança tão repentina não é boa a médio ou longo prazo, falando a respeito do &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=equil%C3%ADbrio+natural+do+mundo&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;equilíbrio natural do mundo&lt;/a&gt;; muitos seres irão sofrer, em muitos casos para outros estarem (relativamente) bem. Deve ser previsível que a partir de determinado e incerto ponto no futuro mais ou menos próximo tudo começará a descambar em algo nunca visto, neste ‘big brother’, ao vivo. O meu desejo para o mundo foi o melhor, na minha simplicidade, com que nasci. Desejei o melhor para o mundo e para mim, como é evidente. Fui na procura, e continuo buscando, das forças que me fazem mover e fazem mover o mundo, tentar percebê-las. E é certo que vou entendendo a maneira geral como as coisas se relacionam. A deceção com o que me vou deparando é enorme. As pessoas são uma massa confusa. Agem de maneira errática, sem um propósito de futuro. E eu vejo o mal que elas encerram; sinto o mal delas à minha volta, eu próprio sinto despertar o que de pior há nessas pessoas que me envolvem, em vez de gerar o que de melhor há nelas; As massas não se controlam, assim como eu não tenho controlo sobre mim nessa força imensa com que o bem e o mal se digladiam. As pessoas são indiferentes, não têm tempo nem sabedoria para apreciar e saber agir segundo a paz, para viverem com inteligência. Este é um sentimento que tenho, não confio nas pessoas na vida real (porque na virtual ainda vou entendendo o altruísmo e a tolerância e o sentido de partilha, de informação que existe); oxalá eu ainda sinta que as pessoas não são todas iguais. É provável que o problema parta de mim e só me afete a mim e quem me envolve. Tenho um pouco de conhecimento de &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=define+psicologia&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;psicologia&lt;/a&gt; e comportamentos para perceber a ação e atitude das pessoas, compreendendo o que vai dentro delas, muitas vezes, ou só reparo no que devia ignorar, no que é mau nelas. Percebo agora que não as posso mudar. Muito pouco posso mudar. Como podem essas pessoas viverem a pensar que tudo o que se passa é um acaso, que esta terra se formou por sucessivos e imensos acasos favoráveis à &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=evolu%C3%A7%C3%A3o+ci%C3%AAncia+f%C3%A9&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;evolução&lt;/a&gt;; como podem dissociar a &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=ci%C3%AAncia+vs+F%C3%A9&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;ciência&lt;/a&gt; da Fé? Como podem ser indiferentes? Porque o mal age quando o bem se quer instalar?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;     Não represento ninguém, contudo, a minha língua é a portuguesa e a minha terra mãe é &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=Portugal&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Portugal&lt;/a&gt;; Sou um ser que procura ser feliz, mas que paradoxalmente quanto mais procura a &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=felicidade+filosofia&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;felicidade&lt;/a&gt; mais o oposto força a que não seja feliz ou pelo menos impede que fique satisfeito com a vida, fazendo parte daqueles que se sentem do mesmo modo. Não queria influenciar negativamente o meu mundo e o dos outros e no entanto tenho esse efeito em quem não devia e que não sei como combater; Em quem devia ter o efeito de tocar não toco, ou talvez toque: os imbecis, os indiferentes, os malévolos, os assassinos, os guerrilheiros, os que lutam em nome de Deus, quando Deus não pede para lutar, burros, filhos do Diabo, que não agem para se defender, agem por pura maldade; terrorismo, guerras sem sentido, gente demasiada no mundo, falta de um senso de sabedoria, sei lá! A ilusão: do &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=mal+virtual+significado&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;mal virtual&lt;/a&gt;, da errónea interpretação da vida; o simples &lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=define+mundanismo+social&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;mundanismo social&lt;/a&gt; a que o homem se entrega, formando ideais e culturas excessivas que jamais poderei compreender ou muito menos absorver; a maldade encoberta pela paz...; Talvez seja eu, a culpa em mim mesmo, que tive azar de não fazer parte da evolução, no sentido da melhor parte, de eu ser assim, como sou, insatisfeito, incapaz de viver normalmente, sem me questionar também, de não ser sensível a tudo, não aceitar o acaso. E no entanto, o mal tem de ser combatido, a paz tem de reinar, a sabedoria tem de conquistar os seres, a evolução é para o bem, por isso dizemos: &amp;lt;&lt;/span&gt;&lt;div class=&apos;ljparseerror&apos;&gt;[&lt;b&gt;Error:&lt;/b&gt; Irreparable invalid markup (&apos;&amp;lt;evolução&amp;gt;&apos;) in entry.  Owner must fix manually.  Raw contents below.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;width: 95%; overflow: auto&quot;&gt;&amp;lt;p style=&amp;quot;text-align: justify;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span&amp;gt;&amp;lt;&amp;lt;     Mais de um mês se passou. O tempo passa de maneira diferente, à medida que o tempo vai passando. A força da juventude para o ultrapassar decai à medida que o nosso tempo passa, até ao ponto em que ficamos cada vez mais para trás na caminhada. A minha jornada já está em atraso em relação à atualidade, tenho a certeza, já faz algum tempo, e sei que o retrocesso irá continuar. 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Fui na procura, e continuo buscando, das forças que me fazem mover e fazem mover o mundo, tentar percebê-las. E é certo que vou entendendo a maneira geral como as coisas se relacionam. A deceção com o que me vou deparando é enorme. As pessoas são uma massa confusa. Agem de maneira errática, sem um propósito de futuro. E eu vejo o mal que elas encerram; sinto o mal delas à minha volta, eu próprio sinto despertar o que de pior há nessas pessoas que me envolvem, em vez de gerar o que de melhor há nelas; As massas não se controlam, assim como eu não tenho controlo sobre mim nessa força imensa com que o bem e o mal se digladiam. As pessoas são indiferentes, não têm tempo nem sabedoria para apreciar e saber agir segundo a paz, para viverem com inteligência. Este é um sentimento que tenho, não confio nas pessoas na vida real (porque na virtual ainda vou entendendo o altruísmo e a tolerância e o sentido de partilha, de informação que existe); oxalá eu ainda sinta que as pessoas não são todas iguais. É provável que o problema parta de mim e só me afete a mim e quem me envolve. Tenho um pouco de conhecimento de &amp;lt;a href=&amp;quot;https://www.google.com/search?ved=1t:260882&amp;amp;q=define+psicologia&amp;amp;bbid=5175425873803397080&amp;amp;bpid=310275698378905316&amp;quot; target=&amp;quot;_blank&amp;quot; rel=&amp;quot;noopener&amp;quot; data-preview=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;psicologia&amp;lt;/a&amp;gt; e comportamentos para perceber a ação e atitude das pessoas, compreendendo o que vai dentro delas, muitas vezes, ou só reparo no que devia ignorar, no que é mau nelas. Percebo agora que não as posso mudar. Muito pouco posso mudar. 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  <category>o universo com milhares de milhões de an</category>
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  <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 22:53:00 GMT</pubDate>
