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Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

Mais um alegre blog...?!

Enfeitado , disfarçando; traduzindo: as horas, o tempo que passa, inexorávelmente, e sentindo os sentidos da minha vida e de tudo e todos os que minha alma toca e abrange. Bem vindos a este meu Universo.

Dentro de nós

            Dentro de nós há uma imensidão, talvez não conhecida, talvez nunca mostrada, nunca exprimida; Talvez nunca conseguido tal. Mas quando há um gatilho, ‘You turn me inside out’; E aí mostramos o que está dentro de nós. Aí transparecemos. Aí fazemos parte da Infinidade. As lágrimas são enxutas. E, momentos, extremos de verdade, deslumbram como Ouro, como Diamantes; Com isso, adoramos toda essa Riqueza. Não interessa onde os nossos amigos e amigas estejam, nós estamos inteiramente com eles, Gratos por essa fraternidade tão esperada, por esse feedback, tão ausente, voltando qual filho pródigo regressando. Manifesta o que te faz manifestar. És bom e foste mau. És fraco e viram-te com força pensando que eras outro, quem na realidade não és, porque conheces Quem te Rege, sabes que sempre ficas na mó de cima quando te querem pôr na nulidade. Respeito. Muito respeito. Nem sempre é suficiente. E a Eternidade está aí, a primeira, a última, a Eternidade, a primeira e a última eternidade. Grow Old. Eu vi alguém crescer até ao último suspiro. Eu fui inteligente quanto qualquer pessoa inteligente, desprezado por quem não vale nada ao quererem fazer dos outros nada. Mas não me interessa essa abordagem, não interessa quem sou, mas quem És, tu que me abordas num contexto inefável, volátil, com um psiquismo tal que me faz duvidar se não És o mesmo, na Verdade. Conhece-te a ti próprio, vive a tua essência duas vezes numa vida. És, na verdade, especial, não duvides. Conhecer-te-ás porque assim o desejaste, nos cansativos dias que passam e te enchem de plenitude, de humanidade. Não deixes fugir esse Trunfo que tens, Ele te é precioso no tempo da tua memória. O mundo não é teu, mas tu pertences ao Mundo. Vive, deixa viver. Gratidão e Respeito. Altivez. Grandiosidade e profundo sofrimento. Tudo sentimento. Manifesta a emoção, equilibrada. Sê justo, e a Justiça esperarás alcançar. És marcado, por todo este mundo que te envolve, na medida certa, no momento certo. Bem e mal. Mágico. ‘Pergunto se te verei outra vez’. Se poderei brilhar muito, ainda. A que preço de sofrimento eu poderei ascender ao mais alto dos céus, na incerteza do fim, na fuga da dor inevitável. Dar-me-ás consolo na incerteza do fim? Farás, ainda, depois de mim, justiça no Teu abraço de Bondade? Passamos pelos tempos de mudança acelerada, mudanças na mente. Até onde? Até quando? Quem o saberá? MAS, d e n t r o  d e  m i m  e s t o u  e u.

