Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.
Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.
01 de novembro de 2025
De Hoje em diante, segundo as minhas possibilidades de retorno ao passado - passado do meu Blog e ao Meu passado (que passa por este Blog) - irei postar, temporariamente, ou não, segundo o que vier a sentir que devo fazer, textos passados e que comentarei, se for ocasião, à medida que eu possa assimilar, compreender, rever e sentir que o devo fazer ou que me aventure a dizer, segundo o tempo disponível que se me aprouver. Assim, postarei o texto passado tal e qual como foi postado indicando no final do título, entre aspas: [INCEPÇÃO (´data de publicação do texto´)], transcrevendo o texto entre aspas: «Narrativa do texto», seguido de algum comentário ou ideia etc., se surgir ou eu desejar.
A canção vai mais além do que a direta intenção de retratar a solidão, a dor e a exclusão social de só uma doença, mas vai muito mais além tornando-se, assim, um hino: retratando e tocando corações e ideais, transformado em arte musical, fazendo a apologia e a chamada de atenção por quem sofre das mais variadas formas, intemporalmente, holísticamente falando, marcando o ano de 1993 mais vincadamente, como só entende e entendeu quem consegue ser tocado pelo dom da ubiquidade psíquica humana e que não consegue ficar indiferente ao Espirito do Tempo, como esta e outras marcas das nossas vidas, que, ficam para sempre.
A inteligência artificial e o futuro. O assunto mais importante do momento, certamente. Devemos estar alerta e atentos, o máximo que pudermos. O futuro da humanidade está em risco se não tivermos o cuidado necessário. Certos agentes políticos e económicos estão a obter poderes que vão provocar uma nova escravização, por exemplo, da humanidade, se não formos positivamente pro ativos no equilíbrio da tecnologia e da sociedade. Apoiem aqueles que lutam pelo equilíbrio, nunca os extremistas. Juventude, não se deixem levar pelas mentiras e por aqueles que dizem ter soluções fáceis, não se deixem levar pelas emoções das pessoas que nos querem coagir, numa onda de erro. Que aprendamos, todos, sobretudo os menos informados e ou experientes, sobre as lições que estamos a tirar a partir do que se está a passar na América, por exemplo. Respeitemo-nos a nós próprios, cada um de nós a nós mesmos acima de tudo, com atitude e carácter, para que em nós próprios sejamos livres, antes de tudo, ao menos.
Adeus antigo Persona. A Deus antigo Persona. Adeus às velhas ideologias, às velhas obsessões. Agora sabes o que te faz mover, não te deixes perder. Tudo, sei que não vou esquecer, e foi com base no que foste que eu me tornarei. Sei que não posso continuar a ser tu, se quiser sobreviver. Tudo o que tu viste sem poder fazer nada para o modificar em proveito e em nome da tua sobrevivência espero que me seja útil e que possa aproveitá-lo. Sei que tu sabias e tinhas profunda consciência que não podias mudar o mundo, eras ínfimo de mais, mas espero eu fazer aquilo que tu não conseguirias com esse feitio, espero mudar-me. Mas para isso vou ter que te esquecer as más facetas que tinhas em nosso prejuízo. O desbobinar da fita continua.
Tu não acreditas na melhoria, eu acredito na melhoria, apesar de tudo. Quero absorver o que é positivo, quero ver a melhorar de dia para dia. Sei que não é fácil, e que o atrito é muito, assim como as garras do passado são fortes. Mas quero acreditar que consigo dar a volta, por cima. E para isso vou deixar-me de imaginações utópicas, ideias de superioridade, tentar ser igual a mim próprio combatendo essa falta de controlo com os dados de que me tenho apercebido, e com os que hei-de ver e perceber, tornando a minha antiga vida inconsciente numa vida consciente. E a inteligência não é o mais importante quando essa inteligência não se pode implementar na prática. Sei que o negativismo é enorme e me consome e que por cada pensamento positivo que tenho surgem muitos mais negativos ainda e inverter o processo é difícil. Estou sozinho nesta batalha do pensamento, da mente. Ninguém pode ajudar. Estamos mais sozinhos no mundo do que imaginamos. Tudo em que acreditei ver é negativo porque me distanciei no tempo, e não vi um bom passado e não posso prever um bom futuro, enfim, no mais profundo do meu ser não acredito na conduta do homem, e à medida que o tempo foi passando mais provas encontrei para o que temia, acerca do que move o homem no geral, influenciado fortemente por uma convicção religiosa forte, a cristã. Bebi dessa água que se entranhou em mim profundamente e dela não me posso livrar. Resta-me viver o resto da minha vida, que não é melhor nem pior do que a dos outros, sobreviver é a palavra de ordem, mas/contudo sozinho é difícil. >>