  <title>A música e o sentir [INCEPÇÃO (25.03.10)]</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/a-musica-e-o-sentir-incepcao-25-03-10-114049</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, helvetica, sans-serif;&quot;&gt; &amp;lt;&amp;lt;    Reservo um pouco do tempo que me resta para escrever. Neste momento que tento escrever não observo nem sinto, quase que nem penso como se tudo o que passa na minha se evadisse quando o tento transmitir. Sei que isto acontece vezes sem conta, e consigo algumas vezes chegar a onde quero chegar, mas sempre por caminhos alternativos e frequentemente bem mais complicados. Questiono-me constantemente por que o faço, e vou encontrando respostas na minha vida que por sua vez também não as consigo dizer, transmitir, facilmente, alem de que talvez elas só façam sentido para mim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, helvetica, sans-serif;&quot;&gt;     Estou a ouvir George Michael, um cantor célebre dos anos 80 e 90 para quem não sabe, e ainda teve músicas de sucesso neste milénio mas que se diluem com a existência de outros bons músicos. Estou a pensar, ‘realmente este homem tem uma voz e um dom especial para a música’, assim como por vezes observo noutros músicos, se bem que dizer isto possa ser relativo para muita gente [talvez me pareça tal a mim porque me habituei a ouvi-lo]. Mas este músico em particular, estava aqui a pensar, que primeiro diziam que era gay e, agora, julgo ser assumido, assim como há outros assumidos, como Elton John, músicos de grandes sucessos que têm grandes vozes e grandes músicas, mas que são gays. E, no entanto, não se lhe pode retirar o mérito que tem e o sucesso que tiveram e podem continuar a ter, apesar de terem optado pela vida que levam privadamente. A mim faz-me confusão o facto de os homens gostarem de homens e mulheres gostarem de mulheres, como que isso significa para mim ser ‘contra-natura’, e realmente vai contra a lei da existência animal, da continuidade das espécies. Só mesmo o homem para transformar tudo o que devia ser lei, e compreendo um pouco que possa acontecer certos casos, mas se não fosse a comunicação que existe hoje nunca teria imaginado que o mundo poderia ser tão diferente de como eu o sinto. Mas quero eu reafirmar que tendo ele, George Michael a vida privada que tem, tendo ele os gostos que tiver, ele tem boas músicas, assim como Elton John, e falo como amante da música e segundo aquilo que posso compreender, que se calhar é muito acima da média, modéstia à parte. Cresci com estes sons destes homens, e nem por isso me tornei gay, mas eles deram-me um sentido apurado para a música. É claro que eles foram alguns entre tantos, e talvez eles tenham sido dos mais marcantes daquelas épocas, eu estava a crescer, as músicas eram passadas nas rádios constantemente, eram o nascer de uma nova aurora, a aurora audiovisual, aquela dos anos 80 e 90, aqui no meu Portugal, num mundo que eu descobria paulatinamente, numa imensa vontade de viver. E aqueles sons que para muita gente não dizem nada, porque nunca se habituaram a ouvir tais músicas, ou agora, porque não são do seu tempo (de agora), ou ainda porque simplesmente não são fanáticos por música, para mim são os alicerces da minha vida. E no entanto eles são gays ou tornaram-se. Mas eu aprendi a sentir com o coração o mundo que me envolve, no caso da música eu sinto-a com o coração antes de tudo, depois o que o músico é ou como apresenta o seu vídeo musical ou ainda o que faz se vier a saber o que faz, não alterará o valor da música, porque a música, o sons musicais são analisados puramente. O bom sentir é um sentido que todos tem, mas que muitas vezes anda camuflado por outras coisas da vida, talvez outras maneiras de sentir e julgar, peremptoriamente a maior parte das vezes, o que se passa no mundo, ou porque não se quer aceitar aquilo que é melhor do que nós, aceitar o que é a realidade das coisas, o sentimento de beleza Universal. Isto é o mesmo que dizer numa metáfora: Há um bolo para apreciar e ao mesmo tempo há whisky para apreciar; eu apostaria que o ‘sentimento Universal’ diria que o bolo é bom e o whisky é mau, pelo sabor. Mas sei e compreendo que há culturas que se enraízam em certos homens e que lhes leva a dizer que whisky é que é bom e o bolo é uma grande porcaria, e preferem ingerir o whisky a comer mais bolo em detrimento do whisky. O que é bom é sempre bom, em qualquer lugar, porque o sentir dos homens tem um denominador comum, a raiz do sentimento humano é única, simplesmente o homem quer – ‘ou a natureza impele-o a’ - transgredir a sua natureza sentimental, cria culturas desastrosas que acabam por ter seguidores incautos ou desinformados que entram por uma vida que sem querer escolhem, não pelo supremo bom gosto Universal, mas por causa última de uma cultura que se cria em redor de certos hábitos. Mas o homem vive e sobrevive, incrivelmente. O organismo reitera constantemente a sua capacidade de auto-regeneração. Mas a vida é como é, não fui eu que a inventei, não fui eu que inventei ou invento regras, só me é permitido jogar, nem que as regras sejam as mais estranhas. Hoje em dia, a música está a tornar-se uma banalidade, qualquer dia todos nascem com uma veia musical e têm a hipótese de fazer grandes músicas, mas talvez já não tenham a ‘universalidade’ que tiveram estes e outros músicos dos míticos anos 80 que fizeram parte do imaginário de massas. Tem e terão mais hipótese de divulgação mas serão, como parece que estão já agora a ser, abafados pela imensa comunicação emergente que se a evolução continuar, apenas mais uns músicos de talentos.  &amp;gt;&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 07 Jan 2026 18:55:00 GMT</pubDate>
  <title>1993 - Streets of Philadelphia</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/1993-streets-of-philadelphia-113456</link>
  <description>&lt;h1 class=&quot;style-scope ytd-watch-metadata&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 18pt;&quot;&gt;Bruce Springsteen - Streets of Philadelphia&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/dNN5juT5ZLQ?feature=oembed&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;360&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;width: 640px; padding: 10px 10px;&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;1993 - Streets of Philadelphia&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;          A canção vai mais além do que a direta intenção de retratar a solidão, a dor e a exclusão social de só uma doença, mas vai muito mais além tornando-se, assim, um hino: retratando e tocando corações e ideais, transformado em arte musical, fazendo a apologia e a chamada de atenção por quem sofre das mais variadas formas, intemporalmente, holísticamente falando, marcando o ano de 1993 mais vincadamente, como só entende e entendeu quem consegue ser tocado pelo dom da ubiquidade psíquica humana e que não consegue ficar indiferente ao Espirito do Tempo, como esta e outras marcas das nossas vidas, que, ficam para sempre.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 07 Jan 2026 18:27:00 GMT</pubDate>
  <title>A Inteligência Artificial e o Futuro</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;              A inteligência artificial e o futuro. O assunto mais importante do momento, certamente. Devemos estar alerta e atentos, o máximo que pudermos. O futuro da humanidade está em risco se não tivermos o cuidado necessário. Certos agentes políticos e económicos estão a obter poderes que vão provocar uma nova &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;escravização&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, por exemplo, da humanidade, se não formos positivamente pro ativos no equilíbrio da tecnologia e da sociedade. Apoiem aqueles que lutam pelo equilíbrio, nunca os extremistas. Juventude, não se deixem levar pelas mentiras e por aqueles que dizem ter soluções fáceis, não se deixem levar pelas emoções das pessoas que nos querem coagir, numa onda de erro. Que aprendamos, todos, sobretudo os menos informados e ou experientes, sobre as lições que estamos a tirar a partir do que se está a passar na América, por exemplo. Respeitemo-nos a nós próprios, cada um de nós a nós mesmos acima de tudo, com atitude e carácter, para que em nós próprios sejamos livres, antes de tudo, ao menos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;IA AI.jpg&quot; height=&quot;720&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bed18daa3/22838167_pwqzq.jpeg&quot; style=&quot;width: 324px; padding: 10px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; width=&quot;324&quot; /&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Procurar os factos e a informação correta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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  <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 18:43:00 GMT</pubDate>