A Ilusão do Esforço

            Aprendi que tudo se conquista com esforço. Aprendi isso na pele, e, no entanto, conquistei tão pouco, segundo a minha ambição como bitola. Decerto só fiz o humanamente possível. Impingiram-me, nos ideais, que a vida é dura, e, decerto, não sei vê-la de outra maneira senão por esse prisma, mesmo que ela não o seja (mas sei que isso é relativo a uns e a outros). Não sei o que é ganho fácil. E por mais que tente, o tempo passa, mas, é como que a vida não vai para a frente. Quem somos nós para movermos o que quer que seja sem um Fulcro? Que podemos fazer nós de grandioso sem a invenção técnica de um mecanismo que nos permita sobrepujar as nossas forças. Em que a Grandiosidade se apoia? A nossa mente? Em que maquinas inventadas nós montaremos para aplanar a montanha? Até quando haverá combustível para alimentar essa mesma máquina? Porque saímos da harmonia rumo a um futuro incerto? Harmonia? Desde quando ela existiu (olhando aos pormenores)? Não, a harmonia não olha a pormenores, mas para um bem geral, o equilíbrio, exaltando uns e atropelando outros. Somos todos e tudo o que existe sempre manipulados por algo que sempre nos ultrapassará. Saímos do abrigo das cavernas, conquistámos a Terra, humanizámos o mundo e continuamos a descobrir maravilhas. Queremos mais, queremos tudo numa vida. Não queremos ser responsabilizados por nada, como que se a Terra nos tivesse que dar aquilo a que temos direito, Liberdade na ação. Liberdade na ignorância - digo eu. Porque nos foi Permitido chegar até aqui? Grandes vontades de certos seres humanos se impõem. Grandes interpretações nos levam mais além, e, no entanto, a Verdade não é alcançada, Ela não se mostra como os homens querem. Ciência para alcançar a Liberdade? Mas o que é isso? Os homens preferem a ignorância, o jogo do oculto, a impotência mascarada de potência, show off. Assim vai o mundo. Vede. Senti. No fundo sabemos quem somos. Sabemos que necessitamos de onde viemos, das Origens, de nos compreender conscientemente. E, contudo, poucos serão aqueles que poderão estar na mesma situação, idêntica diga-se, duas 2 vezes, parece-me, porque é tão precioso (!) o contexto único das coisas… Mas a que preço nos poderemos conhecer melhor? Vivemos do esforço de outros, os nossos antepassados. Tão críticos connosco, tão exigentes, movendo-se aleatoriamente segundo o que parecia, ao olhar ‘’ao longe’’, mas com firmes ideias, convicções e direitos de viver (tanto uns como outros, tanto humanos como animais), quando percebido o contexto em que agiam; tantos erros cometidos, além do mais, e, mesmo assim, devemos-lhe tanto… -Só o homem tem ilusão. Não sei se agradeça essa ilusão que nos faz mover, ou se será ela que nos irá destruir, ou, talvez, vangloriar ao nível da Magnificência, um vislumbre fugaz de Momentos psíquicos. A Psique a atingir sempre que nos seja permitido, essa Grande Ilusão.  

Confinado

            O meu ser. A mim me parece estar. E, agora, estamos todos. Mas, seguimos com fé e esperança. Queremos sair mais fortes disto tudo. Sempre o quis também. A fé salva e a esperança é a última a morrer. No entanto, ignorado. Prossigo enquanto Me for permitido. Peço, sempre, mais um dia. E esse dia me tem sido dado. Grato por tudo, tento ser. Apesar de tudo, o caminho é dificultado, talvez para aprender, sempre, até morrer. Bode expiatório não quero ser. Lições a saber, todos os dias. O objetivo, o fim, a finalidade, a Vontade Suprema, será que está a ser demonstrada?! E salvo a todo o momento certo. Ninguém liga, mas eu ligo. Ninguém quer saber, que estranho. Tenho que aceitar se a Lei faz isso. Tenho que A conhecer, tento perceber. Não sei se é pedir muito quando peço sol na eira e chuva no nabal. Sei que Milagres acontecem a todos os segundos, até, somente na nossa vida. E sou salvo na hora certa. E quero compreender melhor, o que está por trás desta Grande ciência, porque sei que há algo mais. E se não fosse pedir muito só queria ser feliz. Será que ao pedir já o sou?! Hipóteses… teorias e interpretações que fazem sentido, ou vivemos na esperança de que um dia o farão. Fui mais uma vez resgatado da ignorância humana, da ironia, do destino implacável, da escuridão que se quer abater sobre mim e sobre o que me envolve. E tento ser mais grato ainda. Será que é suficiente? É necessário dizer obrigado? Ou fazemos ver uns aos outros? Porquê o meu destino? Porque as coisas são como são. E no entanto tento ser, ainda mais, grato. E quando tudo acontece a alma se eleva, no passado que se torna formidável. Porque puro é o futuro que se aspira. Elevo-me em seres que andam ou andaram por aí, e, contudo somos todos diferentes. Estranhos humanos. Más atitudes. Quem sou eu para pôr em causa a Vontade Infinita? Mas se sou um humano que nasceu no tempo certo, então tudo tem que ser assim, eu tenho que questionar como todos fazemos. Eu tenho que por à prova. Se a vida me permite admirar eu admirarei, simplesmente, porque posso. Mas porque surge a dúvida no meu ato de agir se sei que estou e sou de boa-fé? Porque todos somos diferentes, porque os momentos são infinitos e se calhar todos únicos. O confronto surge só com a banal presença dos seres, a diferença, a interpretação das coisas. Mas, há o Certo e o errado, certamente. Temos que aproveitar as oportunidades de escolher o que está correto, porque um dia poderá ser tarde, e, caímos nas mãos erradas sem ter-mos refletido um pouco quando nos era permitido. Simples, com tudo a ficar poluído, espero que ainda não seja tarde. Que o caso não seja perdido.