<< Aquele sítio. Aquela jóia escondida. Aquela memória que há-de residir em mim até que a minha mente volte a pertencer ao nirvana. Aquela memória sem fim. Desde aquele dia, que não posso precisar - porque a memória não é precisa, como o tempo, que foi inventado –, que pus o meu passado naquele local, a minha memória, para que não me perdesse. Aquela é a minha caixa negra, que perdurará, mesmo depois de eu deixar de existir. E então, quase que me esqueci de quem era, quando tudo desabou sobre mim. Pensei que nunca mais me fosse encontrar, mas aquela caixa, naquele local, fez – me recordar outra vez. Aquela jóia (!). Aquela força da natureza, que protege, que nos guia - qual estrela cintilante que nos guia -, porque só nós sabemos interpretar o seu movimento. Alguns nascem como que com todos os direitos, e eu nasci com alguns que me permitem estar aqui e agora, sendo quem sou. Alguns nascem num berço de ouro, mas eu aproveitei o simples berço de madeira tosca que me foi reservado para singrar nesta vida - como se eu tivesse chegado a um patamar elevado [Na minha mente cheguei, e estou voando]. Eu depositei tudo o que tinha naquela jóia, quando tive algo. Eu guardei e dei valor ao que já não parecia ter, aproveitei o que já não servia aos outros para que tivesse alguma coisa, como se fosse um vagabundo, aproveitando os farrapos dos outros. Eu vivo (!). Eu o devo a quem não conheço. Eu partilho o meu mundo, com quem partilha, este, comigo, esta terra, a sabedoria de quem sabe inventar e me dá asas para que eu possa voar e ser uma Águia outra vez, tal como uma Fénix renascida. Alguns dão asas aos desejos, porque tudo lhes é permitido, não se abstendo de tal, não sabendo o que é a repressão, a recusa ou a negação, nem a contenção, nem a espera do reforço, tudo o que querem têm, ou então pensam ter tudo quando na verdade não têm nada. E eu pergunto-me porque não tenho o que quero, querendo eu tão pouco? Porque terei que ser um indigente, aproveitando aquilo que outros utilizaram e deitaram fora em condições de utilização, em nome da inovação, de dar o máximo que se puder no espaço de uma vida, consumindo sem freios o que devia ser preservado para outros, como se existisse o seu direito, que merecem usufruir de uma terra bela por muito mais tempo e que se vêem na contingência de sentir que nasceram como se fossem carne para canhão, extirpados dos seus desejos mais básicos, nascidos não com amor mas por uma casualidade do Universo que possivelmente os desejou para equilibrar algo que estava em desarmonia, passando por esta vida sem saber porque respiram, porque vivem, porque bate os seus corações [como se eu soubesse…] – como se eu estivesse a, ou pudesse defender quem quer que seja, como se eu os conhecesse. Não os conheço, mas sei de que lado dos bastidores estão quando eu estou fora de cena, eu conheço o outro lado dos bastidores. Vejo como esses actores vêem e sentem essa realidade que eles criam, vejo que a realidade é uma esquizofrenia, onde se vêem coisa, ouvem coisas, que acabam efectivamente por acontecer, muitas das vezes, neste fantástico mundo humano. Vejo que uns são esquizofrénicos e conseguem viver em harmonia com o mundo [social] e conseguem ser construtivos e deixam – nos viver, eles são úteis. Outros são depreciados a começar pelo nome que lhes é atribuído, porque na verdade não são compreendidos por quem não lhes é inerente a sabedoria nas suas vidas, os pseudo – inteligentes e pseudo - sabedores. Toda a arte destes pequenos grandes génios [pequenos porque não difundidos] é desvanecida por quem se pensa inteligente [e se pensa o mais humano dos homens, quando na verdade é um parasita da sociedade, tanto quanto os inúteis que sofrem pela marginalização e incompreensão], que diz que os que querem ajudar e os afundam cada vez mais. Mas afinal o que é a realidade? Uma vida esquizofrénica e paranóica é o que é, e cada vez mais se está a transformar a sociedade. Vejamos a música, vejamos a imagem, a virtualidade, a informação a circular, o caos, a entropia, querendo significar entropia como desordem do mundo da informação. Os homens gostam de tanger os limites, pôr-se à prova, quando a prova já está predeterminada. Os homens gostam de alargar limites. Mas o limite existe. Assim como existe o limite do dia, o homem assim o delimitou. E amanhece como se o fim estivesse próximo. Límpido e frio, ou cinzento, quente ou como for, este é o meu amanhecer hoje, amanhã terei outro e serão cada vez mais iguais. Há tantos amanheceres quantos homens habitam esta terra, que será injusta enquanto existir, que terá sempre dois pólos, a opulência e a miséria, a alegria e a tristeza, o bem e o mal, enquanto existir esta terra. Nós somos o sentido e o limite, o princípio e o fim. E tudo será como é enquanto existir a memória do homem, recordada pelo homem, que falará para si enquanto existir. A memória. A jóia que cada um deve utilizar quando é mais necessário. Chamem a isso esquizofrenia, um espaço ideal entre a memória e o sonho, um mundo paralelo à realidade, que por sua vez é outra realidade. >>
De Hoje em diante, segundo as minhas possibilidades de retorno ao passado - passado do meu Blog e ao Meu passado (que passa por este Blog) - irei postar, temporariamente, ou não, segundo o que vier a sentir que devo fazer, textos passados e que comentarei, se for ocasião, à medida que eu possa assimilar, compreender, rever e sentir que o devo fazer ou que me aventure a dizer, segundo o tempo disponível que se me aprouver. Assim, postarei o texto passado tal e qual como foi postado indicando no final do título, entre aspas: [INCEPÇÃO (´data de publicação do texto´)], transcrevendo o texto entre aspas: <<TEXTO>>, seguido de algum comentário ou ideia etc., se surgir ou eu desejar.