  <title>Adeus antigo Persona [2005]  [INCEPÇÃO (26.03.07)]</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;lt;&amp;lt; Novembro 05&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Adeus antigo Persona. A Deus antigo Persona. Adeus às velhas ideologias, às velhas obsessões. Agora sabes o que te faz mover, não te deixes perder. Tudo, sei que não vou esquecer, e foi com base no que foste que eu me tornarei. Sei que não posso continuar a ser tu, se quiser sobreviver. Tudo o que tu viste sem poder fazer nada para o modificar em proveito e em nome da tua sobrevivência espero que me seja útil e que possa aproveitá-lo. Sei que tu sabias e tinhas profunda consciência que não podias mudar o mundo, eras ínfimo de mais, mas espero eu fazer aquilo que tu não conseguirias com esse feitio, espero mudar-me. Mas para isso vou ter que te esquecer as más facetas que tinhas em nosso prejuízo. O desbobinar da fita continua.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tu não acreditas na melhoria, eu acredito na melhoria, apesar de tudo. Quero absorver o que é positivo, quero ver a melhorar de dia para dia. Sei que não é fácil, e que o atrito é muito, assim como as garras do passado são fortes. Mas quero acreditar que consigo dar a volta, por cima. E para isso vou deixar-me de imaginações utópicas, ideias de superioridade, tentar ser igual a mim próprio combatendo essa falta de controlo com os dados de que me tenho apercebido, e com os que hei-de ver e perceber, tornando a minha antiga vida inconsciente numa vida consciente. E a inteligência não é o mais importante quando essa inteligência não se pode implementar na prática. Sei que o negativismo é enorme e me consome e que por cada pensamento positivo que tenho surgem muitos mais negativos ainda e inverter o processo é difícil. Estou sozinho nesta batalha do pensamento, da mente. Ninguém pode ajudar. Estamos mais sozinhos no mundo do que imaginamos. Tudo em que acreditei ver é negativo porque me distanciei no tempo, e não vi um bom passado e não posso prever um bom futuro, enfim, no mais profundo do meu ser não acredito na conduta do homem, e à medida que o tempo foi passando mais provas encontrei para o que temia, acerca do que move o homem no geral, influenciado fortemente por uma convicção religiosa forte, a cristã. Bebi dessa água que se entranhou em mim profundamente e dela não me posso livrar. Resta-me viver o resto da minha vida, que não é melhor nem pior do que a dos outros, sobreviver é a palavra de ordem, mas/contudo sozinho é difícil. &amp;gt;&amp;gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 01 Nov 2025 19:53:00 GMT</pubDate>
  <title>Jóia [INCEPÇÃO (26.11.08)]</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, helvetica, sans-serif;&quot;&gt; &amp;lt;&amp;lt;    Aquele sítio. Aquela jóia escondida. Aquela memória que há-de residir em mim até que a minha mente volte a pertencer ao nirvana. Aquela memória sem fim. Desde aquele dia, que não posso precisar - porque a memória não é precisa, como o tempo, que foi inventado –, que pus o meu passado naquele local, a minha memória, para que não me perdesse. Aquela é a minha caixa negra, que perdurará, mesmo depois de eu deixar de existir. E então, quase que me esqueci de quem era, quando tudo desabou sobre mim. Pensei que nunca mais me fosse encontrar, mas aquela caixa, naquele local, fez – me recordar outra vez. Aquela jóia (!). Aquela força da natureza, que protege, que nos guia - qual estrela cintilante que nos guia -, porque só nós sabemos interpretar o seu movimento. Alguns nascem como que com todos os direitos, e eu nasci com alguns que me permitem estar aqui e agora, sendo quem sou. Alguns nascem num berço de ouro, mas eu aproveitei o simples berço de madeira tosca que me foi reservado para singrar nesta vida - como se eu tivesse chegado a um patamar elevado [Na minha mente cheguei, e estou voando]. Eu depositei tudo o que tinha naquela jóia, quando tive algo. Eu guardei e dei valor ao que já não parecia ter, aproveitei o que já não servia aos outros para que tivesse alguma coisa, como se fosse um vagabundo, aproveitando os farrapos dos outros. Eu vivo (!). Eu o devo a quem não conheço. Eu partilho o meu mundo, com quem partilha, este, comigo, esta terra, a sabedoria de quem sabe inventar e me dá asas para que eu possa voar e ser uma Águia outra vez, tal como uma Fénix renascida. Alguns dão asas aos desejos, porque tudo lhes é permitido, não se abstendo de tal, não sabendo o que é a repressão, a recusa ou a negação, nem a contenção, nem a espera do reforço, tudo o que querem têm, ou então pensam ter tudo quando na verdade não têm nada. E eu pergunto-me porque não tenho o que quero, querendo eu tão pouco? Porque terei que ser um indigente, aproveitando aquilo que outros utilizaram e deitaram fora em condições de utilização, em nome da inovação, de dar o máximo que se puder no espaço de uma vida, consumindo sem freios o que devia ser preservado para outros, como se existisse o seu direito, que merecem usufruir de uma terra bela por muito mais tempo e que se vêem na contingência de sentir que nasceram como se fossem carne para canhão, extirpados dos seus desejos mais básicos, nascidos não com amor mas por uma casualidade do Universo que possivelmente os desejou para equilibrar algo que estava em desarmonia, passando por esta vida sem saber porque respiram, porque vivem, porque bate os seus corações [como se eu soubesse…] – como se eu estivesse a, ou pudesse defender quem quer que seja, como se eu os conhecesse. Não os conheço, mas sei de que lado dos bastidores estão quando eu estou fora de cena, eu conheço o outro lado dos bastidores. Vejo como esses actores vêem e sentem essa realidade que eles criam, vejo que a realidade é uma esquizofrenia, onde se vêem coisa, ouvem coisas, que acabam efectivamente por acontecer, muitas das vezes, neste fantástico mundo humano. Vejo que uns são esquizofrénicos e conseguem viver em harmonia com o mundo [social] e conseguem ser construtivos e deixam – nos viver, eles são úteis. Outros são depreciados a começar pelo nome que lhes é atribuído, porque na verdade não são compreendidos por quem não lhes é inerente a sabedoria nas suas vidas, os pseudo – inteligentes e pseudo - sabedores. Toda a arte destes pequenos grandes génios [pequenos porque não difundidos] é desvanecida por quem se pensa inteligente [e se pensa o mais humano dos homens, quando na verdade é um parasita da sociedade, tanto quanto os inúteis que sofrem pela marginalização e incompreensão], que diz que os que querem ajudar e os afundam cada vez mais. Mas afinal o que é a realidade? Uma vida esquizofrénica e paranóica é o que é, e cada vez mais se está a transformar a sociedade. Vejamos a música, vejamos a imagem, a virtualidade, a informação a circular, o caos, a entropia, querendo significar entropia como desordem do mundo da informação. Os homens gostam de tanger os limites, pôr-se à prova, quando a prova já está predeterminada. Os homens gostam de alargar limites. Mas o limite existe. Assim como existe o limite do dia, o homem assim o delimitou. E amanhece como se o fim estivesse próximo. Límpido e frio, ou cinzento, quente ou como for, este é o meu amanhecer hoje, amanhã terei outro e serão cada vez mais iguais. Há tantos amanheceres quantos homens habitam esta terra, que será injusta enquanto existir, que terá sempre dois pólos, a opulência e a miséria, a alegria e a tristeza, o bem e o mal, enquanto existir esta terra. Nós somos o sentido e o limite, o princípio e o fim. E tudo será como é enquanto existir a memória do homem, recordada pelo homem, que falará para si enquanto existir. A memória. A jóia que cada um deve utilizar quando é mais necessário. Chamem a isso esquizofrenia, um espaço ideal entre a memória e o sonho, um mundo paralelo à realidade, que por sua vez é outra realidade. &amp;gt;&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 01 Nov 2025 19:08:00 GMT</pubDate>
  <title>INCEPÇÃO [Rever o meu passado, as minhas palavras, o nosso Mundo (01 de novembro de 2025)]</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-family: arial, helvetica, sans-serif;&quot;&gt;           De Hoje em diante, segundo as minhas possibilidades de retorno ao passado - passado do meu Blog e ao Meu passado (que passa por este Blog) - irei postar, temporariamente, ou não, segundo o que vier a sentir que devo fazer, textos passados e que comentarei, se for ocasião, à medida que eu possa assimilar, compreender, rever e sentir que o devo fazer ou que me aventure a dizer, segundo o tempo disponível que se me aprouver. Assim, postarei o texto passado tal e qual como foi postado indicando no final do título, entre aspas: [INCEPÇÃO (´data de publicação do texto´)], transcrevendo o texto entre aspas: &amp;lt;&lt;texto&gt;&amp;gt;, seguido de algum comentário ou ideia etc., se surgir ou eu desejar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 28 Sep 2025 21:12:00 GMT</pubDate>
