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Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

Mas, o que são ‘pessoas tóxicas’? - o significado da sua discriminação – a minha apologia

            Deparo-me, há já algum tempo, com artigos, de supostas opiniões que, talvez, tentam ter uma base científica (se bem que de cientifico não compreendo o que têm), que afirmam que se devem evitar ‘pessoas tóxicas’ para se ser feliz. Certamente, outras pessoas que terão uma maneira idêntica à minha, sentirão isto: logo à partida sinto-me, imediatamente (passe a redundância), discriminado, pois, conscientemente, sei que eu serei uma pessoa que se insere no conceito de ‘pessoa tóxica’. Vejo imediatamente também, por parte de quem defende tais ideias de discriminação e segregação das pessoas que se inserem em tal conceito, uma posição facista, do ponto de vista do comportamento delas, para com os outros, e, certamente, serão racistas, quiçá sexistas também, na sua maneira de lidar com as outras pessoas, entre outros conceitos que radicam na mesma posição de ideias. Pois, serei uma ‘pessoa tóxica’ devido ao meu ‘baixo astral’ (palavras brasileiras), devido a ser uma pessoa pessimista, séria, cinzenta na maneira de comunicar, pesada com as palavras, confusa no que digo, não fluente nos ‘rumos felizes do mundo’, e, tudo o mais em que eu não consigo pertencer à ideologia de uma raça que se vai tornar superior (segundo dizem pela ‘evolução’), pelas suas habilidades de comunicação e inteligência emocional e social, pela sua alegria de estar na vida e de interagir fluentemente com os outros. Fui tomando consciência, ao longo deste meu percurso de vida, em que por vezes o manifesto neste blog, de que, certamente, de algum modo mais ou menos marcado influenciei negativamente, e sem ter a intenção e consciência disso, muitas pessoas que se cruzaram comigo na minha vida [até em algumas pessoas que até me parecem nutrir alguma amizade por mim (nem que seja, simplesmente por solidariedade)], devido minha maneira de ser ‘tóxica’ (segundo o tal conceito), o meu baixo astral, o meu nervosismo e ansiedades incontroláveis, etc. Mas tenho, com certeza, também, consciência da marginalização a que fui sujeito na vida, de um certo ‘bullying’ (que na altura não se falava neste conceito, nem eu entendia as coisas como tal) por parte de certos colegas e não só, e, parece-me que tais pessoas que provocaram ou provocam estes comportamentos discriminatórios, certamente, não se consideram ‘pessoas tóxicas’ e provavelmente nunca ninguém os considerou como tal, tendo eles agido como escroto da sociedade, ao fazer tais coisas; assim, as pessoas que manifestam tais opiniões de discriminação, de que se deve evitar as ‘pessoas tóxicas’, de pessoas que são tristes ou pessimistas, e que me parece que, a maioria das vezes, sem o querer ser (e que têm uma razão de vida muito válida para serem e sentirem como são e sentem) e que, obviamente transportam baixo astral e influenciam negativamente o ambiente à sua volta, não nego isso, (tais pessoas que produzem tais afirmações), são certamente arrogantes (com tendência a ser prepotentes se assim o conseguirem ser), desconhecedoras de um mundo enorme de sentimentos e emoções que os rodeiam, um mundo que não se cinge apenas ao que é positivo, correto, feliz, saudável, cordial, de relações fraternas e favoráveis, portadoras de um certo ilusionismo de vida (penso que posso dizer isso), de um optimismo exacerbado [ignorando o todo que existe à volta de cada pessoa, como que, desconhecendo que todos vivemos em relações intensas e não visíveis (dada a sua complexidade) com os outros, com a natureza e com o mundo, com o Universo, numa teia grande de mais para se entender facilmente as suas ligações], tornando-se um escroto da sociedade ao fazer tais discriminações facistas, que certamente se tornam racistas, prepotentes e tudo o mais que está relacionado com estes conceitos. Para mim, quem produz e dissemina tais ideias de segregação de pessoas, são pessoas abjectas, que só olham ao próprio interesse, que pensam que sabem mais que a maioria das pessoas, quando na verdade, nem tentam entender, pelo menos um pouco mais o mundo e tudo o que existe, e não querem saber o que, como eles lhe chamam, uma ‘pessoa tóxica’ pode ter para dar ao mundo e à vida; uma lição que seja, de coragem, de inteligência acima de inteligências não ‘tóxicas’ entre outras coisas, como seja, também, a contribuição do que significa existir e ser humano entre humanos e restantes seres vivos. Não temos que nos dar com quem não queremos, se não fazem o nosso tipo de pessoa; cada pessoa é livre de escolher os amigos que quer ou pode ter, se os prefere alegres e bem-dispostos, ou, sérios, nervosos e com um comportamento estranho. Mas disseminar tais ideias de segregação de pessoas deve ser bloqueada; no fundo, desejaria imprópriamente, que, um dia tais pessoas que afirmam tais barbaridades sentissem na pele aquilo que apregoam, para se tornarem mais humanas e inteligentes, e verem que absolutismos (ideais absolutos) não podem existir, e nem devem existir, numa sociedade que se afirma, arrogantemente, em ‘evolução’ e cada vez mais inteligente. Quiçá um dia, talvez algumas dessas pessoas, que afirmam coisas desse género, tenham filhos que sejam deficientes, por exemplo, como irão seguir o seu ideal de ser feliz? Quiçá um dia os filhos que terão serão tristes, com baixo astral, pessimistas ou etc., como defenderão o seu ideal de evitar ‘pessoas tóxicas’? Não amarão seus filhos como são e não tentarão ajudar a fazer feliz, se possível, um pouco que seja, esses filhos que por qualquer motivo são diferentes? Abandonarão-os? Quem consegue viver feliz para sempre, evitando ‘pessoas tóxicas’, tendo filhos saudáveis e eles próprios com saúde toda uma vida, a essas pessoas, parabéns (!), tiveram uma grande sorte na vida, e se a tiverem, também, na morte, só tenho uma coisa a dizer-lhes, <<invejo-vos do fundo da minha alma>>, porque eu também um dia segui o ideal da perfeição, do bem-estar, da juventude eterna, do aqui e agora (o presente), da despreocupação (tentada), do desconhecimento da culpa e da infelicidade…; Repensem as teorias que tentam espalhar por esse mundo, porque a história existe para nos ensinar, a inteligência para evoluir. Hitler também, um dia, idealizou um mundo fantástico de uma nação dominadora, de um poder absoluto, de uma pureza de uma raça, de um mundo e de um poder que não teria fim, de um mundo de homens intocáveis.