Deixa que te diga estas palavras, como um sentimento pessoal especial que quero partilhar sem pretensão, mesmo que o não pareça. Espero não ser aborrecido.
Sei, ou tento imaginar, que o gosto que cada um de nós tem pela música deve ser muito subjetivo; certamente, há pessoas que não apreciam a música, de uma maneira geral; Contudo, acho que posso dizer, pessoalmente, penso que tenho uma ideia particular do que é saber apreciar uma música (que possa ser apreciada sentimentalmente, seja ela de que género for, desde que transmita um sentimento ou sentimentos Universais ou algo importante e grandioso que, naturalmente, toca no coração de muita gente; tal como Tu o fazes com as tua palavras); Com o tempo fui conhecendo e apreciando as músicas mais conhecidas do grande público (mundial, muitas delas), pela rádio, ao longo dos meus anos da minha simples e Grata vida, nada fácil a maior parte do tempo, mas elas me davam sempre uma grande ilusão e distração da realidade psíquica, tão dificil. Elas estavam em momentos inesperados até, vejo, agora, para me ajudar, assim o Entendo… marcando cada vez mais momentos; Tornei-me, gradualmente, num audiófilo (obsessivo, confesso), sem pensar que isso iria acontecer ou perceber o que se estava a passar na minha vida, visto que as coisas simplesmente acontecem, não é verdade? Antes era dificil saber quem cantava, como eram as letras dessas músicas; não via os videos das músicas nem quem as cantava, eram simplesmente Profundo sentimento de apreciação da música e descoberta da compreensão de como eu sentia e sinto; Sim, as músicas marcaram profundamente a minha vida, de uma maneira geral e abrangente em todos os aspetos da minha vida e do mundo. Então, ao longo destes anos que estão a passar, instintivamente, decidi ir ao encontro desses momentos (uns longos outros mais curtos), redescobrindo a música que ouvi revivendo os sentimentos que tive, compreendendo cada vez mais o meu passado e a minha relação com tudo e todos, as dificuldades que tive, as alegrias sentidas, vendo mais claramente o que superei e o que ainda permanece por aliviar, sempre maravilhado por descobrir relações entre a música que ouvi e o que se passou na minha vida e até na relação com o mundo em geral, muitas vezes compreendendo momentos precisos nesse tempo em que me se me ‘fixo’. Não faço música, não percebo a técnica, nada disso, simplesmente oiço e sinto esses sons que me fazem vibrar, descobrindo agora, com a internet, as letras que não entendia por detrás do simples meu sentir, ir tentando conhecer outros pormenores por detrás dessas músicas (se sentir que devo descobrir) como: quem canta? Ainda é vivo? Saber mais sobre essas pessoas que se exprimiram eximiamente através da sua música, eventualmente sobre o grupo, como se tornaram ao longo dos anos, o porquê de serem marcantes, etc.