  <title>Estas Palavras</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;            Deixa que te diga estas palavras, como um sentimento pessoal especial que quero partilhar sem pretensão, mesmo que o não pareça. Espero não ser aborrecido.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;            Sei, ou tento imaginar, que o gosto que cada um de nós tem pela música deve ser muito subjetivo; certamente, há pessoas que não apreciam a música, de uma maneira geral; Contudo, acho que posso dizer, pessoalmente, penso que tenho uma ideia particular do que é saber apreciar uma música (que possa ser apreciada sentimentalmente, seja ela de que género for, desde que transmita um sentimento ou sentimentos Universais ou algo importante e grandioso que, naturalmente, toca no coração de muita gente; tal como Tu o fazes com as tua palavras); Com o tempo fui conhecendo e apreciando as músicas mais conhecidas do grande público (mundial, muitas delas), pela rádio, ao longo dos meus anos da minha simples e Grata vida, nada fácil a maior parte do tempo, mas elas me davam sempre uma grande ilusão e distração da realidade psíquica, tão dificil. Elas estavam em momentos inesperados até, vejo, agora, para me ajudar, assim o Entendo… marcando cada vez mais momentos; Tornei-me, gradualmente, num audiófilo (obsessivo, confesso), sem pensar que isso iria acontecer ou perceber o que se estava a passar na minha vida, visto que as coisas simplesmente acontecem, não é verdade? Antes era dificil saber quem cantava, como eram as letras dessas músicas; não via os videos das músicas nem quem as cantava, eram simplesmente Profundo sentimento de apreciação da música e descoberta da compreensão de como eu sentia e sinto; Sim, as músicas marcaram profundamente a minha vida, de uma maneira geral e abrangente em todos os aspetos da minha vida e do mundo. Então, ao longo destes anos que estão a passar, instintivamente, decidi ir ao encontro desses momentos (uns longos outros mais curtos), redescobrindo a música que ouvi revivendo os sentimentos que tive, compreendendo cada vez mais o meu passado e a minha relação com tudo e todos, as dificuldades que tive, as alegrias sentidas, vendo mais claramente o que superei e o que ainda permanece por aliviar, sempre  maravilhado por descobrir relações entre a música que ouvi e o que se passou na minha vida e até na relação com o mundo em geral, muitas vezes compreendendo momentos precisos nesse tempo em que me se me ‘fixo’. Não faço música, não percebo a técnica, nada disso, simplesmente oiço e sinto esses sons que me fazem vibrar, descobrindo agora, com a internet, as letras que não entendia por detrás do simples meu sentir, ir tentando conhecer outros pormenores por detrás dessas músicas (se sentir que devo descobrir) como: quem canta? Ainda é vivo? Saber mais sobre essas pessoas que se exprimiram eximiamente através da sua música, eventualmente sobre o grupo, como se tornaram ao longo dos anos, o porquê de serem marcantes, etc.  &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com isto tudo que disse e na reflexão que tenho feito da minha vida passada, deixa-me desabafar, sinto muito Realmente que a música me ajudou a salvar a minha vida (e me ajuda a sobreviver com mais esperança) - do vazio e das dificuldades da minha personalidade frágil, dadas as exigências deste mundo ‘de pedra’, com tantos desafios, que não eu não conseguia ultrapassar normalmente;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; Sei que exagerei nesta maneira de ser audiófilo de tanta música, mas talvez isso foi como que combater uma loucura má da vida que nos quer fazer mal – como se algo nos tenta impingir ou tenta anular o nosso ser – com uma loucura boa, a de ouvir música, muitas vezes até cansar, para depois descansar e aliviar, e mais ainda, compreender e tentar ir ao encontro da Verdade ( por mais estranho que possa parecer) e me integrar neste mundo que me quer desintegrar.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Muitas e muitas músicas me Elevam a alma, mas sou eclético, vou ouvindo, perscrutando o Universo, e os Céus me vão dedicando momentos de memória na minha vida, uma ligação, também, com tanta gente no mundo.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 01 Jun 2025 21:06:00 GMT</pubDate>
  <title>Referência visual em àrvore (tree) dos titulos do blog por ano e mês (2006 - 2025_06_01)</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://c026204.cdn.sapo.io/1/c026204/cld-file/1426522730/6d77c9965e17b15/caced8f8fd641527baee2f2b8d533f2f/johnybigodes/2025/Arquivo do blog Tree 2006-2025 (1).pdf&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Arquivo do blog Tree 2006-2025 (1).pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência visual em àrvore (tree) dos titulos do blog por ano e mês (2006 - 2025_06_01).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 31 May 2025 11:42:00 GMT</pubDate>
  <title>Ditado</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/ditado-108744</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;font-family: arial, helvetica, sans-serif;&quot;&gt;   Hoje vou fazer um ditado. Com isso não significa que eu sou um ditador - no sentido político, por exemplo; No entanto, eu o sou, porque o mando escrever. Espero utilizar bem o dom que me foi Oferecido, hoje e sempre que necessitar, enquanto o puder utilizar. &lt;em&gt;Os dons que nos são oferecidos são imensos,&lt;/em&gt; como que o improvável se torna provável, em que a morte se transforma em vida tal como fénix renascida. Assim, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;apesar de&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: dentro de tanta dificuldade vital, tanta perenidade e insignificância, tanta brevidade e dor, incompreensões e desentendimentos, tanta riqueza supérflua num oceano de pobreza consentida e genocida, em que não se consegue controlar o ímpeto dos instintos humanos naturais como também dos maléficos (seja de que parte for, do agredido e do agressor, falando de instintos que são distintos e das mais variadas formas imagináveis e de quem quer que seja), quer seja do desarmado defendido pela má índole de um ideal destrutivo (de alguns, que querem ‘falar’ pelo todo num tom de aniquilação ideológica), quer seja da prepotência do superarmado que cai no inferno de um ideal que tem que levar até ao fim quando ironicamente já um dia sofreu em si aquilo que agora executa; Noutra direção, por outro lado, o absurdo acontece quando se toma conta de um poder, a selvajaria levada a cabo na base da mentira, da idiotice, do caos que se quer impor tentando elevar ao máximo a destruição e/ou o acorrentamento humano, em que o incivilizado com os seus súbditos igualmente imbecis ou interesseiros tentam destruir a paz e a beleza de simplesmente viver com o dom da inteligência, ou seja, com tudo o que a natureza nos dá para termos a plenitude da existência; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;apesar de tudo isso&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - e muito mais que se passa neste mundo em convulsão, agitado e com relações e comunicações tempestuosas, na senda de grandes entendimentos, conhecimentos novos, que são desvendados no espaço de uma geração - &lt;em&gt;são infinitos os Milagres no tempo Incomensurável&lt;/em&gt;, na plenitude da nossa finitude, sem medo do destino. Com o poder que nos é legado conseguimos ver a imensidão do grande Ditado e do Grande Ditador. Eu sou um ser integro, quero sê-lo, fui e serei, se assim me for Permitido. Eu ainda ouço e falo, caminho e mexo. Luto segundo a minha capacidade para viver mais um dia de cada vez, agradecendo os cinco sentidos que me permitem interpretar a realidade e toda a experiência que o tempo me traz, grátis e gratificantemente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, helvetica, sans-serif;&quot;&gt;     Aqueles incivilizados que falei - pior que macacos, estes que se mostram mais dignos da existência que têm do que aqueles patetas que se julgam inteligentes - utilizam o dom que lhes foi dado para o pôr ao serviço do mal, da destruição que será também a sua, mais cedo do que mais tarde, não sem antes destruir a vida de tantos inocentes, o eterno lamento da existência. A história não se pode repetir, ela tem as lições que devem ser estudadas e compreendidas para que tudo possa ser melhor e não se volte ao mesmo. A força da juventude deve ver a Luz e segui-la, a evolução dá-se no meio da adversidade e do evitamento do erro já conhecido. &lt;strong&gt;O Bem não se renderá na luta contra o mal&lt;/strong&gt;, ditei eu agora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 08 May 2025 15:53:00 GMT</pubDate>