            Um facto é certo, enquanto esgrimirmos as palavras, talvez, as acções erradas sejam contidas e moderadas. Então, melhoremos o nosso discurso sempre, ou, pelo menos, tentemos. Se existe o ‘tóxico’ infeliz, se tiverem o antidoto dessa ‘toxina’ então injectem-lhe para ele ser feliz, porque, se podiam fazer algo e simplesmente ignoraram, um dia talvez lhes aconteça o mesmo quando menos esperarem e sejam vítimas de algo que pensavam ser imunes. O meu grande ideal acerca dos seres deste mundo é o de que todo o ser tem direito à vida, uma vez jogado a este mundo, e tem o direito de lutar por ela de acordo com as Leis da vida e a sua compleição física, fisiológica e mental, no entanto, em respeito pelos outros seres e culturas, a não ser que Leis maiores se levantem, Leis essas, que não são propriamente as leis que o homem cria, que não passarão de simples regras de convivência; mas também, todo o ser tem o dever de se melhorar a si próprio, se tal lhe for possível, e fazer melhor do que aqueles que o antecederam, e essa é uma Lei da natureza, que pode estar de acordo com o conceito de ‘evolução’, do qual não posso estar alheio.

            Esta foi uma apologia dos seres e de mim próprio, mas nada fica por aqui, nada é definitivo.

 

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Monte Fuji - Japão

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       Monte Fuji - Japão, com uma aura transcendentalmente colorida, na beleza de um entardecer.

 

       Num mundo de um Blog, a escuridão não pode ser completa, a música preenche-nos os sentimentos e marca momentos. As palavras, muitas vezes, são demasiado subjetivas, fortes ou desinteressantes. As imagens ganham lugar também.

 

 

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