 Admiro a arte do concreto. A arte do que é objetivo. Mas o meu caminho não foi esse. Subjetividade é o que me faz mover. Sinto, definitivamente. Sou sentimento com pouca emoção. E sou como qualquer pessoa, a não ser no que sou diferente, que pode ser tão pouco ou tanto quanto para o que fui talhado. Talvez não seja tão diferente e viva certamente no meu tempo, que por isso é especial, apesar de confinado, e, cada vez mais, todos no mesmo barco. Não se esqueçam.

 

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Fronteiras da Vida [Áudio]

Fronteiras da Vida [Áudio]

Áudio do texto:

https://johnybigodes.blogs.sapo.pt/fronteiras-da-vida-99107

 

 

 

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Der Zeller See (O lago Zell, Kaprun, Aústria)

Kaprun Austria- Der Zeller See.jpg

Der Zeller See (O lago Zell, Kaprun, Aústria)

(03 de Junho de 2019)

 

Num mundo de um Blog, a escuridão não pode ser completa, a música preenche-nos os sentimentos e marca momentos. As palavras, muitas vezes, são demasiado subjetivas, fortes ou desinteressantes. As imagens ganham lugar também.

 

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Fronteiras da Vida

     Pergunto-me, quando comecei a sentir-me ridículo, inadaptado, marginalizado;  Exigente comigo. Meu querido bem-mais-próximo foi quem intensificou essa característica que vinha comigo inatamente, certamente, mas não só, penso. Estranho Mundo, estranha vida. Quando, na verdade, me fechei ao mundo? Esse introvertimento foi galopante. Esse suster da respiração prolongada que me elevava aos céus e me torna inapto nesta terra, a abeirar os limites desta realidade, a aumentar as conexões com outras virtualidades que influenciam uma realidade que se torna única, este trilho da vida, este mundo repleto de visões e vontades que entram em fluência ou choque nas suas extremadas posições para gerar o equilíbrio que ainda existe e que permite que continuemos aqui, eu e vós. Apesar disso, o meu estado é indefinido, indefinição traduz o que sinto. Vazio. Bloqueado num estado paranoico e perdido no tempo, mas, ainda assim, vendo verdades que não poderão ser compreendidas senão no devido tempo, sendo observado e julgado em praça pública, desta maneira. Quando comecei a falar deste modo? Porque tudo me leva a falar desta maneira? Porque não estou satisfeito onde estou? Em vez de convergir eu divirjo, bis, bisa. Em vez de assentar naturalmente e consolidar o meu ser e a minha ação eu estou a desfazer-me em pedaços, vislumbrando fronteiras do conhecimento, tentando alcançar um estado de compreensão holístico do que existe, numa vida, a minha, que sendo ínfima, se extrapola como algo que nunca aconteceu, como não poderia deixar de ser para mim, sendo apenas uma transcendência rumo ao Nirvana, ao nada absoluto, que gera tudo, e, enlouquece quem pensa ser algo; Entretanto, o sonho ilusório acontece, dentro e fora de mim. Acontece quando se cria o que quer que seja, o ato criador, de algo, tanto de um ideal como de algo concreto, que ganha alma e asas para mudar o que tem de ser mudado. Nascemos sem fronteiras, contudo, é-nos obrigado a criarmos fronteiras à medida que o tempo passa e crescemos. Na verdade, sinto-me a ultrapassar fronteiras desde bem cedo, sendo que mais mentais do que físicas, mas também, mesmo, físicas, quando em paradoxo tudo me diz que estou mais aprisionado, quando esse ‘tudo’ é gente gerida por misteriosas condutas, ‘misteriosas’ para mim, pessoas toxicas para mim, nas próprias palavras deles contra os outros, nós, os que estão em minoria.