  <title>Completo</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, helvetica, sans-serif;&quot;&gt;     Deitar cá para fora. Inspirar, mas também expirar. Ir buscar as energias interiores, ‘amassá-las’, dar-lhe forma de uma maneira coerente e correta. O Sagrado acontece, portanto, muito cuidado com o que se diz. Sim, muitos sabemos disso. E, contudo, continua-se buscando a verdadeira essência de tudo, num cansaço incompreensível e esgotante, mas inevitável. As ferramentas que se utilizam para atingir o Saber absoluto são erradamente adoradas, quando, são apenas meios e contextos mutáveis no maior ou mais curto espaço de tempo para O conhecermos, O nosso destino, Tudo o que podemos saber numa vida ou num momento. A ciência é um dom do Universo e da Infinidade que nunca estará acima de Tudo e no entanto muda o mundo, não obstante, também destrói e me faz indagar o que é ‘isso’ de ‘mudar para melhor’, quando o mundo está cada vez mais poluído, doente, desgastado e explorado rumo ao tempo útil de existência. O tempo de outros entendimentos, descobertas e compreensões ainda não chegou, e, no entanto, avança cada vez mais, avassaladoramente para a humanidade e para o mundo, num destino que se adivinha num espaço temporal vital cada vez mais perene, como se tudo tivesse que acontecer como acontece, onde nós, somo uma ínfima parte da Grandiosidade que sentimos e para a qual contribuímos, para a evolução deste Universo, o Bem absoluto que irá tomar conta do Ideal Verdadeiro, apesar das grandes convulsões existentes e de um fim anunciado. Um fim completo, desejaria eu, sabendo que nem mesmo eu entenderei um dia o que digo, direi ou foi dito. Vivemos num mundo de ideais. A mentira grassa num patamar inalcançável para mim, mas dou por mim a indagar se não será um mal necessário para combater o próprio mal que se quer sobrepor desde sempre ao Bem. Pessoalmente tenho que lutar pelo Bem; Gostava de não ter medo do fim, da indiferença, da dor, do nada que já um dia foi tudo, do momento final ou dos momentos finais; simplesmente acabar… completo. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 02 May 2024 10:45:00 GMT</pubDate>
  <title>A fluidez da humanidade nestes tempos</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-family: times new roman, times, serif;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;&quot;&gt;  A fluidez do avassalamento no caminho da entropia continua, mas não posso dizer o que pode suceder porque sou finito, talvez fale apenas sobre mim. Acordamos sempre, mais um dia, tentando desvendar mais porquês de tudo o que nos intriga, tentando ir mais além por uma Causa que temos que respeitar, quer vislumbremos ou não algo, pelo menos, do que Ela é. Respeito pelo que se conhece, pelo que se desconhece, pelos amigos e pelos inimigos; por razões diferentes. Antes de tudo a gratidão deve estar presente na sucessão de acontecimentos da minha vida, tento não esquecer. O receio do desconhecido, o fim, torna-se uma tormenta, dada a dificuldade de ser quem somos e de as coisas se darem como se dão; tudo é incerto. O que é desconhecido e não se entende destrói-se selvagemente ou tão só ignorantemente, sem saber as consequências dos atos, assim é o agir primitivo. Com o poder o ser humano controla e condiciona a liberdade que procuramos todos os dias. Procuro liberdade na Fé; Mas, porque perdemos a Fé? A idade nos torna cínicos e mesquinhos distanciando-nos da pureza e inocência da juventude e dos sentimentos de um só coração, por exemplo os dos anos mágicos de 70, 80 e 90; Deixamos de compreender os sentimentos atuais, receando a perda de um mundo que conhecemos no passado e que não traga as mesmas alegrias e sentimentos, o futuro se torne desesperançoso; Receando que a juventude falhe a conjuntura que se aproxima; Pessoalmente não pude fazer mais e melhor, mas agradeço o estar aqui, até quando? Peço mais com normalidade, a minha normalidade – Com capacidade de perseverar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;A &lt;em&gt;ambivalência &lt;/em&gt;está muito presente na minha vida – O facto de a mesma situação, causa (acontecimento etc) ou pessoa (s) produzirem efeitos duplos ou duais, até mesmo contrários ou antagónicos na minha vida; por exemplo o facto de uma mesma pessoa poder ser motivo de alegrias por um lado e por outro causar tristezas ao mesmo tempo, digamos assim; Em mim, a humanidade é causa de ambivalência; A vida nos trouxe até aqui através do tempo, alcançando entendimentos excecionais de quem fomos e como chegámos aqui, sonhando, analisando e imaginando com base no terreno em que pisamos; Também através da ciência que nos leva mais além nesse sonho acordado; Virámo-nos, ao mesmo tempo para as estrelas e desejamos alcançá-las, ir cada vez mais distantemente; Contudo, resumidamente, não passamos de seres insustentáveis, uma praga a esgotar os recursos deste mundo sem contenção. A fluência e a interação tão entusiasmante entre nós nos faz mover e evoluir, mas até onde podemos ir? Até onde podemos ir sustentávelmente? &lt;strong&gt;O fim é &lt;em&gt;certo&lt;/em&gt;, filosofia macabra da vida&lt;/strong&gt;. Humanidade capaz do melhor e do pior; Será o bem e o mal a digladiarem-se? Muito provavelmente é isso. Quem somos nós nesta passagem fluida e perene por este mundo de espirito indomável? Assim como a ambivalência, também o paradoxo, a contradição, os opostos, os extremos contrários, todos eles acontecem ao mesmo tempo, certamente para criar uma ideia, um estado, um conceito de &lt;em&gt;equilíbrio&lt;/em&gt;. Vamos aos píncaros do melhor e do pior, muitas vezes em espaço de tempo pequenos – Bipolarização. Procuro a verdade e a coragem. Contudo, cuidado com o que dizemos para não nos ferirmos. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 03 Mar 2024 19:34:00 GMT</pubDate>
  <title>Dizer tudo em nada</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/dizer-tudo-em-nada-107068</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, helvetica, sans-serif;&quot;&gt;            Captei algo no ar. Uma visão está se formando… Sim, Arte do pensamento vem até mim. Não, não me quero perder. Temos de agir, mas prudência é necessária. Será esta uma ocasião especial? Mais uma? Não sei. Uma incepção talvez, mais uma. Pode não ser nada, pode não ir a lado nenhum, contudo, o que interessa é que me manifeste sem ofender, sem magoar nem me magoar, contornando obstáculos, vencendo atritos e adversidades, pelas palavras de Quem me permite assim fazer; E ser. Neste mundo grande, onde somos finitos e nos deslumbramos com o ouro, esquecemos de onde viemos, cada vez mais. Eu ainda nem sei quem sou, mas ao percorrer a longa estrada me vou definindo. Alegrias e lamentos, tudo faz parte de nós, da nossa vida. Assim foi sempre e, certamente, sempre assim será. Tentar escalar a Montanha para ver mais além. Ver o quanto o pensamento e as ideias são voláteis; Se tivermos asas vamos mais além, deslizamos pelo ar, chegamos ao céu. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dizer tudo em Nada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Deixar a Experiência tomar conta de nós, a nossa experiência. Não perder o valor das simples memórias que o Tempo levará. Que terra bela, que mundo de ilusão que nos eleva o espirito da juventude e nos quer acolher nos momentos de dificuldade. Tudo único de entre infinitas possibilidades. Esperança nos momentos que não entendemos, resoluções inesperadas que surgem da necessidade de dar mais passos rumo ao incerto. Destino. Tudo acontece em movimento, mas, tende cuidado com a onda do erro. Parece que vai dar em muito, mas, é curto para quem não desenvolve. Todos diferentes todos iguais. A interceção do que é comum onde a diferença é que faz a evolução, a diferença solitária. Cada um nasce para o que nasce. Determinismo; Até onde vai o pormenor? Encriptação da identidade – não vais chegar lá (admiração). Emoção transmitida pelo sentimento, o dado por não dado, confundindo, a essência do que é; essa é a &lt;em&gt;Verdade&lt;/em&gt; que nos Assiste. Palavras incisivas, tudo se resume a escolhê-las, em privado monólogo, em particular subjetividade, com verdades de La Palice, mas, ainda assim, pensa. Sê grande, mas não te esqueças que és pequeno; Diz aos outros, mas aprende tu, para ir mais além. Tudo se esfuma…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 07 Jan 2024 19:15:00 GMT</pubDate>