Com isto tudo que disse e na reflexão que tenho feito da minha vida passada, deixa-me desabafar, sinto muito Realmente que a música me ajudou a salvar a minha vida (e me ajuda a sobreviver com mais esperança) - do vazio e das dificuldades da minha personalidade frágil, dadas as exigências deste mundo ‘de pedra’, com tantos desafios, que não eu não conseguia ultrapassar normalmente;
Sei que exagerei nesta maneira de ser audiófilo de tanta música, mas talvez isso foi como que combater uma loucura má da vida que nos quer fazer mal – como se algo nos tenta impingir ou tenta anular o nosso ser – com uma loucura boa, a de ouvir música, muitas vezes até cansar, para depois descansar e aliviar, e mais ainda, compreender e tentar ir ao encontro da Verdade ( por mais estranho que possa parecer) e me integrar neste mundo que me quer desintegrar.
Muitas e muitas músicas me Elevam a alma, mas sou eclético, vou ouvindo, perscrutando o Universo, e os Céus me vão dedicando momentos de memória na minha vida, uma ligação, também, com tanta gente no mundo.
Hoje vou fazer um ditado. Com isso não significa que eu sou um ditador - no sentido político, por exemplo; No entanto, eu o sou, porque o mando escrever. Espero utilizar bem o dom que me foi Oferecido, hoje e sempre que necessitar, enquanto o puder utilizar. Os dons que nos são oferecidos são imensos, como que o improvável se torna provável, em que a morte se transforma em vida tal como fénix renascida. Assim, apesar de: dentro de tanta dificuldade vital, tanta perenidade e insignificância, tanta brevidade e dor, incompreensões e desentendimentos, tanta riqueza supérflua num oceano de pobreza consentida e genocida, em que não se consegue controlar o ímpeto dos instintos humanos naturais como também dos maléficos (seja de que parte for, do agredido e do agressor, falando de instintos que são distintos e das mais variadas formas imagináveis e de quem quer que seja), quer seja do desarmado defendido pela má índole de um ideal destrutivo (de alguns, que querem ‘falar’ pelo todo num tom de aniquilação ideológica), quer seja da prepotência do superarmado que cai no inferno de um ideal que tem que levar até ao fim quando ironicamente já um dia sofreu em si aquilo que agora executa; Noutra direção, por outro lado, o absurdo acontece quando se toma conta de um poder, a selvajaria levada a cabo na base da mentira, da idiotice, do caos que se quer impor tentando elevar ao máximo a destruição e/ou o acorrentamento humano, em que o incivilizado com os seus súbditos igualmente imbecis ou interesseiros tentam destruir a paz e a beleza de simplesmente viver com o dom da inteligência, ou seja, com tudo o que a natureza nos dá para termos a plenitude da existência; apesar de tudo isso - e muito mais que se passa neste mundo em convulsão, agitado e com relações e comunicações tempestuosas, na senda de grandes entendimentos, conhecimentos novos, que são desvendados no espaço de uma geração - são infinitos os Milagres no tempo Incomensurável, na plenitude da nossa finitude, sem medo do destino. Com o poder que nos é legado conseguimos ver a imensidão do grande Ditado e do Grande Ditador. Eu sou um ser integro, quero sê-lo, fui e serei, se assim me for Permitido. Eu ainda ouço e falo, caminho e mexo. Luto segundo a minha capacidade para viver mais um dia de cada vez, agradecendo os cinco sentidos que me permitem interpretar a realidade e toda a experiência que o tempo me traz, grátis e gratificantemente.
Aqueles incivilizados que falei - pior que macacos, estes que se mostram mais dignos da existência que têm do que aqueles patetas que se julgam inteligentes - utilizam o dom que lhes foi dado para o pôr ao serviço do mal, da destruição que será também a sua, mais cedo do que mais tarde, não sem antes destruir a vida de tantos inocentes, o eterno lamento da existência. A história não se pode repetir, ela tem as lições que devem ser estudadas e compreendidas para que tudo possa ser melhor e não se volte ao mesmo. A força da juventude deve ver a Luz e segui-la, a evolução dá-se no meio da adversidade e do evitamento do erro já conhecido. O Bem não se renderá na luta contra o mal, ditei eu agora.