     E se eu dissesse, agora, que tudo o que digo pode ser uma ironia, uma metáfora, uma hipérbole, ou uma desconsideração pessoal para aquele mundo sem regras e entrópico que está a acontecer, a minha maneira de estar, mascarado, lançando achas para a fogueira, já que o Inferno tem que acontecer na terra, parece-me. Descubram os verdadeiros culpados por este estado de coisas, não culpem os que estão em desvantagem das mais variadas maneiras. Encontrem e culpem; sendo assim, então, olhem bem para dentro de cada um de vós (superioridades) que se recusam a aceitar um Bem Maior, a culpa não pode morrer solteira, o suco da verdadeira essência tem de ser extraído da humanidade; este é o momento em que está para acontecer, tudo o indica, aconteça o que acontecer; achareis ou não aquilo que é melhor para vós; como se a humanidade tivesse todos os direitos, mas mais uma vez biso, digo, bis, uns (têm) mais (direitos) que outros. A estratificação social acontece desde sempre, tem de acontecer, mas qual a nossa melhor posição em que não refilamos por estar nela? Será a de topo? Mas que topo é esse quando significa concomitantemente destruição, geral? Ou não…a última fronteira, que não se revela nem por nada.

 

 

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Nas Montanhas, Sob as Estrelas (Auf den Bergen, unter den Sternen)

Nas Montanhas, Sob as estrelas 030818.jpg

Auf den Bergen, unter den Sternen

(Nas Montanhas, Sob as Estrelas)

(03 de Agosto de 2018)

 

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Blue and Gold - The Wanaka Tree (West Wanaka, Otago, New Zealand)

Blue and Gold - Nova Zelandia (28 de setembro de 2017).jpg

Blue and Gold - The Wanaka Tree (West Wanaka, Otago, New Zealand)

(28 de Setembro de 2017)

 

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Solitude!

Solitude! 031119.jpg

Solitude!

(03 de Novembro de 2019)

 

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New Order - Regret (Video e letra)

New Order - Regret (1993)

[Ver Player Lateral, número 30]

Letra:

 

Maybe I've forgotten
The name and the address
Of everyone I've ever known,
It's nothing I regret
Save it for another day, 'cause
The school is out
And the kids have run away
I would like a place I can call my own
Have a conversation on my telephone
Wake up everyday, that would be a start
I would not complain 'bout my wounded heart
I was upset, you see
Almost all the time
You used to be a stranger
Now you are mine
I wouldn't even trust you
I've not that much to give
We're dealing in the limits,
And we don't know who with
You may think that I'm out of hand
That I'm naive, I'll understand
On this occasion, it's not true
Look at me, I'm not you
I would like a place I can call my own
Have a conversation on the telephone
Wake up everyday, that would be a start
I would not complain 'bout my wounded heart
I was a short fuse
Burning all the time
You were a complete stranger
Now you are mine
I would like a place I can call my own
Have a conversation on the telephone
Wake up everyday, that would be a start
I would not complain 'bout my wounded heart
Just wait 'till tomorrow
I guess that's what they all say
Just before they fall apart
 
 
 
 
 

 

 REGRET->ARREPENDIMENTO. Palavra, conceito que traz em si recordações que nos fazem sentir saudades por aquilo que se tornaram bons momentos e recordações e arrependimento por não terem sido melhor outros. Férias de Verão. Sensações sem fim. Lugares e pessoas com quem convivemos num mundo original e de esperança. Um mundo de alegria por ter vivido na certeza que sempre haveria um novo dia pleno de energia e força.

 

 

 

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