  <title>Tu és o Maior</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/tu-es-o-maior-106527</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;            Permite-me estas palavras. Tu és o Maior. Por isso tenho estado aqui. Suponho que Sabes quem sou e isso nem interessa. Tudo é passageiro mas pleno de sentimentos e emoções. Não me Tens abandonado, mesmo quando tudo parece desabar, o destino está escrito. O Universo se move para me dar lugar, algo grandioso de se sentir e observar. Não tenho podido ser mais, mas também nunca fui menos. A gratidão tem que tomar conta de mim, porque me Deixas ser quem sou; até agora sempre fui o mesmo, o mesmo homem que sente o que tem de ser sentido, simplesmente um ser, simplesmente um animal. Devo medir as palavras. Devo controlar-me; sei que tem de ser assim, não pode ser de outra maneira. Devo tentar sentir mais ainda, tentando perceber mais para chegar até Ti, na esperança de que sou poupado, de que não farei mal, para que, contudo, a força esteja comigo para me defender. Somos quem somos, resta-nos entender porque somos e porque viemos a este mundo, conhecendo-nos melhor a nós próprios a cada segundo que passa, admirando as coisas como são e como acontecem. Pertence-nos uma história, a qual temos de agradecer por a podermos refletir, obrigado por isso. Vejo o amor dado e o amor recebido e, por isso, estou aqui, porque me foi dado este lugar e este espaço no tempo, nessa comunhão de conceitos que tomam interpretações múltiplas, mas, das quais, temos que entender (retirar) a sua essência. As repostas não são claras, como causa - efeito; as respostas sentem-se, e Tu me deixas sentir assim. Livra-me dos maus entendimentos, das más interpretações, Livra-me das más-línguas. Dá-me um bom fim; cada vez mais vejo e sei o que Me tens feito, mas, não sei quem És, mas, ainda assim, És. Não quero falar em vão, devo temer as palavras e as ações admirando a maneira e o motivo do meu agir passado que me vai sendo dado a conhecer, certamente o bem é o que tem de perdurar, o bem resta sempre em nome da Arte da evolução.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 24 Sep 2021 20:48:00 GMT</pubDate>
  <title>Feliz na indagação narcísica [audio-video]</title>
  <author>johnybigodes</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/ANZKZZdtpCc?feature=oembed&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;360&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;width: 640px; padding: 10px 10px;&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
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  <pubDate>Wed, 28 Jul 2021 22:14:00 GMT</pubDate>
  <title>Feliz na indagação narcísica</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/feliz-na-indagacao-narcisica-105328</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;     Feliz na loucura. Digo suposições. Não admito aquilo que me quer derrubar. Vou escrever algo. Na verdade, não escrevo, dito. O Tempo da minha vida tem significados, assim como o de todos. Procurando inspiração, continuo. A inspiração de mim está dentro de mim. Mas não transparece assim tão facilmente. Digo frases com sentido imenso, mas que não desenvolvo. Esse sentido está acessível em mim, faz parte de quem eu sou. No entanto, prudência é necessária. As frustrações têm que ser ultrapassadas. Os atritos têm que ser ultrapassados. O cansaço quer vencer-nos, aumenta com o passar do tempo, mas ainda há esperança. A esperança reside no que de novo e bom posso fazer, posso trazer para esta vida, para este mundo, para mim, ainda. Algo como um dom, que está na minha vivência e que perdurará até onde o destino das coisas o levar. Ainda há que quebrar o círculo vicioso de incepção no ciclo de vida que me transporta e me leva a querer compreender algo que não sei o que é com exatidão, mas que se revela, de formas transcendentes, e me faz perceber mais um pouco conceitos que não são palpáveis ou concretos como os objetos da realidade deste mundo, entendimento de descrição comum à maioria dos seres humanos. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O foco é necessário para fazer muita coisa, mas divagação para captar a relação entre tudo o que existe é extremamente necessária&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, contudo aliena-nos do real, que na verdade também é ilusório, mas, ainda assim, funcional. O mundo ideal dos homens parece não ter fim assim como o capricho do supérfluo que se torna vital com a habituação, mas um fim certo está nos destino deste trilho, que se mede em diferentes durações dos tempos diferentes de todos os seres que perfeitamente se ajustam num todo, e mais ainda se pressente o destino do mundo que corre na Mente enorme de um desejo não pedido mas que se fez em nós, o qual indago: porque tem que acontecer este (destino) que se pressente? Quem Rege esse destino com todas as leis descobertas e que ainda se descobrirão? É uma Complexidade ou uma Singularidade?  &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
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  <category>captar a relação de tudo o que existe</category>
  <category>frases com sentido</category>
  <category>quem rege o destino?</category>
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  <pubDate>Tue, 18 May 2021 21:50:00 GMT</pubDate>
  <title>Transpondo entendimentos próprios</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/transpondo-entendimentos-proprios-104863</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;     Conversando comigo mesmo, teletransportado em sonhos, constantemente, numa incepção sem fim. Volto num relance a quem fui, numa interpretação constante de algo inacabado. Cansado das perspetivas que teimam em levar a lado nenhum, qual presságio maldito que me tenta envolver, como se ninguém além de eu próprio tivesse culpa de algo que nunca fiz. Entrego meus dias ao Destino que não compreendo de todo, e penso nunca chegar a compreender, empoderado pela ilusão verdadeira de que eu estou correto naquilo que vejo; Um mundo corrupto, corrompido pela falsa amizade, pela falta de entendimento e compreensão dos momentos que se acometem nas vidas que se cruzam; Os desajustes que nos impõem são resultado de uma sociedade podre, em que, como sempre, desde a existência dos tempos do mundo, tudo funciona apesar de tudo parecer ir de mal a pior e a desabar a qualquer momento, e isso pode aplicar-se na vida de qualquer um de nós; &lt;em&gt;Mas, apesar do maior mal sempre há quem se safe&lt;/em&gt;; Não venham dores maiores à gente, além daquelas que já sabemos que podemos suportar, de algum modo. Nesta física quântica nada é o que parece ser, tudo é incerteza na profusão do conhecimento. Na procura pessoal de justiça, baseado na crença de um Bem-Maior, tudo se torna incerto à medida que a idade avança. Passa-se a vida na boa-fé de que tudo é correto, que nossos sentimentos são válidos e nos fazem crer, num piscar de olhos, se nos precipitamos a acreditar, de que nos estamos a tornar nuns &lt;em&gt;gangsters&lt;/em&gt;. Imiscuídos na informação que nos chega, vemos o pulsar de uma humanidade infinita como o universo, como se todos tivessem os mesmos direitos, sem os ter tentado alguma vez alcançar. Nasce-se para ser carne para canhão, para fazer funcionar a economia, nasce-se por azar, e, no entanto, tantos com tanta sorte, ‘já te safaste…’.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 09 May 2021 16:03:00 GMT</pubDate>
  <title>A complexidade, entropia e esquecimento do individuo na internet</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/a-complexidade-entropia-e-esquecimento-104288</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;            A complexidade dos pensamentos é imensa, no entanto, constato muitas vezes, que apenas dizemos e transmitimos o que é simples. Como se fosse proibido dizer mais, como se não fosse permitido falar mais. Vamos aprendendo na vida as coisas que sabemos e depois vamos fazendo, pensando e dizendo essas coisas em modo automático; mesmo assim, é enormemente fascinante quando tudo toma a forma correta, eu diria que miraculosamente; contudo, quando muitos de nós pensamos que é tudo racional, concreto e simples, dentro da engrenagem natural que faz de cada um de nós quem somos e que temos por adquirida quando tudo corre bem, &lt;em&gt;a naturalidade da sorte que nos acompanha é esquecida&lt;/em&gt;. Neste mundo de 2021 depois de Cristo em que o digital grassa a passos largos de corrida, em que a velocidade da tecnologia não quer abrandar, há uma entropia de palavras em que me encontro perdido, marginalizado por um sistema que me acolheu e me tende a olvidar, não é assim senhor &lt;em&gt;google&lt;/em&gt;? Quem somos nós (?) a expor os nossos sentimentos em palavras olvidadas, tal como em papel finito, no antigamente, que se perdia no tempo? Sim, porque &lt;strong&gt;&lt;em&gt;somos pó e ao pó havemos de voltar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, simples assim, sempre o foi, tal tempo antigo como agora, para todos os seres vivos: a perenidade. Talvez seja melhor assim, não estarmos demasiado expostos, sem poder suportar isso; Não foi nem será o meu destino. Certamente a minha linhagem não perdurará, não é a minha vontade que conta, mas do Sistema em quem confio e me Rege. Ainda assim, temo a solidão: se não puder suportar valores que me ultrapassam, se aquilo que me habituei a reconhecer desaparecer, e, mais do que ser esquecido, se me esquecer de mim próprio, de