Deitar cá para fora. Inspirar, mas também expirar. Ir buscar as energias interiores, ‘amassá-las’, dar-lhe forma de uma maneira coerente e correta. O Sagrado acontece, portanto, muito cuidado com o que se diz. Sim, muitos sabemos disso. E, contudo, continua-se buscando a verdadeira essência de tudo, num cansaço incompreensível e esgotante, mas inevitável. As ferramentas que se utilizam para atingir o Saber absoluto são erradamente adoradas, quando, são apenas meios e contextos mutáveis no maior ou mais curto espaço de tempo para O conhecermos, O nosso destino, Tudo o que podemos saber numa vida ou num momento. A ciência é um dom do Universo e da Infinidade que nunca estará acima de Tudo e no entanto muda o mundo, não obstante, também destrói e me faz indagar o que é ‘isso’ de ‘mudar para melhor’, quando o mundo está cada vez mais poluído, doente, desgastado e explorado rumo ao tempo útil de existência. O tempo de outros entendimentos, descobertas e compreensões ainda não chegou, e, no entanto, avança cada vez mais, avassaladoramente para a humanidade e para o mundo, num destino que se adivinha num espaço temporal vital cada vez mais perene, como se tudo tivesse que acontecer como acontece, onde nós, somo uma ínfima parte da Grandiosidade que sentimos e para a qual contribuímos, para a evolução deste Universo, o Bem absoluto que irá tomar conta do Ideal Verdadeiro, apesar das grandes convulsões existentes e de um fim anunciado. Um fim completo, desejaria eu, sabendo que nem mesmo eu entenderei um dia o que digo, direi ou foi dito. Vivemos num mundo de ideais. A mentira grassa num patamar inalcançável para mim, mas dou por mim a indagar se não será um mal necessário para combater o próprio mal que se quer sobrepor desde sempre ao Bem. Pessoalmente tenho que lutar pelo Bem; Gostava de não ter medo do fim, da indiferença, da dor, do nada que já um dia foi tudo, do momento final ou dos momentos finais; simplesmente acabar… completo.
A fluidez do avassalamento no caminho da entropia continua, mas não posso dizer o que pode suceder porque sou finito, talvez fale apenas sobre mim. Acordamos sempre, mais um dia, tentando desvendar mais porquês de tudo o que nos intriga, tentando ir mais além por uma Causa que temos que respeitar, quer vislumbremos ou não algo, pelo menos, do que Ela é. Respeito pelo que se conhece, pelo que se desconhece, pelos amigos e pelos inimigos; por razões diferentes. Antes de tudo a gratidão deve estar presente na sucessão de acontecimentos da minha vida, tento não esquecer. O receio do desconhecido, o fim, torna-se uma tormenta, dada a dificuldade de ser quem somos e de as coisas se darem como se dão; tudo é incerto. O que é desconhecido e não se entende destrói-se selvagemente ou tão só ignorantemente, sem saber as consequências dos atos, assim é o agir primitivo. Com o poder o ser humano controla e condiciona a liberdade que procuramos todos os dias. Procuro liberdade na Fé; Mas, porque perdemos a Fé? A idade nos torna cínicos e mesquinhos distanciando-nos da pureza e inocência da juventude e dos sentimentos de um só coração, por exemplo os dos anos mágicos de 70, 80 e 90; Deixamos de compreender os sentimentos atuais, receando a perda de um mundo que conhecemos no passado e que não traga as mesmas alegrias e sentimentos, o futuro se torne desesperançoso; Receando que a juventude falhe a conjuntura que se aproxima; Pessoalmente não pude fazer mais e melhor, mas agradeço o estar aqui, até quando? Peço mais com normalidade, a minha normalidade – Com capacidade de perseverar.
A ambivalência está muito presente na minha vida – O facto de a mesma situação, causa (acontecimento etc) ou pessoa (s) produzirem efeitos duplos ou duais, até mesmo contrários ou antagónicos na minha vida; por exemplo o facto de uma mesma pessoa poder ser motivo de alegrias por um lado e por outro causar tristezas ao mesmo tempo, digamos assim; Em mim, a humanidade é causa de ambivalência; A vida nos trouxe até aqui através do tempo, alcançando entendimentos excecionais de quem fomos e como chegámos aqui, sonhando, analisando e imaginando com base no terreno em que pisamos; Também através da ciência que nos leva mais além nesse sonho acordado; Virámo-nos, ao mesmo tempo para as estrelas e desejamos alcançá-las, ir cada vez mais distantemente; Contudo, resumidamente, não passamos de seres insustentáveis, uma praga a esgotar os recursos deste mundo sem contenção. A fluência e a interação tão entusiasmante entre nós nos faz mover e evoluir, mas até onde podemos ir? Até onde podemos ir sustentávelmente? O fim é certo, filosofia macabra da vida. Humanidade capaz do melhor e do pior; Será o bem e o mal a digladiarem-se? Muito provavelmente é isso. Quem somos nós nesta passagem fluida e perene por este mundo de espirito indomável? Assim como a ambivalência, também o paradoxo, a contradição, os opostos, os extremos contrários, todos eles acontecem ao mesmo tempo, certamente para criar uma ideia, um estado, um conceito de equilíbrio. Vamos aos píncaros do melhor e do pior, muitas vezes em espaço de tempo pequenos – Bipolarização. Procuro a verdade e a coragem. Contudo, cuidado com o que dizemos para não nos ferirmos.
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