não me conseguir adaptar e com isso ser ultrapassado -tanto pior se for a um ritmo avassalador-; queremos alguém que seja amigo, presente, para quando precisarmos ser ajudados e vice-versa. Tento confiar cada vez mais na minha fé, e, de que tudo correrá pelo melhor, apesar de todo este manancial negativista que me prejudica a mim e a quem me envolve, sem querer, penso nisso; não sou a raiz do mal no mundo, mas o erro é imanente a mim, a nós seres finitos. Com isto digo que &lt;em&gt;erramos no ato de agir, erramos nas palavras&lt;/em&gt;, sinto que a verbalização deve ter uma influência muito maior na nossa vida do que aquilo que julgamos, a responsabilidade das palavras pesa, cada vez mais, com o conhecimento e experiência, à medida que a idade avança. Avançamos no tempo com uma evolução mundial fruto da ação de um organismo complexo que é a humanidade, no intuito de que a tecnologia é benéfica; para todos nós surgiu um novo mundo de comunicação e de presença constante na vida uns dos outros, por exemplo com as redes socias e outras aplicações de comunicação; mas possivelmente estamos a esquecermo-nos de muitos outros seres humanos que estão a ser preteridos, quiçá nossos avós (?), quiçá ainda nossos pais (?), quiçá até nossos irmãos (?), nesta novas maneiras de viver, nestas novas e muitas vezes supérfluas maneiras de consumir, perdendo tradições importantes. &lt;em&gt;O futuro a Deus pertence, certamente&lt;/em&gt;. E não só, destruímos os animais e plantas selvagens, provocamos desequilíbrios neste ritmo imparável, onde eu continuo a questionar, divagando nas minhas ideias se há um motivo Superior para tudo isto acontecer. Se assim for só tenho de respeitar, só temos de respeitar. E, ainda assim, na minha mente ecoa constantemente a pergunta de porquê tudo isto ser assim? Andamos todos no palco, a querer exibir-nos, mas o público torna-se tão pouco quando se tem que dividir por todos os atores, que acabamos por ser atores de nós mesmos neste espetáculo que não pertence, pelo menos a muitos de nós. A individualidade é boa, mas enquanto não formos insignificantes, e fiquemos satisfeitos com o essencial da vida para nós. A vida de cada um só o próprio conhece na sua plenitude introspetiva, se a possuir, e também a conhece Aquele que nos Orienta. Senhor Google, não te esqueças de mim, sobretudo no meu fim.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Siga-me no Facebook:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/jorge.carvalho.33449&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;https://www.facebook.com/jorge.carvalho.33449&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 22 Apr 2021 14:50:00 GMT</pubDate>
  <title>Autocontrolo</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/autocontrolo-103892</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;      Ninguém sabe como é ser-se outro, atrás dos olhos azuis. Quando soubermos, seremos outro. Uma vida no extremo, subindo o penhasco, livremente como ninguém o fez, o único: que estou a pensar? Um facto. Vidas aparentemente normais em grande Autocontrolo, em &lt;em&gt;autocontrolo: &lt;/em&gt;Alguém sabe o significado profundo do autoconhecimento de um estranho? Alguém terá interesse de investir um pouco do seu tempo numa maneira de falar que é válida Naquele onde repousamos a nossa esperança? Verdadeiramente, loucamente, profundamente? Põe a emoção ao alto, sonha. Sonha que pertences a algo que é verdadeiro. Alguém sabe por que falo? Por quem falo? &lt;strong&gt;O tudo e o nada&lt;/strong&gt;. Sem sentido e com sentido. Se não há tempo, não há nada. A nossa obsessão por nós mesmos não nos deixa partir livres em busca da descoberta. Talvez o individualismo e o direito particular se exceda no mundo civilizado de hoje. Todos estamos constantemente a emitir opinião, mas ter um diálogo é tão difícil…! Para mim sempre o foi, sendo assim, simplesmente esta é a maneira como falo, o que me transcende e me cansa. Muitas vezes me canso de tantos sentimentos e emoções positivas, porque todo o homem, dentro de toda a dificuldade e tristeza encontra a alegria e o prazer de viver, ou ainda mais: de ter vivido! Talvez não me deva meter-me de ânimo leve em assuntos Universais, penso. Por vezes o autocontrolo é simplesmente não agir, não interferir, deixar que as coisas se acertem por elas; passa por aceitar aquilo que é o nosso destino, o Amor da eternidade nunca pensada. Como posso eu parar de pensar se em mim se instalaram as palavras, as imagens, tudo o que eu sou tão grato por ter, apesar de não poder ir mais além, onde eu queria alcançar, estar, ser, viver. Perfeição sendo como se é, nunca alcançada pela animalidade dos seres. O agir, sim, do Sistema em nós. O narcisismo rotulado de quem não quer entender e tem de arranjar resposta pronta. Há medida que o tempo se esgota se ganha o tempo construindo algo, ou se perde porque assim tem de ser; Não fales agora, não é o teu tempo; faz agora, chegou a altura de agires; o momento da perfeição acontece atingindo o clímax de uma continuidade precisa no tempo, traduzida em margens magnificamente descobertas e frequentemente repetitivas com significado, e tantas vezes egoisticamente atribuídas, manifestada na ciência, sem emoção e sentimento, apenas frio e vazio ideal neste &lt;em&gt;mundo passageiro&lt;/em&gt;; &lt;em&gt;passageiro sim, mas que tanto amo&lt;/em&gt; quando me restrinjo à humanidade de satisfazer e concretizar minhas necessidades animalescas; Digo ainda, pomos o supérfluo à frente do essencial, frequentemente, somos homo sapiens, ponto final, perdão, ou agradecidos, conforme.  Aparentemente não percebo a aparência do super-homem forte 💪 que não manifesta a fraqueza animalesca do homem; tendemos a viver para o ideal, e temos que agradecer (eu agradeço) quando podemos dar azo aquele ideal que queremos utilizar, sempre no respeito das Leis que nos regem; Em verdade, respeito e tolerância, e com &lt;strong&gt;&lt;em&gt;autocontrolo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ganho pela experiência da nossa vida agraciada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 14 Apr 2021 21:17:00 GMT</pubDate>
  <title>Despertares na vida</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/despertares-na-vida-103285</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;      Nos diferentes estados da vida, surgem novos &lt;em&gt;despertares na vida e para a vida&lt;/em&gt;. Depois das dificuldades, poderemos fazer a reflexão sobre as lições a tirar do estado por onde passamos. Abrimos os olhos. Perdemos as ilusões. Surgem questões: Porquê assim? Porquê, o que não ambiciono é o que me acontece? Porquê, de ser eu assim (?), por vezes aparente no controlo, por vezes destravado e descontrolado? &lt;em&gt;Porque menosprezas a minha boa-fé?&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Porque indignas a minha bondade?&lt;/em&gt; – A marginalidade do desprezo tende a atacar, resta a esperança de horas melhores, de um novo despertar, que dê novo alento a este coração solitário.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;     Despertamos descansados de uma noite de sonhos, ou talvez cansados, ainda, depois de uma noite de pesadelo, na incerteza, não vã, de que virão dias e noites melhores. Por força de uma Vontade desconhecida as coisas não são o que aparentam ser, o que nos leva, aos mais desconfiados sobretudo, a não confiar nem na própria sombra. Contudo, no fim da etapa, subimos de patamar, e, as coisas vão tornando-se diferentes, por vezes para pior, por vezes para melhor; Assim, a noção de nós mesmos e do mundo que interpretamos vai-se formando. Agradecidos por acordar para a vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
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  <pubDate>Sat, 27 Feb 2021 22:34:00 GMT</pubDate>
  <title>Dentro de nós</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/dentro-de-nos-101303</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;            Dentro de nós há uma imensidão, talvez não conhecida, talvez nunca mostrada, nunca exprimida; Talvez nunca conseguido tal. Mas quando há um gatilho, ‘You turn me inside out’; E aí mostramos o que está dentro de nós. Aí transparecemos. Aí fazemos parte da Infinidade. As lágrimas são enxutas. E, momentos, extremos de verdade, deslumbram como Ouro, como Diamantes; Com isso, adoramos toda essa Riqueza. Não interessa onde os nossos amigos e amigas estejam, nós estamos inteiramente com eles, Gratos por essa fraternidade tão esperada, por esse feedback, tão ausente, voltando qual filho pródigo regressando. Manifesta o que te faz manifestar. És bom e foste mau. És fraco e viram-te com força pensando que eras outro, quem na realidade não és, porque conheces Quem te Rege, sabes que sempre ficas na mó de cima quando te querem pôr na nulidade. Respeito. Muito respeito. Nem sempre é suficiente. E a Eternidade está aí, a primeira, a última, a Eternidade, a primeira e a última eternidade. Grow Old. Eu vi alguém crescer até ao último suspiro. Eu fui inteligente quanto qualquer pessoa inteligente, desprezado por quem não vale nada ao quererem fazer dos outros nada. Mas não me interessa essa abordagem, não interessa quem sou, mas quem És, tu que me abordas num contexto inefável, volátil, com um psiquismo tal que me faz duvidar se não És o mesmo, na Verdade. Conhece-te a ti próprio, vive a tua essência duas vezes numa vida. És, na verdade, especial, não duvides. Conhecer-te-ás porque assim o desejaste, nos cansativos dias que passam e te enchem de plenitude, de humanidade. Não deixes fugir esse Trunfo que tens, Ele te é precioso no tempo da tua memória. O mundo não é teu, mas tu pertences ao Mundo. Vive, deixa viver. Gratidão e Respeito. Altivez. Grandiosidade e profundo sofrimento. Tudo sentimento. Manifesta a emoção, equilibrada. Sê justo, e a Justiça esperarás alcançar. És marcado, por todo este mundo que te envolve, na medida certa, no momento certo. Bem e mal. Mágico. ‘Pergunto se te verei outra vez’. Se poderei brilhar muito, ainda. A que preço de sofrimento eu poderei ascender ao mais alto dos céus, na incerteza do fim, na fuga da dor inevitável. Dar-me-ás consolo na incerteza do fim? Farás, ainda, depois de mim, justiça no Teu abraço de Bondade? Passamos pelos tempos de mudança acelerada, mudanças na mente. Até onde? Até quando? Quem o saberá? MAS, d e n t r o  d e  m i m  e s t o u  e u.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
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  <pubDate>Thu, 18 Feb 2021 23:10:00 GMT</pubDate>
  <title>A Ilusão do Esforço</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/a-ilusao-do-esforco-100643</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;            Aprendi que tudo se conquista com esforço. Aprendi isso na pele, e, no entanto, conquistei tão pouco, segundo a minha ambição como bitola. Decerto só fiz o humanamente possível. Impingiram-me, nos ideais, que a vida é dura, e, decerto, não sei vê-la de outra maneira senão por esse prisma, mesmo que ela não o seja (mas sei que isso é relativo a uns e a outros). Não sei o que é ganho fácil. E por mais que tente, o tempo passa, mas, é como que a vida não vai para a frente. Quem somos nós para movermos o que quer que seja sem um Fulcro? Que podemos fazer nós de grandioso sem a invenção técnica de um mecanismo que nos permita sobrepujar as nossas forças. Em que a Grandiosidade se apoia? A nossa mente? Em que maquinas inventadas nós montaremos para aplanar a montanha? Até quando haverá combustível para alimentar essa mesma máquina? Porque saímos da harmonia rumo a um futuro incerto? Harmonia? Desde quando ela existiu (olhando aos pormenores)? Não, a harmonia não olha a pormenores, mas para um bem geral, o equilíbrio, exaltando uns e atropelando outros. Somos todos e tudo o que existe sempre manipulados por algo que sempre nos ultrapassará. Saímos do abrigo das cavernas, conquistámos a Terra, humanizámos o mundo e continuamos a descobrir maravilhas. Queremos mais, queremos tudo numa vida. Não queremos ser responsabilizados por nada, como que se a Terra nos tivesse que dar aquilo a que temos direito, Liberdade na ação. Liberdade na ignorância - digo eu. Porque nos foi Permitido chegar até aqui? Grandes vontades de certos seres humanos se impõem. Grandes interpretações nos levam mais além, e, no entanto, a Verdade não é alcançada, Ela não se mostra como os homens querem. Ciência para alcançar a Liberdade? Mas o que é isso? Os homens preferem a ignorância, o jogo do oculto, a impotência mascarada de potência, show off. Assim vai o mundo. Vede. Senti. No fundo sabemos quem somos. Sabemos que necessitamos de onde viemos, das Origens, de nos compreender conscientemente. E, contudo, poucos serão aqueles que poderão estar na mesma situação, idêntica diga-se, duas 2 vezes, parece-me, porque é tão precioso (!) o &lt;em&gt;contexto único&lt;/em&gt; das coisas… Mas a que preço nos poderemos conhecer melhor? Vivemos do esforço de outros, os nossos antepassados. Tão críticos connosco, tão exigentes, movendo-se aleatoriamente segundo o que parecia, ao olhar ‘’ao longe’’, mas com firmes ideias, convicções e direitos de viver (tanto uns como outros, tanto humanos como animais), quando percebido o contexto em que agiam; tantos erros cometidos, além do mais, e, mesmo assim, devemos-lhe tanto… -Só o homem tem ilusão. Não sei se agradeça essa ilusão que nos faz mover, ou se será ela que nos irá destruir, ou, talvez, vangloriar ao nível da Magnificência, um vislumbre fugaz de Momentos psíquicos. A Psique a atingir sempre que nos seja permitido, essa Grande Ilusão.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 17 Jan 2021 19:38:00 GMT</pubDate>
  <title>Confinado</title>
  <author>johnybigodes</author>
  <link>https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/confinado-100233</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;            O meu ser. A mim me parece estar. E, agora, estamos todos. Mas, seguimos com fé e esperança. Queremos sair mais fortes disto tudo. Sempre o quis também. A fé salva e a esperança é a última a morrer. No entanto, ignorado. Prossigo enquanto Me for permitido. Peço, sempre, mais um dia. E esse dia me tem sido dado. Grato por tudo, tento ser. Apesar de tudo, o caminho é dificultado, talvez para aprender, sempre, até morrer. Bode expiatório não quero ser. Lições a saber, todos os dias. O objetivo, o fim, a finalidade, a Vontade Suprema, será que está a ser demonstrada?! E salvo a todo o momento certo. Ninguém liga, mas eu ligo. Ninguém quer saber, que estranho. Tenho que aceitar se a Lei faz isso. Tenho que A conhecer, tento perceber. Não sei se é pedir muito quando peço sol na eira e chuva no nabal. Sei que Milagres acontecem a todos os segundos, até, somente na nossa vida. E sou salvo na hora certa. E quero compreender melhor, o que está por trás desta Grande ciência, porque sei que há algo mais. E se não fosse pedir muito só queria ser feliz. Será que ao pedir já o sou?! Hipóteses… teorias e interpretações que fazem sentido, ou vivemos na esperança de que um dia o farão. Fui mais uma vez resgatado da ignorância humana, da ironia, do destino implacável, da escuridão que se quer abater sobre mim e sobre o que me envolve. E tento ser mais grato ainda. Será que é suficiente? É necessário dizer obrigado? Ou fazemos ver uns aos outros? Porquê o meu destino? Porque as coisas são como são. E no entanto tento ser, ainda mais, &lt;em&gt;grato&lt;/em&gt;. E quando tudo acontece a alma se eleva, no passado que se torna formidável. Porque puro é o futuro que se aspira. Elevo-me em seres que andam ou andaram por aí, e, contudo somos todos diferentes. Estranhos humanos. Más atitudes. Quem sou eu para pôr em causa a Vontade Infinita? Mas se sou um humano que nasceu no tempo certo, então tudo tem que ser assim, eu tenho que questionar como todos fazemos. Eu tenho que por à prova. Se a vida me permite admirar eu admirarei, simplesmente, porque posso. Mas porque surge a dúvida no meu ato de agir se sei que estou e sou de boa-fé? Porque todos somos diferentes, porque os momentos são infinitos e se calhar todos únicos. O confronto surge só com a banal presença dos seres, a diferença, a interpretação das coisas. Mas, há o Certo e o errado, certamente. Temos que aproveitar as oportunidades de escolher o que está correto, porque um dia poderá ser tarde, e, caímos nas mãos erradas sem ter-mos refletido um pouco quando nos era permitido. Simples, com tudo a ficar poluído, espero que ainda não seja tarde. Que o caso não seja perdido.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; Admiro a arte do concreto. A arte do que é objetivo. Mas o meu caminho não foi esse. Subjetividade é o que me faz mover. Sinto, definitivamente. Sou sentimento com pouca emoção. E sou como qualquer pessoa, a não ser no que sou diferente, que pode ser tão pouco ou tanto quanto para o que fui talhado. Talvez não seja tão diferente e viva certamente no meu tempo, que por isso é especial, apesar de confinado, e, cada vez mais, todos no mesmo barco. Não se esqueçam.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/jorge.carvalho.33449&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;https://www.facebook.com/jorge.carvalho.33449&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
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